Senado retira propostas anti-Uber e projeto agora retorna para a Câmara

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O plenário do Senado flexibilizou nesta terça-feira (31) o projeto regulamentador que aproxima as exigências feitas a aplicativos como Uber e seus similares aos táxis.

Senadores aprovaram com modificações o texto que veio da Câmara. Foram retirados quatro pontos do texto enviado pelos deputados em abril: a obrigação da placa vermelha, exigência de que os motoristas sejam proprietários dos carros, possibilidade de regulamentação pelas prefeituras e restrição de atuação apenas ao município onde o veículo está registrado.

Devido às alterações feitas no projeto, será necessária nova análise do texto pela Câmara antes da sanção presidencial.

A votação foi marcada por um intenso debate e por confusão no plenário. As informações são da Folha de São Paulo.

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Parlamentares do PSDB trocam ofensas e ameaças de agressão

Deputados e senadores do PSDB quase saíram no braço durante reunião, na tarde desta terça-feira (31), na liderança do partido na Câmara. No encontro, os parlamentares deveriam conhecer e debater os detalhes de pesquisa encomendada pelo presidente interino da sigla, Tasso Jereissati (PSDB-CE), mas houve forte discussão, troca de ofensas e ameaças de agressão física.

O levantamento encomendado por Tasso foi o estopim para o agravamento da crise. Trechos da pesquisa foram publicados pelo “Painel”, no domingo, pela repórter Thais Arbex.  O documento aponta forte desgaste do partido perante a opinião pública, mas mais do que o seu conteúdo, foram os realizadores da enquete que causaram incômodo em parte do PSDB.

Tasso contratou o instituto Ideia Big Data para trabalhar para o PSDB durante sua gestão. Integrantes do PSDB de Minas, ligados ao senador Aécio Neves, afirmam que o vice-presidente da Ideia prestou serviços para o PT local em 2014 e que hoje a firma tem ligações com a Pepper, agência contratada pela campanha de Dilma e hoje investigada por suspeita de lavagem de dinheiro. As informações são da coluna Painel, da Folha de São Paulo.

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Presidente da Uber diz que permanência no Brasil depende do Congresso: acompanhe ao vivo votação

Uber

O presidente global do Uber, Dana Khosrowshahi, afirmou nesta terça-feira (31), após reunião com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que a permanência da empresa no Brasil depende da decisão do Congresso Nacional.

“Depende da decisão do governo”, disse Khosrowshahi na saída do ministério, sinalizando para o prédio do Congresso Nacional, que fica a menos dois quilômetros da Fazenda, onde deve ser votado ainda hoje um projeto que regulamenta aplicativos de transporte individual.

A proposta, já aprovada pela Câmara dos Deputados, impõe uma série de exigências para esse tipo de transporte, como adoção de placas vermelhas e vistorias periódicas. As empresas que oferecem esse tipo de serviço criticam o texto aprovado pelos deputados por considerá-lo benéfico aos táxis.

STJ nega habeas corpus aos irmãos Batista

O ministro Rogerio Schietti, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou nesta terça-feira habeas corpus aos irmãos Wesley e Joesley Batista, donos da empresa JBS. Eles estão presos preventivamente pela Operação Tendão de Aquiles por suposta prática do crime de “insider trading”, que consiste no uso de informação privilegiada para lucrar no mercado financeiro. Ambos continuarão presos por tempo indeterminado.

Segundo as investigações, os dois teriam dado ordens de compra e venda de ativos da JBS no período em que negociavam acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR), já antevendo a influência da delação no mercado financeiro. As informações são de O Globo.

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Secretaria de Administração Penitenciária cancela videoteca em presídio de Cabral

A Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio (Seap) cancelou nesta terça-feira a susposta doação de equipamento de TV, DVD e home theater de última geração para a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica. Na unidade, estão presos o ex-governador Sérgio Cabral e outros detentos ligados a ele, como o ex-secretário estadual de Saúde Sérgio Côrtes.

A decisão foi tomada após os três voluntários da Comunidade Cristã Novo Dia, ligada à Igreja Batista do Méier, que assinam o termo de doação ao presídio, afirmarem que foram enganados por alguém de dentro da unidade prisional.

O pastor Cesar Dias de Carvalho, da Comunidade Cristã Novo Dia, conta que assinou o documento a pedido de Clotildes de Moraes, coordenadora dos voluntários da igreja, que disse ter sido procurada pela direção do presídio para obter três assinaturas no documento para liberar a doação. As informações são de O Globo.

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Reunião entre Tasso e deputados do PSDB acaba em bate-boca

O clima tenso entre parlamentares do PSDB — divididos entre os que apoiam o senador Aécio Neves (MG) e os que apoiam Tasso Jereissati (CE) — culminou em bate-boca e gritaria nesta terça-feira, durante reunião de Tasso com a bancada de deputados do partido. O encontro, na liderança do PSDB na Câmara, foi marcado pelo líder Ricardo Tripoli (PSDB-SP) para que o publicitário Moriael Paiva, da empresa Ideia Big Data e contratado por Tasso, fizesse uma exposição sobre o plano de reestruturação de comunicação da sigla nas redes sociais.

Entretanto, a contratação de Moriael — que trabalhou nas campanhas do PT para a Presidência e o governo de Minas Gerais em 2014, derrotando as candidaturas de Aécio Neves e Pimenta da Veiga, respectivamente — enlouqueceu os deputados das bancadas mineira e goiana. As bancadas são ligadas ao governador Marconi Perillo (GO), que deve disputar com Tasso a presidência do partido na convenção de dezembro.

O deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) levou reproduções de postagens de Moriael com ataques ao PSDB e ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Segundo Sávio, o texto dizia que a merenda escolar oferecida pelo governo de São Paulo era de péssima qualidade e “quase podre”.

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Atropelamento terrorista deixa oito mortos e vários feridos em Manhattan

Um atropelamento em uma ciclovia de Manhattan seguido por tiros deixou oito mortos e ao menos nove feridos na tarde de terça-feira, segundo relatos da polícia à imprensa de Nova York. A polícia nova-iorquina respondeu ao alerta durante a tarde, no bairro de TriBeCa, e pouco depois anunciou a detenção de um suspeito que dirigia uma caminhonete. A corporação afirmou que a ação teria sido deliberada, e, junto ao FBI, trata o caso como terrorismo.

Testemunhas relataram que a caminhonete avançou por até 20 quadras no sentido contrário da ciclovia adjacente à West Side Highway, na região de Battery Park (zona sul da ilha), ferindo ciclistas e pessoas que passavam no local.

De acordo com a polícia, o suspeito saiu gritando e exibindo duas armas falsas antes de ser baleado na perna e preso. O veículo aparentemente pertencia a uma loja de produtos residenciais.

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Deputado presidiário já custou mais de R$ 200 mil aos cofres públicos desde a condenação

Autorizado a deixar o presídio durante o dia para trabalhar como parlamentar na Câmara, o deputado Celso Jacob (PMDB-RJ), desde que foi preso, em 6 de junho, já levou mais de R$ 240 mil dos cofres públicos. Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o parlamentar teve seu último recurso contra a condenação rejeitado pela Corte no dia 23 de maio. No entanto, foi autorizado pela Justiça Federal a exercer o mandato, desde que retornando ao presídio da Papuda durante a noite e permanecendo recluso aos finais de semana.

Além do polpudo salário de R$ 34 mil que o deputado conseguiu manter, nos últimos meses seu gasto com verba de gabinete outros R$ 64.112,41. Desse valor R$ 41.314,50 foram destinados a divulgação de suas atividades como parlamentar por meio das redes sociais e em seu site, outros R$ 14.562,87 foram gastos com manutenção de escritório de apoio (locação de mobília e imóvel), além de R$ 3.386,69 com emissão de bilhete aéreo (resquício de meses anteriores), R$ 2.783,36 com alimentação (sendo todas no restaurante da Câmara), R$ 2.064,99 com telefone e R$ 635,72 com serviços postais.

Se somados esses valores aos seus últimos salários, desde que foi condenado Celso Jacob já consumiu cerca de R$ 235 mil dos cofres públicos. A conta aos contribuintes pode ficar ainda maior, se o custo de Celso Jacob como detento no Complexo Penitenciário da Papuda for somado aos demais. De acordo com a Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe), da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social do Distrito Federal, a média de custo por preso na capital, em 2016, foi de R$ 1,8 mil por mês. O valor também corresponde a média atual gasta com um preso em Brasília. As informações são do Congresso Em Foco.

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