Na crise, proprietários de imóveis já dão até três meses no aluguel de graça

Na crise, a cidade do Rio já tem 14,4% de imóveis residenciais vagos para locação, o maior nível em um ano. O dado faz parte do relatório de Inteligência Imobiliária da corretora Apsa referente ao mês de maio. Segundo especialistas, a faixa ideal é de, no máximo, 10%. Neste cenário, vale tudo para não ficar com o imóvel vazio. Nos últimos 12 meses, o preço do aluguel cobrado pelos proprietários recuou 5,74%, para R$ 34,17 o metro quadrado, segundo levantamento da FipeZap.

Os proprietários estão abrindo mão de exigências para assinatura do contrato, como fiador. Além disso, aceitam redução de 30% a 33% em relação ao valor pedido inicialmente. Já há casos em que o inquilino consegue uma carência de até três meses, período em que paga somente os encargos. O tempo médio com imóvel vazio na cidade varia de 45 a 60 dias, mas, na prática, dependendo do bairro, pode ultrapassar os três meses.

Direita cai, esquerda sobe

A alta nas opiniões de viés mais progressista reverteu a vantagem, constatada em 2014, da direita sobre a esquerda. Os dois grupos voltam agora ao empate técnico, segundo a Folha de São Paulo.

No somatório, direita e centro-direita representam 40% da população. Na pesquisa anterior eram 45%. Já a soma de esquerda e centro-esquerda aumentou de 35% para os atuais 41%. O centro manteve-se com 20%.

Um ano após o impeachment de Dilma Rousseff, a pesquisa põe em dúvida a hipótese de que a direita teria se beneficiado do declínio petista e do desgaste sofrido por algumas das principais lideranças do partido.

“As medidas de ajuste propostas após a queda de Dilma são muito duras e ainda não demonstraram efeitos nítidos para a população. Isso abalou a imagem da direita. E ficou comprovado que o PT não detinha o monopólio da corrupção”, diz Couto. O instituto Datafolha fez 2.771 entrevistas de 21 a 23 de junho.

Cresce apoio a ideias próximas à esquerda, aponta Datafolha

Cresceu o apoio da população a ideias identificadas com a esquerda do espectro político. Esse fato sobrepujou o avanço de algumas posições conservadoras, típicas da direita. O resultado líquido foi uma leve movimentação do perfil ideológico do brasileiro para a esquerda, retomando a situação de equilíbrio entre os dois polos. O quadro é apontado por pesquisa do Datafolha que mede a inclinação ideológica no país. As perguntas elaboradas buscam demarcar as diferenças entre convicções associadas à direita e à esquerda, em temas econômicos e comportamentais.

Na comparação com o levantamento anterior, feito em setembro de 2014, nota-se uma maior sensibilização do brasileiro a questões que envolvem a igualdade, possível reflexo da crise econômica e do alto desemprego que atingem o Brasil nos últimos anos, segundo informações da Folha de São Paulo.

Subiu, por exemplo, de 58% para 77% a parcela que acredita que a pobreza está relacionada à falta de oportunidades iguais para todos. Já a que crê que a pobreza é fruto da preguiça para trabalhar caiu de 37% para 21%. No mesmo campo de ideias, cresceram a tolerância à homossexualidade (64% para 74%), a aceitação de migrantes pobres (63% para 70%) e a rejeição à pena de morte (52% para 55%).

Janot pretende se concentrar em novas delações e no caso Temer

Numa ação relâmpago na noite de quarta-feira, o presidente Michel Temer indicou a subprocuradora-geral Raquel Dodge para chefiar o Ministério Público Federal (MPF), nos próximos dois anos, numa suposta tentativa de esvaziar os poderes do atual procurador-geral Rodrigo Janot, que o denunciou por corrupção.

A decisão do presidente apressa a mudança do centro do poder no Ministério Público, mas para Janot ainda restam mais dois meses e 17 dias de mandato e uma extensa agenda de trabalho, que pode trazer ainda muitas dores de cabeça a políticos investigados por desvios de dinheiro da Petrobras e outras áreas da administração federal.

No sábado, numa palestra no 12º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, em São Paulo, Janot deixou claro que “enquanto houver bambu, vai ter flecha”. O procurador-geral não pretende reduzir o ritmo de trabalho na reta final do seu mandato só porque Temer espera tratamento diferenciado da candidata que indicou para comandar o MPF, depois de ouvir conselhos do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). As informações são de O Globo.

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PF cumpre mandados contra empresários do transporte no Rio

Veículos da Polícia Federal

Polícia Federal cumpre oito mandados de prisão nesta segunda-feira em mais um desdobramento da operação Lava Jato no Rio de Janeiro. O foco da ação é a cúpula do transporte rodoviário.

De acordo com as investigações, R$ 200 milhões em propina teriam sido pagos pelos investigados a políticos do Estado. Agentes da PF estiveram no apartamento de Lélis Marcos Teixeira, presidente da Fetranspor, para cumprir mandado de prisão contra ele. Também há buscas nas cidades de São Gonçalo e Paraíba do Sul, no Rio de Janeiro, e no Paraná e em Santa Catarina.

Polícia Federal prende o empresário Jacob Barata Filho

O empresário Jacob Barata Filho

Jacob Barata Filho, um dos maiores empresários do ramo de ônibus do Rio de Janeiro, foi detido na noite deste domingo no Aeroporto Internacional Tom Jobim, enquanto tentava embarcar para Portugal. O mandado foi expedido pelo juiz federal Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Federal Criminal do Rio, responsável pelas investigações que levaram à cadeia o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB).

A prisão seria nos próximos dias, mas foi antecipada após a polícia descobrir que ele viajaria neste domingo para Portugal somente com uma passagem de ida, informou o programa Fantástico, da TV Globo. Barata Filho, que é conhecido como “o rei do ônibus“, é acusado de pagar milhões em propina a políticos no Rio de Janeiro.

 O empresário, que herdou o negócio de seu pai, é dono de um conglomerado de empresas no Rio de Janeiro e em outros Estados com mais de 4.000 veículos. Os negócios da família incluem operadores de turismo, entre outras empresas, e se estendem por Portugal, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo.

Maia já opera com cenário pós-Temer

Rodrigo Maia

A possibilidade de a Câmara dos Deputados autorizar a investigação e, consequentemente, poder afastar o presidente Michel Temer por um prazo de até 180 dias fez o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se descolar do Palácio do Planalto.

“O presidente da Câmara é presidente da Câmara, não de um governo. Não cabe ao presidente da Casa cumprir o papel de defensor de uma agenda porque essa não é uma agenda da Casa. Meu papel no caso da denúncia é ser o árbitro desse jogo. Não é ser defensor de uma posição ou de outra. Não tem como ter uma posição nem para um lado nem para outro”, disse Maia ao Estado nesta sexta-feira, 30.

Caso Temer seja afastado, Maia assume a Presidência. Antes disso, é preciso que a Câmara autorize abertura de processo no Supremo Tribunal Federal (STF) e o plenário da Corte aceite a denúncia. Temer seria, então, afastado do posto.

Padilha se cala ao ser questionado sobre suposta propina a Temer

BRASILIA, DF, BRASIL, 25-05-2017, 09h40: O Ministro Chefe da Casa Civil Eliseu Padilha, com o Presidente Michel Temer, durante reuniao com o Presidente da CBIC- Camara Brasileira da Industria da Construcao e grupo de empresarios, no Palacio do Planalto, em Brasilia. (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress, PODER)

Camila Mattoso – Folha de São Paulo

A Polícia Federal perguntou ao ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) se foi Michel Temer quem pediu R$ 10 milhões para a Odebrecht, em 2014, em um jantar no Palácio do Jaburu.

O episódio, relatado em delação por executivos da empreiteira, está sendo investigado desde abril, quando o STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou dezenas de inquéritos sobre políticos.

À PF, porém, Padilha se calou. Os delegados elaboraram 14 perguntas ao ministro.

Temer não é investigado pelo Supremo neste caso, já que a PGR (Procuradoria-Geral da República) entende que há “imunidade temporária” para o presidente em atos estranhos ao exercício de suas funções.

Segundo os delatores, o jantar aconteceu em maio de 2014 e o dinheiro foi solicitado para campanhas do PMDB. Padilha é apontado como o intermediário.

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PSDB perde ritmo de crescimento de filiados

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O PSDB, também com lideranças abatidas na Lava-Jato, não registrou até maio, segundo o TSE, redução de filiados. Mas o ritmo de crescimento que vinha registrando desde a eleição de 2014 foi interrompido este ano. Em 2015, eles ampliaram em 60 mil seu exército e, em 2016, em 36 mil. Este ano, são apenas 4.275. O PSDB tem 1,4 milhão de filiados.

Para os especialistas, o PT já passou pelo auge do seu desgaste com a Lava-Jato. O cenário pode piorar somente se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva for preso. Já o PMDB e PSDB estariam no início dessa travessia. Para Melo, no caso dos tucanos, a adesão ao governo Temer tem sido algo ainda mais danoso para a sigla do que as suspeitas de envolvimento de suas lideranças em esquemas de corrupção.

PT ganha companhia do PMDB na redução de filiados

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Os dados de O Globo mostram também que o PMDB e o PSDB, embora há menos tempo no epicentro das investigações da Operação Lava-Jato, começam a sentir em sua base os efeitos danosos causado pelas denúncias de corrupção.

— Em 2015 e 2016, foi a fase da depressão dos petistas. É provável que isso que estamos vendo com o PT veremos com o PMDB e PSDB mais adiante — avalia o cientista político Carlos Melo, do Insper.

Até o ano passado, o PT estava isolado como a única legenda, dentre as maiores, a reduzir o número de filiados. Este ano, o partido ganhou a companhia do PMDB do presidente Michel Temer. A redução de peemedebistas nos primeiros cinco meses de 2017 foi tímida, de 853 filiados, mas rompeu um ciclo forte de filiações que aconteceu em 2015 e 2016, quando cerca de 25 mil pessoas entraram na legenda por ano. A sigla tem 2,4 milhões de pessoas em seus quadros.

Lava-Jato impõe ao PT maior perda de filiados de sua história

Sob a Operação Lava-Jato, o PT acumula sua maior perda de filiados na história, superior àquela sofrida após o escândalo do mensalão. De 2016 até maio deste ano, o partido registrou uma redução de 7.458 integrantes, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A maior parte (3.875) deu-se nos cinco meses de 2017.

As baixas no PT em 2016 e 2017 já são o triplo das ocorridas em 2014, ano de conclusão do julgamento do mensalão. Naquele ano, a redução de filiados havia sido de 2.514 e era a primeira vez em sua trajetória que o partido não ampliava sua massa de apoiadores. No ano seguinte, em 2015, pós-reeleição da ex-presidente Dilma Rousseff, a sigla conseguiu recuperar fôlego e simpatizantes, mas durou pouco. O PT tem 1,5 milhão de filiados.

— Em 2015 e 2016, foi a fase da depressão dos petistas. É provável que isso que estamos vendo com o PT veremos com o PMDB e PSDB mais adiante — avalia o cientista político Carlos Melo, do Insper. As informações são da jornalista Silvia Amorim, de O Globo.

Salomão é apontado como candidato do PSOL ao Governo do RN

O PSOL no Rio Grande do Norte articula o lançamento de candidaturas majoritárias e proporcionais nas eleições de 2018. A agremiação trabalha para ter candidaturas próprias ao governo do estado, senado, câmara federal e assembleia legislativa.

A agremiação socialista deverá lançar um manifesto sobre as próximas eleições até meados de setembro a outubro desse ano. Para o governo, o nome que desponta nas discussões é o do médico Salomão Gurgel, prefeito de Janduís por três mandatos, ex-deputado federal e ex-secretário de saúde de Natal.
Em discussões com dirigentes do partido, ele reafirmou que seu nome está à disposição do PSOL para as próximas eleições. “As principais oligarquias políticas do Rio Grande do Norte estão em decadência e o PSOL pretende ter uma presença contundente nas próximas eleições”, afirmou.

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Maia fará votação da denúncia com voto ao microfone

O presidente Michel Temer (PMDB) e Rodrigo Maia

Rodrigo Maia confidenciou a aliados que os deputados serão obrigados a se expor à opinião pública: eles terão de anunciar no microfone se aceitam ou não a denúncia contra Michel Temer. É o que diz o regimento.

Para Maia, a Câmara deveria, inclusive, cancelar o recesso para analisar a denúncia contra o presidente. Contudo, essa é uma decisão do plenário e o descanso, por enquanto, está mantido. As informações são da revista Veja.

Comissão que vai julgar Temer tem maioria governista e investigados na Lava Jato

O presidente Michel Temer

Os sessenta e seis deputados da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) terão nos próximos dias a missão de emitir um parecer sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer pelo crime de corrupção passiva. O trâmite no colegiado funciona como uma espécie de instrução do processo. Ali, o presidente apresentará a sua defesa e os parlamentares governistas e opositores farão a sua argumentação. Por fim, um relatório será produzido, votado e enviado direto para o plenário da Casa, que dará a palavra final sobre a questão — Temer pode ou não ser julgado pelo crime de corrupção passiva no Supremo Tribunal Federal (STF).

A votação no colegiado é meramente formal, mas serve como um bom indicativo de como se comportará o plenário na hora decisiva. Considerando a filiação partidária e não o posicionamento particular de cada membro, Temer tem ampla maioria na comissão — 44 deputados pertencem a siglas da base aliada, 13 à oposição e 9 a partidos que não tem uma posição clara. Ou seja, a soma dos opositores com os indefinidos daria apenas a metade (22) da bancada governista. Lembrando que para dar seguimento a ação contra o presidente, é preciso ter o aval de pelo menos 342 dos 513 deputados (ou seja, dois terços da Casa). Em outras votações importantes da Casa, 48 dos 66 membros votaram pelo impeachment de Dilma Rousseff e 38 pela reforma trabalhista.

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Investigação criminal contra Temer conta com apoio de 121 deputados

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Os que defendem que seja concedida a autorização somam 121, liderados por PT, PDT, PCdoB e PSB, este último integrante da base aliada do governo até o mês passado e que ainda tem um ministro. O levantamento também captou defecções em vários partidos da base, como PSDB, PR, PSD, DEM e PP.

A maioria dos deputados, no entanto, não quis responder como irá votar (197) ou se disse indecisa (74). Apesar de o apoio público a Temer não chegar a 10% da Câmara, a tarefa de seus adversários para aprovar a autorização para que o STF avalie a denúncia é muito mais complexa que a do governo para se manter no Palácio do Planalto.

Assim como ocorre com os pedidos de impeachment, para que uma investigação criminal contra o presidente da República possa ser aberta é necessário que dois terços da Câmara, ou 342 deputados, autorizem o Supremo a avaliá-la. As informações são do levantamento realizado por O Globo.

Nelter Queiroz solicita construção de quadra de esportes em São Rafael

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O deputado estadual Nelter Queiroz (PMDB) solicitou ao Governo do Estado na última semana, através de requerimento protocolado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte (ALRN), a construção de uma quadra de esportes coberta na Escola Estadual Professora Claudeci Pinheiro Torres (antiga Escola Estadual Tristão de Barros) no município de São Rafael.

“O pleito foi uma sugestão feita ao nosso mandato pelo padre Leilson da Silva. Sabemos que o investimento em esporte e lazer é de fundamental importância para a saúde dos alunos da Escola. Também somos conscientes de que o investimento em esporte e lazer tira os jovens do mundo das drogas e da marginalidade”, frisou Nelter.

Walter Alves participa de eventos em Caicó e São Rafael

O presidente estadual do PMDB e deputado federal Walter Alves, que ainda diz não saber se vai votar a favor ou contra o engavetamento da denúncia de corrupção contra o presidente Temer, amigo de Henrique Alves, participou de eventos em duas cidades: Caicó, na região Seridó do Estado, e em São Rafael, no Oeste potiguar.

A convite do vice-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PMDB), Walter participou da missa e leilão da “Peregrinação de Sant’Ana”. O evento, que chegou à sua 16ª edição, foi realizado na Granja Caiçara e marcou o início dos festejos da padroeira da capital do Seridó.

Após visita a Caicó, Walter Alves participou da primeira edição do “Arraiá da Gente”, em São Rafael, e anunciou a destinação de emenda parlamentar no valor de R$ 409 mil para o município.

 

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