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Professores do RN aprovam greve por tempo indeterminado

Categoria reivindica pagamento do reajuste salarial

Os professores da rede estadual de ensino do Rio Grande do Norte aprovaram o indicativo de greve por tempo indeterminado. A categoria se reuniu em assembleia no pátio da Escola Estadual Winston Churchill, na avenida Rio Branco, na tarde desta quinta-feira (22). Atualmente existem 15 mil professores na ativa e 640 escolas em todo o estado.

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN, Fátima Cardoso, reclama da condição de trabalho dos professores e do atraso de pagamento aos aposentados. A principal pauta do dia, no entanto, é o reajuste salarial. “Existem professores que trabalham em situações insalubres, além do calendário de pagando dos aposentados e reajuste do salário dos professores da ativa”, disse a representante sindical.

Os educadores pedem o pagamento do reajuste de 6,81% do piso salarial de 2018 e afirma que acumula uma pauta com 51 itens sobre melhores condições de trabalho.<br><br>O reajuste vem sendo negociado com a Secretaria de Estado de Educação e Cultura, que apresentou quatro propostas para o pagamento nesta segunda-feira (19), mas ainda não houve consenso. As informações são da Tribuna do Norte.

Em nota, a Secretaria Estadual de Educação informou que, no momento, não há nova proposta para atender a demanda da categoria. “Nos últimos dias foram apresentadas quatro propostas dentro das condições que o Governo tem para&nbsp; suportar o pagamento abarcando ativos e inativos, sem distinção”, disse o texto. A pasta ainda não avaliou sobre a possibilidade de judicialização ou não da greve.

Negociações

Inicialmente, a Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEEC) havia oferecido o reajuste de 6,81% em cinco parcelas, que seriam pagas entre julho e novembro deste ano. A proposta foi negada em assembleia&nbsp; pela categoria. Diante da recusa, as duas partes se reuniram novamente nesta segunda-feira (19), quando a titular da SEEC, Cláudia Santa Rosa, apresentou outras quatro propostas de conciliação.

A primeira delas consiste no reajuste parcelado entre abril e setembro para ativos e inativos; a segunda oferta foi o pagamento de 3% em junho e 3,81% em setembro para ativos e inativos; a terceira proposta é o reajuste de 3% em junho para ativos e inativos. No mês seguinte, seriam pagos mais 3,8% para os servidores da ativa e o mesmo percentual seria pago em setembro para os inativos. A outra opção é o pagamento integral para os ativos em abril e parcelado em cinco vezes para inativos, com pagamentos entre abril e setembro.

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