Júri Popular condena pistoleiro a 33 anos pela morte do vereador de Assu Manoel Botinha

O Tribunal do Júri Popular condenou um e absolveu dois acusados de matar o vereador de Assu, Manoel Ferreira Targino, Manoel Botinha, e pela tentativa de homicídio contra Francisco Adriano Bezerra, o Biano, em abril de 2015. O júri aconteceu nesta sexta-feira (19), no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins, em Mossoró.

Foi condenado: o pistoleiro José Roberto Nascimento da Silva, conhecido como Feitosa. No plenário, ele confessou o crime e revelou que não matou Botinha por dinheiro. Disse que foi convencido por Sérgio Tavares (morto dois meses depois da morte de Botinha) a ir fazer uma cobrança de R$ 25 mil na oficina do vereador, em Assu.

Feitosa ressaltou em seu longo depoimento no plenário do Tribunal do Júri, que não mata por dinheiro. Que não precisa e mesmo que precisasse não o faria. Assegurou que ganhava a vida fazendo assalto a banco, e antes de matar o vereador, havia feito três grandes assaltos, tendo ficado com R$ 180 mil em dois e mais R$ 110 mil em outro.

O assassino de Manoel Botinha disse que sabe onde tem dinheiro e tem coragem para ir buscar. Pelo assassinato do vereador assuense, Feitosa terminou condenado a 33 anos e 4 meses de prisão no regime fechado. Ele já cumpre pela pelos crimes de assalto a banco e aguarda julgamento por outras ocorrências. As informações são de Mossoró Hoje

Em vídeo, Feitosa confessa o crime e revela a motivação:

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