Polícia investiga ataque a segurança de deputado do PSL no Rio

O deputado Rodrigo Amorim (à dir.) quebra placa em homenagem a Marielle em 2018

A polícia do Rio investiga troca de tiros entre o segurança do deputado estadual Rodrigo Amorim (PSL) e supostos assaltantes em Nilópolis, na Baixada Fluminense. O caso ocorreu na manhã de sexta (29).

O segurança e sargento do Corpo de Bombeiros Ronald Generoso atuou por 12 anos como segurança do presidente Jair Bolsonaro. Segundo Amorim, ele estava em uma das principais avenidas da cidade, por volta das 6h, quando foi abordado por dois outros veículos.

Em nota, a Polícia Civil disse que, conforme informações preliminares, Generoso sofreu uma tentativa de assalto. “Investigações estão em andamento com o objetivo de identificar, prender os criminosos e apurar todas as circunstâncias”, completou a corporação.

O sargento estava sozinho no veículo e não se feriu. “Como ele reagiu com técnica, destreza e profissionalismo, possivelmente algum dos marginais pode ter se ferido –o que certamente não vou lamentar”, escreveu Amorim em uma rede social.  Folha de São Paulo

Segundo o deputado, Generoso o assessora na interlocução com instituições militares, e tem atuação política própria na Baixada Fluminense. O sargento foi cedido ao seu gabinete na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) em fevereiro.

“É bem desconfortável saber que somos visados por criminosos, mas a notícia de que Ronald não se feriu supera qualquer outra”, escreveu Amorim. “Agora é continuar o trabalho na certeza de que estamos incomodando gente sem escrúpulos.

“Com apoio do senador Flávio Bolsonaro (PSL), Rodrigo Amorim foi o deputado estadual fluminense mais bem votado nas eleições de 2018, com 140.666 votos. Em 2016, ele havia sido candidato a vice-prefeito na chapa de Flávio.

Na campanha de 2018, Amorim e o deputado federal Daniel Silveira (PSL) provocaram polêmica ao rasgar, em evento com o então candidato a governador Wilson Witzel (PSC), uma placa em homenagem à vereadora Marielle Franco, assassinada em fevereiro daquele ano.

Folha ainda não conseguiu contato com o parlamentar.

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