JACARÉ ABATIDO: Ronaldo Soares e advogados da coligação tentaram dificultar a atuação investigatória do Ministério Público Eleitoral

O maior ficha suja da história de Assú, Ronaldo Soares, que tem fama de arrochado, nao aprende a lição e como sempre pratica atos que confrontam todo o planejamento e investigação por parte da justiça eleitoral. A ação do Ministério Público eleitoral que pede a cassação do seu filho que é o prefeito, detalhou que duas testemunhas foram chamadas para prestar esclarecimentos no órgão e ao invés de se dirigirem ao MPE, foram participar de reunião no mesmo dia pela manhã, no escritório do advogado da coligação do partido do Prefeito Gustavo Soares, com a presença de Ronaldo Soares.

O MPE ainda adianta que após a reunião no escritório do advogado João Fonseca, uma das testemunhas adquiriu novo número de telefone e novo aparelho de celular, tendo comunicado a mudança de número para pessoas próximas, por ter, supostamente, perdido seu celular(ver relatório técnico de análise –RTA n. 268/2020-GAECO/OESTE –incluso no PPE nº 18.23.2372.0000600/2020-54).

Diante dos fatos relatados na ação do MPE, são fortíssimas as evidências que revelam a intervenção da estrutura jurídica (advogado da coligação) e pessoal (pai do candidato) do prefeito Gustavo Soares, de maneira a dificultar a atuação investigatória do Ministério Público Eleitoral na apuração da compra de votos efetuada por Romildo Queiroz.

O ex prefeito Ronaldo Soares não toma jeito, pois apesar de ter sido aposentado pela justiça por diversos maus feitos e com um currículo extenso de processos e falcatruas, agora deixa seu legado e contribuição para seu filho que pelo andar da carruagem vai ser seu companheiro de pódio na improbidade.

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