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Os milicianos do PT, as feministas e as agressões a Miriam Leitão

Até o momento, a turma do #MexeuComUmaMexeuComTodas, que por muito menos já pendurou muita gente no pelourinho das redes sociais, não emitiu uma única palavra para protestar contra a agressão coletiva de que a jornallsta foi vítima

Há cerca de dez dias, durante um voo da Avianca de Brasília para o Rio de Janeiro, a jornalista Miriam Leitão, do jornal O Globo e da GloboNews, foi agredida verbalmente, de forma covarde, por um grupo de petistas.

Em sua coluna no Globo desta terça-feira, Miriam conta que foi hostilizada, ofendida e até teve a sua cadeira empurrada durante o voo (leia a coluna Ódio a bordo).

Diante dos acontecimentos, seria de se esperar que os tais “coletivos” feministas – as feminazis, como se diz maldosamente por aí – se manifestassem em defesa de Miriam.  Mas curiosamente, talvez previsivelmente para alguns, não fizeram qualquer gesto de apoio a Miriam.

Até o momento, a turma do #MexeuComUmaMexeuComTodas, que por muito menos já pendurou muita gente no pelourinho das redes sociais, não emitiu uma única palavra para protestar contra a agressão coletiva de que Miriam foi vítima.

Tampouco se ouviram manifestações de solidariedade da atriz Taís Araújo, ícone do feminismo tupiniquim, que outro dia “soltou os dobermans” contra um repórter por ele ter feito uma pergunta supostamente machista ao indagar se seu marido, o ator Lázaro Ramos, gostava de seu penteado.

Provavelmente, se os molestadores de Miriam não fossem petistas, estariam sendo caçados por perdigueiras humanas em ataque de nervos pelo País afora.  Mas, como fazem parte das milícias do PT, só não passaram incólumes porque Miriam decidiu, corajosamente, tornar público o caso.

Mas, pelo menos, o silêncio das feministas de araque diante das agressões sofridas por Miriam Leitão serviu para revelar, para quem ainda tinha dúvida, a verdadeira face do feminismo xiita praticado hoje no Brasil e a seletividade das causas abraçadas pelas radicais que estão à frente do movimento.

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