NO CABRESTO: Prefeito Gustavo “Paraguaçu” exige a presença de cargos e servidores do Assú e Estado para reuniões em prol de sua candidatura

O prefeito do Assú, Gustavo Soares, que estava ausente há quase uma semana do município, e agindo como se não tivesse responsabilidades com o cargo ao qual foi eleito, voltou ontem a dar as caras na cidade, e ao lado do seu irmão, o deputado “boquinha” George Soares.

A dupla que seguem os ensinamentos de seu pai, o vigarista Ronaldo Soares, estão tocando o terror, já que seus aliados mais chegados, fazem ligações para os cargos comissionados e servidores com gratificação, obrigando – os a comparecerem nas reuniões em prol de sua candidatura.

Esse tipo de ameaça e numa clara alusão ao voto de cabresto, lembra bem a Sucupira, cidade governada por Odorico Paraguaçu, que fazia investidas retóricas como recurso para entreter, e suas decisões eram tomadas não porque eram as mais corretas, mas porque eram as que combinam mais com sua conveniência. Um teatro armado para enganar, ameaçar e manipular os eleitores, e que deveria ser investigado pelos órgãos competentes, pois é configurada como crime eleitoral.

Será que é só mera coincidência, Gustavo voltar a incorporar o personagem que enganou a população há quase quatro anos atrás? Na vida real, ele passou 4 anos fora e vivendo na capital às custas do seu salário de prefeito, e agora, ele volta pro personagem inicial, um médico que quer ser prefeito e cuidar do povo. Mas esquece que não fez isso durante os últimos anos.

A existência de políticos que se assemelham a Odorico, como Gustavo Soares, representa uma renúncia àquilo que é mais valiosa na democracia, a coragem de agir de acordo com a própria consciência, sem roteiros ensaiados.

Porque em Assú, Gustavo agiu em 2016 como Odorico, deitou e rolou na inocência dos humildes habitantes do lugar, inventando promessas mirabolantes que nunca cumpriu, e maquiando a gestão com a sua falta de propósito e compromisso com a cidade.

Mas a população pode se rebelar contra isso, filme, grave, printe, e envie para a justiça, gere a prova de que você não está exercendo seu direito a liberdade, e o pior, está sendo obrigado e ameaçado por receber uma vantagem que é direito por trabalhar, e que está sendo usado supostamente para chantagem por parte de um candidato a reeleição.

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