PARTE I: Os malefícios da oligarquia e o que Assú perdeu em 30 anos sob o comando de Ronaldo Soares

Um regime oligárquico é governado pensando nos benefícios do grupo que está no poder, ou seja, as decisões tomadas são pensadas apenas para favorecer esse grupo e o bem-estar da população em geral não importa. E isso, foi o que aconteceu nos 30 anos em que Assú esteve sob o comando do ex prefeito Ronaldo Soares.

Ronaldo entrou na política e nunca perdeu sua essência de vingativo e perseguidor, com a única finalidade de fazer com que todos se rendessem a ele, fosse por conveniência ou por necessidade. Foi prefeito, deputado, secretário de agricultura, e sempre conseguiu cargos para seus filhos, parentes e agregados, mas nunca fez nada de BEM e BOM para o povo, contudo, em todos esses anos apenas alimentou e nutriu seu projeto pessoal de poder, inclusive, não
respeitando e traindo à época sua própria família os Montenegros, ainda fazendo questão que seus filhos carregassem o sobrenome Soares para de uma vez por todas, apagar os Montenegros.

O “jacaré” sempre agiu com maldade, manipulando o eleitor como se fosse um empregado ou escravo de sua propriedade. Viveu sempre de picuinhas políticas, invejas e um sentimento de vingança com quem discordasse de sua conduta como político ou não fizesse parte do seu grupo. Com mãos e algemas de ferro, Ronaldo sempre manteve o Assú como em um cativeiro, tornando a cidade atrasada e sem o olhar sensível dos governantes como as outras cidades, justamente para poder pintar e bordar. Sempre foi do lema “quanto pior melhor”.

O ex prefeito nessa política de pão e circo, adorava atrasar pagamentos a fornecedores e outros prestadores de serviço, pois sentia prazer em ver as pessoas o procurarem e ficarem a mercê de sua boa vontade, e ficavam nesse ciclo vicioso de achar que liberar pagamentos era um enorme favor.

O tempo passou, e todas essas atitudes maldosas de Ronaldo, além de terem gerado centenas de processos tanto cíveis e criminais pelos seus maus feitos, resultaram na sua aposentadoria que ao contrário do que ele diz, não foi decidida pelo mesmo, mas pela própria justiça que o aposentou forçadamente, tendo em vista, que é necessário ser ficha limpa para ser candidato. Coisa que Ronaldo nem de longe é.

Assú perdeu com Ronaldo Soares a chance de ver seu desenvolvimento e suas riquezas naturais florescerem, e enquanto as vizinhas cidades de Mossoró e Caicó assumiam posições de destaques na economia do estado, esbanjando emprego, crescimento estruturante, oportunidades de negócios, melhorias na saúde e educação, a terra dos poetas definhava a cada dia. E assim, o governo oligárquico de Ronaldo, que contou com apoio de seu irmão Lourinaldo Soares e seu primo José Maria, marcaram história com governos baseados na tirania, pelo excesso de poder concentrado em uma só família, e o povo só perdeu.

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