fbpx

Sindicalistas vão usar 1º de Maio para convocar atos em Brasília contra reforma da Previdência

As centrais sindicais que organizaram a greve geral desta sexta (28) vão usar o 1º de Maio, Dia do Trabalho, para convocar seus filiados a “ocupar Brasília” no dia da votação da reforma da Previdência, segundo a coluna Painel da Folha de São Paulo.

As entidades vão fazer o chamado para novas manifestações em um comunicado conjunto. O documento também terá ordens para que dirigentes estaduais organizem atos para pressionar os senadores a mudar o texto que cria novas regras trabalhistas, aprovado esta semana na Câmara.

Antônio Jácome esta na lista de Temer como deputado infiel

Resultado de imagem para deputado antonio jacome

Segundo informações da Folha de São Paulo,  o deputado potiguar Antonio Jácome (PTN-RN), além de outros integrantes da equipe de articulação política, entraram na lista Gonzaga Patriota (PSB-PE), Cícero Almeida (PMDB-AL), Luciano Ducci (PSB-PR), Marcelo Álvaro (PR-MG), Jony Marcos (PRB-SE).

Por compor a base aliada de Temer, esses deputados ganham no governo o direito de escolher quem ocupará cargos da administração federal em seus Estados de origem.

Algumas portarias internas com as demissões já foram editadas. A maior parte delas deve acontecer no início da próxima semana, como um recado de que traições em plenário não serão toleradas.

Segundo auxiliares de Temer, nem todas as demissões serão definitivas. Algumas podem ser revertidas se os padrinhos das nomeações decidirem votar com o governo na reforma da Previdência.

Presidente lista 25 infiéis para demitir seus indicados

O presidente Michel Temer listou cerca de 25 parlamentares que terão seus aliados demitidos de cargos públicos por terem votado contra o governo na proposta de mudança da legislação trabalhista e também por não apoiarem a reforma da Previdência.

A estratégia do Palácio do Planalto é tirar os cargos dos parlamentares considerados infiéis e transferir as nomeações para outros, em troca dos votos desses deputados na reforma da Previdência.

O governo considera ter sido traído por cerca de 70 deputados. Espera que as demissões ajudem a reverter a posição do resto do grupo.

Os alvos são deputados que compõem a base de Temer, mas são considerados “irrecuperáveis” —ou seja, traíram o governo e não podem ser convencidos a apoiar a reforma da Previdência.

Há nomes de dez partidos, como o PMDB (sigla do presidente), o PP (do líder do governo) e o PSB —este declarou posição contrária às reformas e deve ser o mais atingido. As informações são do jornalistas Bruno Boghossian e Paulo Gama, da Folha de São Paulo.

Justiça do Assú pode acabar com boquinha de nepotismo da mãe do prefeito e do deputado do PR

A atual secretária executiva de Desenvolvimento Humano da Prefeitura do Assú, Rizza  Montenegro – mãe do prefeito Gustavo Soares e do deputado estadual George Soares, ambos filiados ao PR – pode perder a boquinha de R$ 7 mil que engorda a conta bancária da oligarquia Montenegro/Soares com a festa de nepotismo no município ás custas de recursos públicos.

Rizza que é aposentado da Assembléia Legislativa ganhando mais de R$ 13 mil/mensal, totalizando assim, uma receita superior a R$ 20 mil/mês, ficou amedrontada com a decisão do juiz Eduardo Neri Negreiros, da comarca de Apodi, que concedeu medida liminar para suspender a eficácia do ato de nomeação de Maria Goreti da Silveira Pinto, mãe do prefeito Alan Jefferson da Silveira Pinto para o cargo de Secretária Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social.

A expectativa é de que a Justiça do Assú adote decisão semelhante para suspender a prática do nepotismo explícito adotada pelo prefeito Gustavo Soares que tem a sua mãe,Rizza Montenegro, como integrante do primeiro escalão do governo municipal. O Ministério Público da comarca do Assú deverá acionar o Judiciário para pelo menos questionar a nomeação da mãe do prefeito e outros parentes que foram nomeados pelo chefe do executivo assuense.

Conselho Nacional do MP vai investigar ex-procurador do Rio

Lopes é suspeito de ter avisado sobre operação de busca e apreensão

POR CHICO OTAVIO E DANIEL BIASETTO – O Globo

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) abriu um processo para investigar a conduta do ex-procurador-geral do Rio Cláudio Lopes, apontado pelo advogado Cesar Romero, colaborador da Lava-Jato, como responsável por ter vazado uma operação de busca e apreensão em sua casa, em 2010, quando Romero era subsecretário-executivo da Saúde. Ele disse que foi avisado da operação pelo seu chefe, o então secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes.

O procedimento de número 1.00314/2017-30 é mantido em sigilo no CNMP, o mais importante órgão disciplinar da categoria. Na última quarta-feira, o Conselho Superior do Ministério Público do Rio já havia aberto um inquérito para apurar a acusação contra o ex-procurador.

Se for instaurado um processo administrativo disciplinar, a punição pode variar desde uma advertência até a demissão e cassação de aposentadoria, como está previsto na Lei Orgânica do Estado do Rio de Janeiro. Se a punição for perda do cargo, é o Procurador-Geral de Justiça do Estado que fica responsável pelo ajuizamento de ação civil para decretação de perda da função.

Leia maisConselho Nacional do MP vai investigar ex-procurador do Rio

Gilmar Mendes manda soltar Eike Batista

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a libertação do empresário Eike Batista, preso em Bangu pela Operação Eficiência, que investiga contratos fraudulentos de empresas com o governo do Rio de Janeiro.

O ministro suspendeu a prisão preventiva decretada em janeiro pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio. O ministro também afirmou que o juiz pode analisar a necessidade de aplicação de medidas cautelares – como, por exemplo, a prisão domiciliar ou o monitoramento por tornozeleira eletrônica.

Na decisão, Gilmar ponderou que os crimes são graves – no entanto, isso não é um motivo forte o suficiente para justificar que ele fique preso. “O fato de o paciente ter sido denunciado por crimes graves – corrupção e lavagem de dinheiro –, por si só, não pode servir de fundamento único e exclusivo para manutenção de sua prisão preventiva”, afirmou. As informações são de O Globo.

Leia maisGilmar Mendes manda soltar Eike Batista

Após críticas à reforma trabalhista, Planalto dá ultimato a Renan

Renan e Temer

Senador alagoano disse que ‘não está sabendo’ de nenhum tipo de movimento contra ele; após reforma trabalhista do governo passar na Câmara, ele irritou o governo ao declarar que projeto não passaria no Senado

Julia Lindner, O Estado de S.Paulo

Aliados do presidente Michel Temer afirmam que ele está “indignado” com a postura do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), contra as reformas trabalhista e previdenciária. Nesta sexta-feira, o presidente do partido, Romero Jucá (PMDB-RR), deu um ultimato ao líder. A aliados, Jucá já avaliou que a permanência de Renan no cargo dependerá do seu “comportamento quando as reformas começarem a tramitar” na Casa.

Por meio de nota, Jucá declarou que “qualquer decisão sobre a liderança do partido no Senado cabe à bancada de senadores” e que não conversou sobre o assunto com o presidente Temer.

Renan, por sua vez, disse que “não está sabendo” de nenhum tipo de movimento contra ele, nem leu a nota do presidente da legenda. “Não sei se há movimento, se não há”, respondeu. Ele destacou que a semana foi “muito tranquila” e “agradável.

Leia maisApós críticas à reforma trabalhista, Planalto dá ultimato a Renan

Extras da Promotoria de SP geraram gastos de R$ 421 milhões em 2015

As gratificações e indenizações somadas aos salários dos 1.981 promotores e procuradores paulistas geraram, em 2015, gasto de mais de R$ 421 milhões para os cofres estaduais -equivalente ao orçamento da Secretaria estadual de Turismo.

Naquele ano, a Promotoria obteve suplementação de R$ 216 milhões sobre orçamento inicial de R$ 1,8 bilhão. O extra é superior ao que o governo gastou em material escolar para quase 4 milhões de alunos do ensino básico.

Sem os pagamentos adicionais, além de não haver necessidade de suplementação, teria havido sobra de R$ 204 milhões na instituição.

Os cálculos são de um estudo realizado na Fundação Getulio Vargas de São Paulo pela pesquisadora e advogada Luciana Zaffalon. As informações são da Folha de São Paulo.

Leia maisExtras da Promotoria de SP geraram gastos de R$ 421 milhões em 2015

error: Content is protected !!
%d blogueiros gostam disto: