Carlos Eduardo Alves não empolgou população de Assu e Angicos

A vice-prefeita do Assu e sua esposa reuniram um pouco mais de uma dúzia de pessoas na feira para escutar Carlos Eduardo Alves

O candidato a governador pelo PDT Carlos Eduardo Alves apoiado pela vice-prefeita do Assú Sandra Alves, do MDB, passou ontem o maior vexame e vergonha na visita que fez a feira livre, reunido pouca gente com desanimação.

O MDB do Assú, antes de se aliar a oportunista oligarquia Soares era um partido forte que tinha mais de dois vereadores na Câmara e hoje, não tem nenhum, realizou uma movimentação com Carlos Eduardo Alves que  não empolgou a população.

Em Angicos, berço político da oligarquia dos Alves, a movimentação política do candidato Carlos Eduardo Alves, também foi fiasco com pouca gente.

PT do Assu revida ataques do MDB e aliados de George Soares contra Fátima Bezerra

PT do Assú não pede voto para o deputado estadual George Soares

Sem dó e sem piedade, o presidente do diretório do MDB do Assú Helder Cortez Alves, esposo da vice-prefeita Sandra Alves e aliado político do prefeito Gustavo Soares e do deputado estadual George Soares, tem intensificado ataques na rede social contra a candidata do PT ao Governo do Estado, Fátima Bezerra.

Na visita do candidato do PDT, Carlos Eduardo Alves, ontem a Assu, que tem o apoio da vice-prefeita Sandra Alves e do seu esposo Helder Alves, o PT do Assú deu o troco para contra atacar e hostilizar o candidato do PDT, deixando o clima tenso entre os aliados do deputado estadual George Soares que parece não ter controle nenhum para frear ataques do MDB de Assú contra Fátima Bezerra.

Nos bastidores comenta-se que o MDB do Assú hostiliza Fátima Bezerra com o aval do prefeito Gustavo Soares e do seu irmão, deputado estadual George Soares e nunca foram repreendidos. Citam por exemplo que Zenaide Maia não sofreu ataques ate hoje ou nenhuma contestação apesar de ser aliada da senadora do PT.

TRAIÇÃO: George Soares veste camisa com adesivo de Beto Rosado em Itajá

George Soares com camisa adesivada no palanque com Beto Rosado, do PP

Para manter a oportunista oligarquia Soares no poder, o deputado estadual George Soares (PR), está disposto a fazer qualquer negócio para permanecer na Assembléia Legislativa, apesar de ter recebido um total de R$ 330 mil para apoiar e fazer dobradinha com o candidato a deputado federal e presidente do seu partido João Maia.

Mas, ontem, George Soares numa demonstração de que a fidelidade política é um sentimento que não vale nada, ele vestiu  uma camisa com adesivo do candidato à reeleição a deputado federal, Beto Rosado, do Progressistas.

O prefeito de Itajá, Alaor Pessoa, que apoia a reeleição do governador Robinson Faria, fez mobilização política para apresentar Beto RosadoGeorge Soares ao seu grupo de apoiadores na noite deste sábado, 15. Para não perder apoio do prefeito, George vestiu a camisa com adesivo de Beto Rosado.

Decretos de Alckmin renderam R$ 3,8 milhões a familiares

Geraldo Alckmin de olhar fixo e expressão preocupada se prepara para entrevista coletiva, em Betim (MG).
Desapropriações para rodovia envolveram terrenos ligados a sobrinho; candidato diz ser descabido cogitar favorecimento

Governador de São Paulo por quatro vezes, o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) assinou dois decretos que levaram a desapropriações de terrenos envolvendo familiares.

Os processos já renderam a eles ao menos R$ 3,8 milhões.

As medidas, editadas em 2013 e 2014, mencionam como proprietários Othon Cesar Ribeiro, sobrinho do tucano, e Juliana Fachada Cesar Ribeiro, hoje sua ex-mulher e mãe de seus quatro filhos, para a construção de uma polêmica rodovia em São Roque, a 70 km da capital paulista. Os decretos resultaram em ações judiciais de desapropriação.

Othon é filho de Adhemar Ribeiro (irmão da ex-primeira dama Lu), cunhado de Alckmin citado em delações como arrecadador de caixa dois para campanhas do candidato.

Além de aparecer nos decretos, o sobrinho é também parte em um dos processos de desapropriação na Justiça que começou a tramitar em 2014. 
Camila Mattoso eRanier Bragon – Folha de São Paulo

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TSE nega pedido de Lula para gravar propaganda eleitoral da prisão

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Ministro Sérgio Banhos declarou em despacho que não é competência da Justiça Eleitoral decidir sobre a produção do material pelo ex-presidente

O ministro Sérgio Banhos, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou neste sábado, 15, pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que declarasse o direito do petista gravar áudios e vídeos de dentro da prisão. A intenção era utilizar as mídias na propaganda eleitoral no rádio e na televisão.

Ao negar dar andamento ao pedido, Banhos argumenta que não é competência da Justiça Eleitoral decidir sobre a produção do material por Lula, uma vez que este assunto deve ser tratado pelo juízo responsável pela execução da pena do petista. O ex-presidente está preso na sede da PF em Curitiba após ser condenado em segunda instância pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

“O que pretendem os requerentes escapa à competência da Justiça Eleitoral, que estaria se imiscuindo em assunto de competência do Juízo da Execução, responsável pela administração de todas as questões pertinentes ao cumprimento pena”, afirma Banhos em sua decisão. Thiago Faria, O Estado de S.Paulo

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Mercado clandestino de canais de TV reúne empresários, políticos e igrejas

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Prefeito licenciado de Aracati e ex-deputado federal Bismarck Maia (PDT-CE) – Reprodução/Facebook

Tenho 16 retransmissoras e outras 16 pré-aprovadas [à venda]”, diz o prefeito licenciado de Aracati e ex-deputado federal Bismarck Maia (PDT-CE) à Folha. Ele faz parte de uma rede de empresários, igrejas e políticos que compram, vendem e alugam clandestinamente canais de TV.

Brechas legais movimentam esse balcão de negócio. Hoje existem pelo menos 1.200 canais anunciados, segundo quatro operadores desse mercado que pediram para não ser identificados.

Os canais são concedidos pelo Ministério das Comunicações gratuitamente e só podem ser transferidos depois de três anos de operação.

Para obtê-los diretamente no ministério, porém, interessados têm de enfrentar fila de milhares de pedidos em andamento. Por isso, recorrem ao feirão de canais de prateleira.

Eles são chamados assim porque os titulares não constroem estações nem solicitam autorização de funcionamento para a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Julio Wiziack – Folha de São Paulo

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