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O novo dilema de Jair Bolsonaro

Bolsonaro reconhece que proposta do voto impresso pode ser derrotada na  Câmara - Jornal O Globo

Aliados têm aconselhado Jair Bolsonaro (foto) a evitar declarações contra a vacinação contra a Covid em crianças e adolescentes. Para o entorno do presidente, a cruzada bolsonarista contra a imunização infantil pode ter sérios efeitos colaterais em 2022.

Ontem, como mostramos, Bolsonaro disse que sua filha de 11 anos, Laura, não será imunizada.

“Espero que não haja interferência do Judiciário, porque minha filha não vai se vacinar”, disse.

Na visão da chamada ala política do Palácio do Planalto, esse tipo de manifestação não tem ajudado a inflar a base ideológica do presidente nas redes sociais e poderá minar, ainda mais, a popularidade de Bolsonaro junto às mulheres, por exemplo.

“É o tipo de luta perdida”, admitiu um importante aliado a O Antagonista.

Além disso, correligionários do PP, do atual ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, temem que o discurso antivacina seja usado por adversários na campanha do ano que vem, comprometendo a formação da bancada federal do partido.

O antagonista

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