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Escola Agrícola da UFRN abre 3,3 mil vagas em cursos de qualificação à distância

Escola Agrícola de Jundiaí fica em Macaíba, na Grande Natal — Foto: Divulgação/EAJ

A Escola Agrícola de Jundiaí, ligada à Universidade Federal do Rio Grande do Norte, abriu inscrições para 3,3 mil vagas em sete cursos gratuitos na área de Ciências Agrárias, dentro do programa Novos Caminhos.

Segundo a instituição, os cursos de qualificação profissional serão na modalidade de Educação a Distância. A maioria deles tem 160 horas de duração, mas o de Operador de Beneficiamento de Pescado tem 200 horas e o de Agente de Gestão de Resíduos Sólidos, 240h. Veja o edital aqui.

As inscrições já estão abertas até o dia 21 de março. Os interessados devem preencher um formulário disponível na aba “Inscrições” do site do programa (aqui). O resultado da seleção deverá ser divulgado no dia 22.

Cursos

  • Aquicultor – Produção Comercial de Peixes Ornamentais – 600 vagas
  • Aquicultor – Produção Comercial de Peixes – 600 vagas
  • Agente de Gestão de Resíduos Sólidos – 500 vagas
  • Horticultor Orgânico – 400 vagas
  • Auxiliar de Operação em Estação de Tratamento de Águas – 400 vagas
  • Operador de Beneficiamento de Pescado – 400 vagas
  • Produtor de Derivados do Leite – 400 vagas

Os candidatos aprovados terão que fazer a confirmação de matrícula até 29 de março e o início das aulas é previsto para o dia 5 de abril. Os candidato só podem se inscrever em uma opção de curso.

Para se inscrever, os pré-requisitos são:

  • Ter pelo menos 16 anos (menor de idade precisa apresentar dados dos pais);
  • Não possuir matrículas ativas em outro curso financiado pelo Bolsa Formação;
  • Possuir a escolaridade mínima requisitada por cada curso (ver edital).

G1RN

MPF obtém condenação de organização criminosa por contrabando de cigarros

PF prende em Mossoró contrabandista de cigarros foragido da Justiça —  Português (Brasil)

O Ministério Público Federal (MPF) obteve a condenação de 12 envolvidos em esquema de contrabando e comércio ilegal de cigarros no sertão potiguar. Os criminosos foram denunciados após a Operação Smoke Route, que apreendeu mais de 1300 caixas de cigarros estrangeiros, avaliados em cerca de R$ 3,4 milhões.

Segundo o MPF, as investigações revelaram “uma verdadeira organização criminosa, estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, para prática de crimes de contrabando de cigarros estrangeiros, com indícios, ainda, da prática de estratégias de lavagem de dinheiro, emprego de armas de fogo e circunstâncias que evidenciam a transnacionalidade da atuação”. De acordo com dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras – COAF, a quadrilha teria movimentado mais de R$ 106 milhões, entre 2018 e 2020, em função do comércio ilegal praticado.

Na sentença, o juiz Federal substituto Rodrigo Arruda Carriço destacou que mensagens colhidas nos aparelhos dos criminosos “demonstram, de forma categórica, que um grupo de pessoas, unidas por liame subjetivo comum, atuava, de forma ilegal, no comércio de cigarros no interior do Rio Grande do Norte, mediante divisão de tarefas, com a finalidade de obtenção de vantagem econômica.”

Os réus foram condenados pelos crimes de contrabando, organização criminosa e porte ilegal de arma de fogo, de acordo com a participação de cada um nas atividades, com penas que vão de três a mais de oito anos de reclusão. Da decisão ainda cabe recurso. A Ação Penal segue na 12Vara da Justiça Federal no RN sob o número 0800194-95.2020.4.05.8404.

Liderança – O MPF sustenta que os irmãos José Robismar, Rerison e Francisco de Lima atuavam como líderes da organização criminosa, com a coordenação da aquisição, armazenamento e comercialização dos cigarros. Eles contavam com o apoio das esposas – Érica Cristina de Oliveira Silva, Apoliana Cristina da Costa Lima e Edna de Oliveira de Lima – na administração financeira, intermediação e distribuição dos produtos aos revendedores.

A decisão judicial ratifica que José Robismar era o principal líder da organização criminosa, “com pleno domínio operacional da atividade delituosa, além de participar, pessoalmente, de atividades relacionadas à logística de importação, recebimento e armazenamento dos cigarros contrabandeados”.

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