ENCRENQUEIRO: Líder do Governo piora imagem de Fátima Bezerra em Assú

O líder de Governo, o deputado estadual George Soares, é um encrenqueiro nato, pelo seu desempenho em arrumar problemas para a governadora na Assembleia, e para completar, ele criou também na cidade do Assú. A comprovação foi feita na pesquisa TELEDATA, que revelou que 23,36% classificou  a gestão de Fátima como péssima, 10,92% como Ruim, e 41,70% como regular.

Apenas 3,06% classificaram como ótima, e 17,25% como boa. Já os que Não souberam ou Não responderam foi de 3,71%.

Antes da aliança com a oligarquia Soares, que é o trio Ronaldo, George e Gustavo, a petista Fátima Bezerra era bem avaliada e sempre teve maioria na preferência do eleitorado, mas depois da aliança, ela só tem perdido espaço, e o PT de Assú enfraquecendo ainda mais.

Deputados atendem convocação extraordinária e aprovam mudanças no PROEDI

Os deputados estaduais aprovaram à unanimidade as duas matérias que foram objeto da convocação extraordinária por parte do Governo do Estado: os ajustes no Projeto de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial do RN (PROEDI) e a segunda, que trata sobre a alteração da lei promulgada em 2006 sobre o Fundo de Desenvolvimento Comercial e Industrial (FDCI). As matérias seguem para sanção governamental.

Durante a discussão das matérias, o presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB) agradeceu o empenho dos colegas diante da convocação do governo estadual e ressaltou: “A Assembleia mostra sua força quando debate e amplia as discussões em torno de projetos importantes para o nosso Estado. Agradeço aos colegas que compareceram para apreciar essas matérias”, disse.

O secretário de Tributação do RN, Carlos Eduardo Xavier, acompanhou a votação e antes, esteve reunido com os prefeitos na FEMURN. Lá, os prefeitos tiraram suas dúvidas sobre a compensação financeira aos municípios, que será possível após os ajustes no projeto. O PROEDI, que substituiu o antigo Proadi via decreto governamental, passa a vigorar sob forma de projeto de lei. Das galerias, alguns prefeitos acompanharam as votações.

Há uma semana, os deputados aprovaram a Lei Orçamentária Anual (LOA 2019) e entraram em recesso legislativo. A convocação extraordinária ocorre sem onerar os poderes, pois não há pagamento de diárias, nem de indenização pela atividade fora do período de sessões ordinárias.

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PF conclui que palestras de Lula foram legais, mas vê propina em doação

A Polícia Federal concluiu que as palestras feitas pelo ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva no Brasil e no exterior entre 2011 e 2015 por meio da empresa Lils, aberta por ele para este fim depois que deixou a Presidência no final de 2010, foram legais e aconteceram de fato.

No mesmo relatório, porém, a PF indicia Lula e dirigentes do Instituto Lula, além de Marcelo Odebrecht e do ex-ministro Antonio Palocci, por doações no valor total de R$ 4 milhões feitas pela Odebrecht ao instituto do petista —os valores foram considerados propina, de acordo com as conclusões do inquérito da PF. A defesa de Lula nega.

Em relatório de 130 páginas concluído na segunda-feira (23) o delegado Dante Pegoraro Lemos, da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, analisou as palestras proferidas pelo petista no período citado acima —parte delas foi contratada por empreiteiras envolvidas no escândalo da Lava Jato.

A PF analisou 23 palestras concedidas pelo petista contratadas pelas construtoras Odebrecht, Camargo Corrêa, UTC, Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez e OAS e pela Cervejaria Petrópolis, em um total de R$ 9.338.658,75.

A investigação comparou documentos apreendidos na sede do Instituto Lula, relação de eventos e fotos divulgadas pela equipe de Lula sobre as palestras, a contabilidade das empresas envolvidas e depoimentos de delações premiadas de executivos, dirigentes do instituto e pessoas ligadas ao caso de maneira geral e, apesar de não afastar a existência de crimes, não encontrou ilegalidades.

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Em delação frustrada, Cunha citou 120 políticos e arrecadação milionária

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Em sua fracassada tentativa de fechar um acordo de delação na Lava Jato, o ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ), que está preso há três anos, atribuiu irregularidades a cerca de 120 políticos e disse ter arrecadado R$ 270 milhões em um período de cinco anos para repartir com correligionários e aliados, sendo 70% via caixa dois.

Cunha entregou sua proposta de delação a procuradores em meados de 2017, mas seus relatos foram considerados pelos investigadores superficiais demais, e não houve acordo.

Um dos documentos com a proposta foi compartilhado entre procuradores que discutiam a possibilidade de delação em um chat do aplicativo Telegram, em julho de 2017. O arquivo faz parte do material enviado por fonte anônima ao site The Intercept Brasil e analisado pelo site e pela Folha.

Nos mais de cem capítulos de sua proposta de delação, Cunha dá sua versão para a formação de um grupo de dezenas de deputados que o elegeu para o comando da Casa em 2015 e descreve como angariou gradualmente influência dentro do então PMDB (hoje MDB), liderado por Michel Temer, que assumiria a Presidência da República em 2016.

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Desigualdade: Nordeste e Norte ficam ainda mais distantes das outras regiões do País

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A recessão que assolou o Brasil entre 2014 e 2016, deixou no seu rastro um aumento da desigualdade que o País ainda está longe de conseguir mitigar. E esse fenômeno da desigualdade atingiu ainda de forma mais forte as regiões menos desenvolvidas.

Um estudo de pesquisadores da Fundação Getulio Vargas (FGV) aponta que a distância entre as regiões brasileiras aumentou nos últimos cinco anos, como consequência da recessão: enquanto a desigualdade da renda do trabalho cresceu quase 5% no Nordeste e no Norte, nas demais regiões, ela cresceu na casa dos 3%, pelo coeficiente de Gini.

Esse índice mede o grau de concentração de renda em um grupo, apontando a diferença entre os rendimentos dos mais pobres e mais ricos. Ele varia de 0 a 1. Quanto maior o número, maior a desigualdade.

O economista Daniel Duque, um dos responsáveis pelo estudo, aponta que, dos cinco Estados que ficaram mais desiguais nos últimos cinco anos, todos são nordestinos. Nesse ponto, os últimos anos foram mais cruéis na Paraíba, no Maranhão e em Alagoas.

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Ivan Júnior ou Dra. Vanessa ganham em todos os cenários contra Gustavo Soares


A vida não tá fácil para o fantoche de prefeito, Gustavo Soares, pois ele perde em todos os cenários, seja contra Ivan Júnior ou Dra. Vanessa.

No primeiro cenário da pesquisa, Ivan Júnior ganha com 47,82% contra 38,21% de Gustavo Soares.

O segundo cenário mostra Dra. Vanessa ganhando com 42,37%, contra 37,9% de Gustavo Soares.

Já o terceiro cenário mostra que Ivan Júnior lidera com 62,45%, contra Nuilson Pinto que tem apenas 14,85%.

Em todos os possíveis cenários, o ex prefeito Ivan Júnior mostra sua força, e tem a preferência do eleitorado assuense.

PESQUISA TELEDATA: Fabiele Bezerra lidera corrida para vereador em Assú


A vereadora Fabiele Bezerra, lidera pesquisa espontânea para vereador em Assú com 4,37%, segundo a pesquisa TELEDATA realizada na terra dos poetas.

Na sequência, Paulinho e Paulo Brito aparecem com 2,4%, enquanto a vereadora Delkiza está com 2,18%.

O vereador João Paulo aparece na quinta colocação com 1,97%, a vereadora Beatriz tem 1,75%, enquanto Matheus do Frutilândia está com 1,53%.

A pesquisa também mostrou que 1,53% do eleitorado está indeciso, e 61,35% não sabe ou não respondeu, um percentual muito alto e que dá margem para que novos nomes surjam até as eleições do próximo ano.

REI DA REJEIÇÃO EM ASSÚ: Gustavo Soares lidera rejeição em pesquisa da TELEDATA


A pesquisa TELEDATA confirmou ainda, algo que o Blog do VT diz constantemente, que a população do Assú está muito insatisfeita com o fantoche de prefeito, Gustavo Soares, que lidera a rejeição com 24,89% das intenções de voto.

O desgaste político de Gustavo Soares é grande, pois ele é o prefeito que o povo elegeu, mas quem comanda a Prefeitura é o seu pai, o ex prefeito e maior ficha suja da história do município, Ronaldo Soares.

O ex prefeito Ivan Júnior, aparece com 16,16%, a vereadora Fabiele tem 3,28%, Luiz da funerária com 10,26%, Nuilson Pinto com 5,68%, João Nogueira com 5,46%, enquanto Dra. Vanessa tem apenas 1,09%.

Enquanto 33,19% não souberam responder.

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