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Saúde, segurança e moradia pautam pronunciamentos das lideranças na Assembleia

A falta de insumos no Sistema Único de Saúde (SUS) para tratamento da Diabetes, a definição do calendário para convocação dos classificados no último concurso público para a Polícia Civil no RN e a paralisação das obras do projeto Pró-Moradia, por falta da contrapartida do Governo Federal, foram os temas abordados pelos deputados que se inscreveram no horários destinado às lideranças da Assembleia Legislativa do RN nesta quarta-feira (16).

Primeiro a se pronunciar, o deputado Ubaldo Fernandes (PL) abordou a falta de insumos no Sistema Único de Saúde (SUS) para tratamento da diabetes. “É um assunto muito sério que põe em risco a qualidade de vida e, em alguns casos, a vida da pessoa”, destacou. O parlamentar recebeu membros da Associação Potiguar Amigos dos Diabéticos que reclama do programa de distribuição de insumos nos municípios, o ProSus.

Diante do que foi posto, Ubaldo Fernandes garantiu a tentativa de agendar reunião com o secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia, e uma audiência pública com as prefeituras de Natal e São Gonçalo do Amarante. “Fiquei muito sensibilizado com o pleito. Essa deve ser uma luta comum de todos”, disse. A deputada Cristiane Dantas (SDD) também contribuiu com a fala destacando a necessidade de regularização da distribuição dos insumos.

O deputado Subtenente Eliabe (SDD) foi a segunda liderança a se pronunciar na manhã desta quarta-feira (16) e aproveitou para repercutir a audiência pública, realizada na segunda-feira passada (14), que tratou da definição do calendário para convocação dos classificados no último concurso público, edital nº 01 de 25 de novembro de 2020, para provimento de 301 vagas no quadro de pessoal da Polícia Civil.

“Foi uma audiência muito produtiva e relevante”, avaliou o parlamentar que aproveitou para destacar o déficit de pessoal na corporação. “A Polícia Civil deveria ter 350 delegados e atualmente tem apenas 144. Escrivães, deveria ter 800, contra apenas 165 e 4 mil agentes de polícia diante de uma realidade de apenas 917. A Polícia Civil do RN trabalha com apenas 24% da sua capacidade. O resultado é um estado violento e impune, uma vez que a missão da Polícia Civil é investigar”, disse.

Finalizando o horário destinado às lideranças, a deputada Eudiane Macêdo (Republicanos) fez uma breve retrospectiva de seu mandato, destacando ações voltadas à construção de casas populares. “Uma das primeiras ações do nosso mandato como deputada estadual, em 2019, foi participar da luta pela liberação de R$ 50 milhões do projeto Pró-Moradia para a construção de mais de 700 casas populares em quase 50 cidades do Rio Grande do Norte”, afirmou.

A parlamentar recordou que em julho de 2020 “foram iniciadas as construções de 118 casas. Exatamente o total que se encontra paralisado. Até novembro de 2021, as casas vinham sendo construídas com recursos próprios do Governo do Estado. O governo solicitou, através da Companhia Estadual de Habitação, a liberação dos recursos federais, através da Caixa Econômica, mas infelizmente até agora não foram pagos”, apontou. Por isso, ela fez um apelo para que a bancada federal tente reaver os recursos do Governo Federal para a retomada da construção dessas casas no RN.

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