Rede enfrenta dificuldades financeiras, crise ideológica e a ameaça de debandada de filiados

A menos de um ano das eleições presidenciais, a Rede Sustentabilidade, partido da ex-ministra Marina Silva, terceira colocada em 2014, enfrenta dificuldades financeiras, crise ideológica e a ameaça de debandada de filiados.

Com quatro deputados federais, a sigla mantém estrutura de partido nanico e recebe R$ 280 mil do Fundo Partidário por mês.

A relutância do grupo de Marina em formar alianças para ampliar o tempo de TV e o isolamento da ex-senadora pioraram a crise interna. Parlamentares já admitem deixar o partido.

Enquanto as principais forças políticas do País já se movimentam objetivamente para a disputa presidencial de 2018, a Rede Sustentabilidade, partido da ex-ministra Marina Silva, terceira colocada na eleição de 2014, enfrenta dificuldades financeiras, uma crise ideológica e se vê diante da ameaça de debandada de filiados.

Esse é o quadro apresentado ao Estado por militantes, assessores e dirigentes do partido, que falaram em caráter reservado. Após ter o registro aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral em setembro de 2015, a Rede ainda tem estrutura de partido “nanico”, o que ficou evidenciado também no fraco desempenho de seus candidatos nas eleições municipais do ano passado. As informações são de O Estado de São Paulo.

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