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Prefeito Gustavo anuncia lockdown orientado pelo deputado George Soares

O prefeito Gustavo Soares participou ontem de um programa na rádio na Princesa, enrolou, enrolou e enrolou nas explicações, não soube falar com clareza por medo da reação popular, mas em suas palavras deu a entender que haverá lockdown a partir da próxima semana.

Em toda a entrevista, ele tentou se eximir da culpa do aumento dos casos e da negligência por parte da Prefeitura, ele não explicou onde foram aplicados os recursos federais para ações de combate e de enfrentamento a COVID, que deveriam ter sido usados para evitar que o munícipio chegasse ao grau de risco que se encontra.

O prefeito Gustavo também não disse o porque de aplicar ações tão tardias de combate e enfrentamento à Covid-19, mesmo após tantas famílias sofrerem com a infecção e muitas outras perderem entes tão queridos.

Gustavo ainda deixou escapar em determinado momento, que o deputado George participou de outra entrevista ontem e que lá disse que não se pode culpar comércio ou Prefeitura, mas que a medida tem que ser tomada, ou seja, ele é o incentivador da tomada de decisão pra o lockdown iniciar.

Tentar se isentar da culpa não resolve o problema. Castigar ainda mais o comércio local e permitir que as aglomerações aconteçam na Prefeitura também não irá resolver o problema. Porque a contaminação só vai diminuir se todos seguirem as regras de distanciamento e campanhas de conscientização como lavar sempre as mãos e uso de máscara, porém, se a Prefeitura do Assú tivesse um gestor presente e competente, o fluxo seguiria, mas o que se comprovou nos últimos anos, que o desastre da gestão e irresponsabilidade pelas vidas, se dá ao irmão do deputado George Soares.

Munição desviada de forças de segurança abasteceu criminosos em ações com 83 mortes

Veículo da Polícia Civil isola local do assassinato da vereadora Marielle Franco, em março de 2018: munição usada por criminosos tinha origem na PF Foto: Uanderson Fernandes / Agência O Globo

Cartuchos comprados por forças de segurança foram usados em pelo menos 23 ações criminosas que culminaram nas mortes de 83 pessoas em oito estados de 2010 a 2020. Levantamento feito pelo GLOBO em parceria com o Instituto Sou da Paz identificou a utilização de 145 lotes diferentes de munição adquirida por polícias ou pelas Forças Armadas nas ocorrências — que incluem sete chacinas, cinco grandes apreensões de munição com criminosos e até um roubo. Na maior parte dos episódios, os desvios nunca foram esclarecidos, e não houve punições aos agentes públicos envolvidos.

A pesquisa teve como base informações que integram processos e inquéritos sobre cartuchos coletados em cenas de crimes ou apreendidos em posse de criminosos. Grupos de extermínio e milícias atuaram em 15 dos crimes em que foi constatado o uso de munição desviada.

A análise dos dados revela que os projéteis desviados se “espalharam”: 13 lotes foram apreendidos em mais de uma ocorrência, e nove deles foram usados para cometer crimes em pelo menos dois estados.

O lote apreendido em mais ocorrências foi o UZZ18, comprado em 2006 pela Polícia Federal (PF). Cartuchos deste tipo foram usados no homicídio da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes; numa guerra entre traficantes em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio; no roubo a uma agência dos Correios em Serra Branca, na Paraíba; e em duas chacinas com participação de policiais militares na Região Metropolitana de São Paulo entre 2012 e 2015 — na mais recente, 17 pessoas foram assassinadas.

‘Noite do terror’

O lote BAY18, comprado pela PM de São Paulo em 2007, foi o segundo encontrado em mais ocorrências: cartuchos do tipo foram apreendidos nas duas chacinas de São Paulo, na guerra do tráfico em São Gonçalo e no episódio que ficou conhecido como Noite do Terror de Londrina, no Paraná, em que um grupo de extermínio formado por policiais matou 11 pessoas para retaliar a morte de um soldado da PM. Em comum, os dois lotes com mais ocorrências têm o número de cartuchos acima do usual: o UZZ18 é composto por 2,4 milhões de projéteis; já o BAY18, por 3,9 milhões — ambos muito maiores do que o “lote padrão” de dez mil cartuchos estabelecido pelo Exército, responsável pelo controle de munição no país.

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‘Motociata’ de Bolsonaro leva multidão para as ruas do Rio

Temos de agradecer à nossa direita', diz Bolsonaro no fim de 'motociata' no  Rio - Jornal O Globo

A ‘motociata’ de Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro provocou aglomeração de milhares de apoiadores do presidente da República.

A prefeitura estimou que participariam do evento de 10 a 15 mil pessoas neste domingo. A polícia, porém, afirmou que não contabilizou o número de manifestantes.

Em nota, a Polícia Militar informou que mais de 20 unidades da PM, com cerca de mil homens, foram mobilizadas para fazer a segurança do ato.

O antagonista

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