Partidos cobram de Temer saída de Rabello do BNDES

Resultado de imagem para BNDES, Paulo Rabello de Castro.

Partidos da base aliada do governo cobram a demissão do atual presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro. O argumento é de que o executivo não pode mais continuar na direção do banco de fomento, após ter sido lançado oficialmente, no sábado, 19, pré-candidato à Presidência da República pelo PSC.

“Ele deve sair para cuidar só da candidatura dele agora”, disse o líder do PR na Câmara, José Rocha (BA). “O Paulo Rabello não pode falar e fazer determinadas coisas na presidência do BNDES e continuar no governo. Por mim, ele já estaria fora”, disse o vice-líder do DEM, deputado Pauderney Avelino.

Recém-filiado ao PSC, o presidente do BNDES foi lançado pré-candidato do partido a presidente em 2018 durante convenção da legenda em Salvador (BA). Em discurso no evento, disse que vai trabalhar para “higienizar” a política, segundo informações de O Estado de São Paulo.

Governo Temer quer atacar privilégios do funcionalismo

As altas aposentadorias pagas a algumas categorias do funcionalismo fazem com que a desigualdade entre o regime de previdência dos trabalhadores privados (INSS) e do setor público continue elevada, apesar das reformas feitas pelos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula.

Segundo dados do Ministério da Fazenda, o déficit per capita no regime da União é de R$ 78,6 mil — o que supera o do INSS, que é de R$ 5,1 mil, em mais de 15 vezes. Para vencer resistências dos parlamentares e obter apoio da população à reforma, o governo mira o fim dos privilégios para segurar a trajetória explosiva do rombo do sistema e tornar as regras mais igualitárias.

Para isso, porém, terá que vencer o lobby poderoso de algumas categorias no Congresso, representados por entidades representativas de auditores fiscais, juízes, procuradores e funcionários de carreiras de Estado, como gestores, técnicos legislativos, profissionais da área de saúde, dentre outros. São servidores que ingressaram no sistema antes de 2003 — que hoje têm direito à integralidade (último salário da carreira) e paridade (mesmo reajuste dos ativos). As informações são de O Globo.

Leia maisGoverno Temer quer atacar privilégios do funcionalismo

Cinema muda a vida dos jovens e das famílias de Gostoso

O curta-metragem “O Grande Ó” que tem como um dos diretores o jovem Rubens dos Anjos (19 anos), gostosense, foi o curta exibido na estreia da 4aMostra de Cinema de São Miguel dos Gostoso, sendo selecionado entre 700 filmes inscritos. A Mostra segue até o dia 21 e tem apoio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, do Governo Cidadão através da Secretaria de Turismo com recursos do Banco Mundial.

“O que estamos vendo aqui é o resultado positivo do investimento que o Governo do RN via Banco Mundial faz para possibilitar acesso ao mercado de jovens talentos. Os recursos aplicados aqui não apenas fomentam o turismo, estamos gerando oportunidade para jovens como Rubens”, diz Ana Guedes, gerente executiva do Governo Cidadão.

A noite, os filmes são exibidos na beira da Praia do Maceió, em São Miguel do Gostoso, segundo a organização, o público está sendo de 800 pessoas/dia entre moradores locais, convidados e turistas.

Leia maisCinema muda a vida dos jovens e das famílias de Gostoso

Teresinha Maia tira o ‘sono’ do deputado George Soares

Em Assú, a situação eleitora do vice-presidente do PR e deputado estadual George Soares, é de ruim a pior, com a administração desastrosa do seu irmão e prefeito Gustavo Soares.

George vai tomar na ‘tampa’ também no município de São Gonçalo do Amarante, na campanha eleitoral do próximo ano.

A primeira-dama Terezinha Maia. já começa a se movimentar para viabilizar a sua pré-candidatura a deputada estadual do PR Mulher e conta com o aval do seu marido e prefeito de São Gonçalo do Amarante, Paulo Emídio (PR), para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa.

PM de folga enfrenta assaltantes com o filho no colo e mata dois

PM de folga enfrenta assaltantes com o filho no colo e mata dois, em uma farmácia de Campo Limpo Paulista (SP)

Um policial militar de folga reagiu a um assalto no sábado, 18, e, segurando o filho no colo, baleou e matou dois suspeitos dentro de uma farmácia localizada na cidade de Campo Limpo Paulista, vizinha a Jundiaí, no Estado de São Paulo.

A ação do sargento Rafael Souza, do 49º Batalhão Metropolitano da Capital, durou 25 segundos e foi gravada pelo circuito interno de câmeras do estabelecimento.

No final da tarde de sábado, 18, o policial militar entrou na Bifarma, localizada na Praça Castelo Branco, no centro, com o filho pequeno de colo e a esposa, para comprar medicamentos. Enquanto o balconista atendia a sua esposa, entraram dois assaltantes com capuzes e armas em punho, anunciando o roubo.

Segundo relatos, um dos suspeitos, Jefferson Alves, de 24 anos, morador de Campo Limpo, apontou a arma na direção de Rafael, que teria se identificado como policial. De acordo com depoimento do sargento da PM, o suspeito teria tentado disparar contra ele. Na sequência, o policial revidou com a sua pistola.

Durante os tiros contra Jefferson e o seu comparsa, o policial manteve a criança em seu braço esquerdo. Após os disparos, a mãe do garoto corre abaixada entre as gôndolas na direção ao marido, pedindo para ficar com a criança.

Uma equipe médica da prefeitura de Campo Limpo Paulista compareceu ao local, mas os dois assaltantes já estavam mortos. Um deles não foi identificado pela polícia, porque não portava documentos.

As armas foram apreendidas pela Polícia Civil, na madrugada deste domingo, 19, após a realização de exame de balística e da apreensão das imagens das câmeras de monitoramento.

Feriado em dia útil pode ser transferido para sábado

Reforma Trabalhista: votação no Senado

Um feriado que caia durante a semana agora pode ser transferido para outro dia – para uma sexta, uma terça, uma quarta ou até mesmo um sábado. Isso depende do interesse da empresa, do funcionário e de um acordo estabelecido entre o patrão e o empregado.

Pensa no último feriado do dia 15, da Proclamação da República, que caiu no meio da semana:

Pois bem, com a reforma trabalhista, o funcionário poderia ter trabalhado normal na quarta-feira, 15, para folgar na sexta-feira, 17, emendando com o final de semana.

Em tese, a regra já pode ser adotada pelas empresas. Mas a mudança, agora, é que o texto da reforma trabalhista que entrou em vigor trata exclusivamente do tema. Com isso, tudo pode acontecer com o feriado que cair durante a semana, segundo a Agência Estado.

Leia maisFeriado em dia útil pode ser transferido para sábado

Papa pede luta contra indiferença aos pobres

O Papa Francisco pediu aos fiéis para lutarem contra a indiferença em relação aos pobres neste domingo, durante uma missa na Basílica de São Pedro, em que 7 mil necessitados participaram com ele na 1ª Jornada Mundial dos Pobres. O Pontífice argentino almoçará com 1.500 participantes da jornada numa sala do Vaticano, enquanto outros 2.500 serão divididos entre as cantinas das diferentes instituições da Igreja Católica. O dia tem como objetivo incentivar os fiéis a reagir contra o que classifica de “a cultura do descarte e do esbanjamento”.

— Temos talentos, somos talentosos aos olhos de Deus. Portanto, ninguém pode se considerar tão pobre ao ponto de não poder dar nada aos demais. Não fazer nada de mal não basta. Deus é um Pai em busca de seus filhos a quem confiar seus bens e seus projetos — declarou o Papa. — Indiferença também é um pecado frente aos pobres. Isso tem um nome preciso: indiferença. É como dizer “Isso não é problema meu, é culpa da sociedade”. Na fragilidade dos pobres, há uma força salvadora. E, apesar de ante dos olhos do mundo, tenham pouco valor, são eles que nos abrem o caminho para o céu. As informações são de O Globo.

Leia maisPapa pede luta contra indiferença aos pobres

Relatórios de prestação de contas de viagens são genéricos e sem padrão

Resultado de imagem para A Câmara dos Deputados autorizou de 2015 até este ano 610 viagens internacionais em missões oficiais. Os deslocamentos representam uma alta de 41% se comparados ao mesmo período da legislatura anterior - entre 2011 e 2013 - e quase se iguala ao total de todo o mandato passado (619). O crescimento, porém, não foi acompanhado de um aprimoramento na prestação de contas dos parlamentares que não chegam nem sequer a relatar a programação cumprida fora do País. Levantamento feito pelo Estado com base nos dados publicados pela Câmara encontrou relatórios genéricos, sem qualquer detalhamento ou apresentação dos resultados das missões. A falta de cuidado na forma como se presta - e se fiscaliza - as viagens faz com que haja documentos que só listam a agenda predeterminada para o roteiro, sem fotos dos encontros, nomes das autoridades visitadas ou a relevância das reuniões para a atividade legislativa desenvolvida no Brasil. A assessoria de imprensa da presidência da Câmara, responsável por autorizar os deslocamentos internacionais, não explicou o motivo do aumento das viagens. O órgão orientou o Estado a pedir os dados pela Lei de Acesso à Informação (LAI), o que já foi solicitado. A Câmara liberou, ao todo, a ida a 107 cidades, em 54 países diferentes. No ranking dos destinos mais visitados estão Nova York, Genebra, Paris, Roma, Bruxelas, Londres e Washington (veja quadro nesta página). Mas há exemplos também de roteiros realizados em Nassau, nas Bahamas; Addis Abeba, na Etiópia; Praga, na República Checa; e Baku, no Azerbaijão. Para o professor de Ética e Filosofia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Roberto Romano, a informação do que os parlamentares fizeram em viagens deveria ser mais bem detalhada e transparente. "Em se tratando de dinheiro público, um centavo é um tesouro. Não há o direito de não prestar contas de tudo o que você gastou. Do ponto de vista ético, é preciso prestar contas não apenas formais, ??eu gastei tanto?? e ??fiz aquilo??, mas trazer os resultados parciais do que foi discutido para distribuir aos seus pares e à sociedade." Romano também questionou necessidade das agendas no exterior. "Graças à tecnologia, você tem condição de estar online e não presencialmente. O último recurso é a viagem física. Outro ponto: você não precisa de uma comitiva de grande porte, com dez deputados", disse o professor da Unicamp. Os dados mostram, por exemplo, que a caravana de nove dias comandada no início do mês pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a Israel, Itália, Portugal e Palestina reuniu nove deputados. Só neste ano, dos 513 deputados, 134 foram autorizados a deixar o Brasil. Destino Segundo os parlamentares que já viajaram em missões oficiais, a escolha dos destinos não é aleatória, ela tem relação com a localização de uma série de órgãos internacionais, como a sede das Nações Unidas, que fica em Nova York, ou o Parlamento Latino-Americano (Parlatino), localizado na Cidade do Panamá. Para autorizar uma viagem internacional, a presidência da Câmara determina que o deslocamento deve seguir a regra do interesse público: deputados podem viajar quando convidados para eventos promovidos por Parlamentos de outros países e organismos com os quais a Casa se relaciona. Nessa lista está o Parlatino, que tem como vice-presidente Heráclito Fortes (PSB-PI), o atual campeão de viagens ao exterior. Desde junho de 2015, o deputado deixou o País em 17 datas - oito delas em 2016. Na primeira vez, esteve em Le Bourget, na região metropolitana de Paris, para participar do 51.º Salão da Aeronáutica e do Espaço. Na última, visitou Nova York e Washington, para tratar de reforma tributária. No cumprimento do atual mandato, ainda passou pela Cidade do Panamá (seis vezes), Roma (duas vezes), Cartagena e Buenos Aires. "Não fiz turismo, são viagens de trabalho. Imagina um País como o nosso não ter uma participação no Parlatino? Temos de acabar com essa mania de cachorro vira-lata. O Brasil quer ou não ser grande?", questionou o deputado, um dos nove parlamentares que viajaram recentemente com Maia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A ausência de um modelo-padrão para determinar o que deve compor a prestação de contas de uma viagem oficial parlamentar impede um acompanhamento transparente dos resultados das missões feitas pelos deputados tanto no exterior como dentro do País. Carentes de detalhes, há relatórios que, quando entregues, acabam funcionando como um resumo da programação a ser cumprida – apenas neste ano 167 estão pendentes, sendo que a maioria se refere a roteiros nacionais.

Foi o que fez, por exemplo, o deputado Pauderney Avelino (DEM-AM). No sexto dos nove dias de viagem à Suécia, Espanha e França (realizada de 11 a 20 de junho deste ano), Avelino teve um jantar às 20h30 em que deveria ir com “blazer e sem gravata”, segundo o relatório produzido por ele e publicado no site da Câmara. O documento não diz quem mais compareceu ao evento nem o endereço do restaurante em Sevilha, mas informa que no mesmo dia ele fez visita turística à cidade e dois dias depois, em Paris, cumpriu “despachos internos”.

“O relatório foi feito de acordo com a que a Câmara pediu. Se pedir mais detalhes, obviamente ninguém se furtará em responder”, disse Avelino. O documento, segundo ele, ainda revela sua pouca experiência em missões oficiais – foi a primeira vez em que viajou ao exterior a convite.

Leia maisRelatórios de prestação de contas de viagens são genéricos e sem padrão

Deputados vão a 107 cidades no exterior em 54 países sem prestação eficiente

Resultado de imagem para A Câmara dos Deputados autorizou de 2015 até este ano 610 viagens internacionais em missões oficiais. Os deslocamentos representam uma alta de 41% se comparados ao mesmo período da legislatura anterior - entre 2011 e 2013 - e quase se iguala ao total de todo o mandato passado (619). O crescimento, porém, não foi acompanhado de um aprimoramento na prestação de contas dos parlamentares que não chegam nem sequer a relatar a programação cumprida fora do País. Levantamento feito pelo Estado com base nos dados publicados pela Câmara encontrou relatórios genéricos, sem qualquer detalhamento ou apresentação dos resultados das missões. A falta de cuidado na forma como se presta - e se fiscaliza - as viagens faz com que haja documentos que só listam a agenda predeterminada para o roteiro, sem fotos dos encontros, nomes das autoridades visitadas ou a relevância das reuniões para a atividade legislativa desenvolvida no Brasil. A assessoria de imprensa da presidência da Câmara, responsável por autorizar os deslocamentos internacionais, não explicou o motivo do aumento das viagens. O órgão orientou o Estado a pedir os dados pela Lei de Acesso à Informação (LAI), o que já foi solicitado. A Câmara liberou, ao todo, a ida a 107 cidades, em 54 países diferentes. No ranking dos destinos mais visitados estão Nova York, Genebra, Paris, Roma, Bruxelas, Londres e Washington (veja quadro nesta página). Mas há exemplos também de roteiros realizados em Nassau, nas Bahamas; Addis Abeba, na Etiópia; Praga, na República Checa; e Baku, no Azerbaijão. Para o professor de Ética e Filosofia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Roberto Romano, a informação do que os parlamentares fizeram em viagens deveria ser mais bem detalhada e transparente. "Em se tratando de dinheiro público, um centavo é um tesouro. Não há o direito de não prestar contas de tudo o que você gastou. Do ponto de vista ético, é preciso prestar contas não apenas formais, ??eu gastei tanto?? e ??fiz aquilo??, mas trazer os resultados parciais do que foi discutido para distribuir aos seus pares e à sociedade." Romano também questionou necessidade das agendas no exterior. "Graças à tecnologia, você tem condição de estar online e não presencialmente. O último recurso é a viagem física. Outro ponto: você não precisa de uma comitiva de grande porte, com dez deputados", disse o professor da Unicamp. Os dados mostram, por exemplo, que a caravana de nove dias comandada no início do mês pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a Israel, Itália, Portugal e Palestina reuniu nove deputados. Só neste ano, dos 513 deputados, 134 foram autorizados a deixar o Brasil. Destino Segundo os parlamentares que já viajaram em missões oficiais, a escolha dos destinos não é aleatória, ela tem relação com a localização de uma série de órgãos internacionais, como a sede das Nações Unidas, que fica em Nova York, ou o Parlamento Latino-Americano (Parlatino), localizado na Cidade do Panamá. Para autorizar uma viagem internacional, a presidência da Câmara determina que o deslocamento deve seguir a regra do interesse público: deputados podem viajar quando convidados para eventos promovidos por Parlamentos de outros países e organismos com os quais a Casa se relaciona. Nessa lista está o Parlatino, que tem como vice-presidente Heráclito Fortes (PSB-PI), o atual campeão de viagens ao exterior. Desde junho de 2015, o deputado deixou o País em 17 datas - oito delas em 2016. Na primeira vez, esteve em Le Bourget, na região metropolitana de Paris, para participar do 51.º Salão da Aeronáutica e do Espaço. Na última, visitou Nova York e Washington, para tratar de reforma tributária. No cumprimento do atual mandato, ainda passou pela Cidade do Panamá (seis vezes), Roma (duas vezes), Cartagena e Buenos Aires. "Não fiz turismo, são viagens de trabalho. Imagina um País como o nosso não ter uma participação no Parlatino? Temos de acabar com essa mania de cachorro vira-lata. O Brasil quer ou não ser grande?", questionou o deputado, um dos nove parlamentares que viajaram recentemente com Maia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Câmara dos Deputados autorizou de 2015 até este ano 610 viagens internacionais em missões oficiais. Os deslocamentos representam uma alta de 41% se comparados ao mesmo período da legislatura anterior – entre 2011 e 2013 – e quase se iguala ao total de todo o mandato passado (619). O crescimento, porém, não foi acompanhado de um aprimoramento na prestação de contas dos parlamentares que não chegam nem sequer a relatar a programação cumprida fora do País.

Levantamento feito pelo Estado com base nos dados publicados pela Câmara encontrou relatórios genéricos, sem qualquer detalhamento ou apresentação dos resultados das missões. A falta de cuidado na forma como se presta – e se fiscaliza – as viagens faz com que haja documentos que só listam a agenda predeterminada para o roteiro, sem fotos dos encontros, nomes das autoridades visitadas ou a relevância das reuniões para a atividade legislativa desenvolvida no Brasil.

A assessoria de imprensa da presidência da Câmara, responsável por autorizar os deslocamentos internacionais, não explicou o motivo do aumento das viagens. O órgão orientou o Estado a pedir os dados pela Lei de Acesso à Informação (LAI), o que já foi solicitado.

A Câmara liberou, ao todo, a ida a 107 cidades, em 54 países diferentes. No ranking dos destinos mais visitados estão Nova York, Genebra, Paris, Roma, Bruxelas, Londres e Washington (veja quadro nesta página). Mas há exemplos também de roteiros realizados em Nassau, nas Bahamas; Addis Abeba, na Etiópia; Praga, na República Checa; e Baku, no Azerbaijão.

Leia maisDeputados vão a 107 cidades no exterior em 54 países sem prestação eficiente

No Senado, pauta do Plenário tem voto distrital misto

O projeto que institui o voto distrital misto abre a pauta de votações do Plenário de terça-feira (21). De autoria do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), a matéria (PLS 345/2017) tramita em regime de urgência e em conjunto com outros dois projetos (PLS 384/2013 e PLS 86/2017).

A proposta institui o sistema distrital misto para as eleições dos deputados federais, deputados estaduais, deputados distritais (DF) e vereadores. Pelo projeto, estados e municípios serão divididos em distritos e os eleitores terão direito a dois votos: um para o candidato específico do seu distrito eleitoral e outro para um partido de sua escolha.

Assim, parte das vagas em disputa será preenchida por representantes distritais (sistema majoritário) e a outra a partir das listas de candidatos ordenadas pelos partidos. Neste último caso, o que decidirá os vencedores é a votação proporcional de cada partido.

Leia maisNo Senado, pauta do Plenário tem voto distrital misto

Filha de Lula é nomeada na Assembleia do Rio

Resultado de imagem para Filha de Lula é nomeada na Assembleia

Filha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Lurian Cordeiro Lula da Silva foi nomeada neste mês assessora parlamentar da deputada estadual Rosângela Zeidan (PT) na Assembleia Legislativa do Rio. A deputada é casada com Washington Quaquá (PT), presidente do partido no Estado.

A nomeação foi publicada no Diário Oficial de 6 de novembro. O salário de Lurian como “assessora parlamentar IV” no gabinete de Zeidan (como é conhecida) é de R$ 7.326,64. A assessoria de imprensa da deputada afirmou que a filha do ex-presidente já dá expediente no gabinete.

Papa Francisco escolhe arcebispo de Brasília como relator de sínodo em 2018

Resultado de imagem para Papa Francisco escolhe arcebispo de Brasília como relator de sínodo em 2018

O arcebispo de Brasília, Dom Sérgio da Rocha, foi nomeado como relator geral do Sínodo dos Bispos, que será realizado em 2018, no Vaticano. A escolha partiu do próprio Papa Francisco. Além de chefe da Igreja Católica da capital federal, Dom Sérgio também é presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O Vaticano anunciou ainda que Francisco nomeou como secretários especiais desse Sínodo ordinário os sacerdotes Giacomo Costa e Rossano Sala.

A principal função do relator geral de um sínodo é ser o mediador dos debates, além de ser o responsável por sintetizar os assuntos expostos pelos bispos durante a reunião dos bispos, O próximo sínodo, que tem como tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”, acontecerá em outubro de 2018 e tentará estabelecer os pilares da atividade pastoral da Igreja com os jovens.

Leia maisPapa Francisco escolhe arcebispo de Brasília como relator de sínodo em 2018

ONU concederá financiamento de até U$S 1 milhão para projetos

Até 5 de dezembro, o Fundo Fiduciário da ONU para Eliminar a Violência contra a Mulher recebe propostas de organizações da sociedade civil para projetos de prevenção e erradicação de violações.

As solicitações devem requerer um valor de 50 mil a 1 milhão de dólares para ações a serem realizadas num período de três anos.

Serão priorizadas as solicitações de financiamento de instituições que defendem os direitos das mulheres, de organizações dirigidas por mulheres e de pequenas entidades de mulheres.

Com esse público-alvo, a seleção espera reconhecer a capacidade desses organismos de atuar como força motriz rumo ao fim da violência.

Leia maisONU concederá financiamento de até U$S 1 milhão para projetos

Na TV, PMDB vai ironizar Dilma ‘saudando a mandioca’

Resultado de imagem para Na TV, PMDB vai ironizar Dilma 'saudando a mandioca'

Em novo filme de sua propaganda partidária, aprovado neste fim de semana pelo presidente Michel Temer, o PMDB vai ironizar a ex-presidente Dilma Rousseff em um discurso no qual a petista saúda a mandioca como “uma das maiores conquistas do Brasil”.

O vídeo, ao qual a Folha de S.Paulo teve acesso, será veiculado em rede nacional a partir de terça-feira (21). Ele é a 12ª peça da série “O Brasil segue em frente”, criada pelo publicitário Elsinho Mouco.

Temer estava relutante quanto ao conteúdo do filme -que relembra um discurso de Dilma que se espalhou nas redes sociais e foi muito utilizado por seus adversários como argumento para justificar uma suposta incapacidade de articulação.

Leia maisNa TV, PMDB vai ironizar Dilma ‘saudando a mandioca’

Diretor-geral da PF revela data para fim da operação Lava Jato

Chefe da Polícia Federal defende trabalho contra 'fake news': 'A PF é uma polícia judiciaria. Então, qualquer notícia de crime que esteja acontecendo no país vai ser apurada', afirma Fernando Segovia

O diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, indicado por Michel Temer (PMDB) no dia 8 de novembro, revelou que as investigações da Operação Lava Jato têm data para acabar.

“Queremos concluir antes do início do processo eleitoral. Vamos botar o número de policiais que for necessário para passar isso a limpo neste prazo”, disse Segovia em entrevista ao jornal O Globo.

Segovia reuniu-se com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmen Lúcia, nesta semana e afirmou que a PF estuda realocar delegados para auxiliar nos processos que tramitam na corte. Os inquéritos e ações que estão no Supremo envolvem políticos com foro privilegiado, como senadores e deputados federais.

Hoje, a PF tem 15 delegados atuando em 153 inquéritos no STF — boa parte deles abertos pela delação da Odebrecht.

%d blogueiros gostam disto: