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Moro pede passagem na corrida pelo Planalto, e Bolsonaro segue com o Centrão

Brasil terá de explicar graves acusações que levaram a renúncia de Moro,  diz dirigente anticorrupção da OCDE | Política | G1

A corrida para quem será eleito ocupante do Palácio do Planalto em 2022 já está na rua. Nesta semana, no mesmo dia, Jair Bolsonaro e Sergio Moro, que ambicionam a cadeira presidencial, colocaram na rua suas plataformas políticas.

Bolsonaro, que estava há dois anos sem partido, confirmou a filiação ao PL, partido de Valdemar da Costa Neto, político experiente, com anos de estrada e cujo currículo inclui uma condenação no escândalo do mensalão. Em uma jogada arrojada, o presidente se vestiu para a guerra eleitoral com as roupas e as armas do Centrão: selou o caminho para uma chapa encabeçada por ele no PL com um vice do Progressistas, sigla que hoje compõe a espinha dorsal da sustentação política de seu governo.

Sergio Moro, o ex-juiz da Lava Jato que, por inúmeras vezes, disse descartar entrar para a política, discursou com pompa e circunstância em evento de filiação ao Podemos em Brasília. Disse não ao “mensalão” e à “rachadinha”, mas deixou claro que pretende correr na raia do eleitor de direita, tentando roubar votos de Bolsonaro.

Por ora, Moro aparece com patamar de 8% das intenções de voto em pesquisas de intenção de voto. Se está longe de Lula — que segue liderando a corrida presidencial em todos os cenários — e de Bolsonaro, o ex-juiz mostra que pode ser um nome competitivo para a chamada “terceira via”.

Antes disso, ele sabe que terá um longo percurso, que começa por se tornar, de fato, um candidato. Quem esteve com Moro nos últimos dias relata preocupação com as dificuldades do ex-juiz para demonstrar traquejo e capacidade de improvisação. Moro sabe que ainda precisa se preparar melhor para o possível embate.

Moro, aliás, foi a “Figurinha da Semana” do novo episódio do Horário de Brasília, que estreou uma nova temporada nesta sexta-feira (12). O novo quadro conta os motivos que levaram à escolha da personalidade que movimentou a semana e a política.

No Dicionário de Brasília, quadro já tradicional no podcast, Daniela Lima e Renata Agostini respondem perguntas sobre a PEC dos Precatórios, projeto que foi aprovado na Câmara e agora precisa passar pelo Senado.

A dupla explica ainda no episódio os meandros das chamadas “emendas de relator ao Orçamento” e por que a decisão do Supremo Tribunal Federal vetando esse instrumento se tornou um problema para o presidente da Câmara, Arthur Lira, e o Palácio do Planalto.

CNN Brasil

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