Prefeito do Assú nega insalubridade a servidores a frente do COVID mas torra quase R$ 100 mil com ex sócio de deputado

O prefeito do Assú que é exemplo de incompetência e má gestão, Gustavo Soares, negou aos servidores na linha de frente do COVID, que se arriscam diariamente para dar assistência aos pacientes com o novo corona vírus e outras comorbidades, o direito a insalubridade de 40% em suas remunerações mensais.

O prefeito nega aos servidores, mas já liberou quase R$ 100 mil reais para o ex sócio de seu irmão, Karume Nascimento, para fornecimento de banheiros e tendas, com a justificativa de que estava protegendo a população que precisava ficar exposta em frente a Caixa Econômica.

No entanto, a Caixa poderia arcar com isso, e tem dinheiro de sobra. O caminho para a Prefeitura conseguir isso era fácil, bastava apenas emitir uma recomendação junto com o Ministério Público. Porém, o pensamento é outro e prefere torrar esse dinheirão, ao invés de atender o pleito dos servidores e pagar os 40% de insalubridade.

A cada dia que passa, a Prefeitura do Assú mostra que está preocupada com os bolsos de seus aliados, que faturam mais e mais, e enquanto isso, os servidores e a população que sofra as consequências. É triste, mas é a realidade da gestão gente cuidando de gente.

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