Aécio - Futebrás

Aécio diz que erário agradece não criação da Futebrás

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JOSÉ ROBERTO CASTRO - AGÊNCIA ESTADO

Depois de criticar a intenção do governo de intervir no futebol e receber resposta da presidente Dilma Rousseff, o candidato do PSDB ao Planalto, Aécio Neves, ironizou as declarações da adversária por meio de sua página no Facebook. Segundo Aécio, a notícia de que o governo não pretende criar uma estatal para cuidar do futebol é boa para os cofres públicos, mas não para os "companheiros" de Dilma.

"A presidente Dilma nos informou hoje, pelo Twitter, que não vai criar a ''Futebras''. Talvez isso entristeça alguns de seus companheiros, mas traz enorme alívio para milhões de brasileiros. Afinal, seria a 14ª estatal criada pelo governo do PT, a sétima só no seu governo. Os cofres públicos agradecem!", ironizou Aécio.

A discussão teve início ontem quando Aécio acusou o governo de oportunismo ao anunciar a intenção de uma maior interferência estatal no futebol. Hoje pela manhã, Dilma rebateu o tucano em seu Twitter dizendo que "os que queriam transformar a Petrobras em Petrobrax, desvirtuam, agora, nossa posição de apoiar a renovação do nosso futebol". Quando a presidente fala em Petrobrax, se refere a um processo iniciado no governo Fernando Henrique Cardoso para mudar o nome da estatal brasileira de petróleo.

Pastor Everaldo (PSC) que estar no palanque de Henrique

"Meu candidato é Henrique. Vou pedir voto pra ele,

então ele tem que me receber", diz pastor Everaldo

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O presidenciável Pastor Everaldo (PSC) revelou hoje a Folha de São Paulo que tem fechado alianças para ganhar espaço em palanques de candidatos que apoiam Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB).

Ele afirma que os candidatos estaduais vão estar com ele nos palanques e cita o exemplo do RN: "Meu candidato no RN é Henrique Alves. Vou pedir voto pra ele, então ele tem que me receber".

Questionado se Alves pedirá votos para ele, Pastor Everaldo é cauteloso. "Acredito que criaria um constrangimento. Eles têm candidato, não vão pedir voto para mim, mas vão me receber com as honras de candidato a presidente da República", disse.

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PALANQUE DO PSC

Pastor Everaldo tenta atrair aliados

de Dilma e Aécio

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Com estrutura nanica e sem palanques próprios nos principais Estados, o presidenciável Pastor Everaldo (PSC) tem fechado alianças para ganhar espaço em palanques de candidatos que apoiam Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB).

Os candidatos estaduais não garantem que vão pedir votos, mas vão deixar abertos os palanques para que o pastor faça campanha ao lado das principais figuras políticas locais e com o apoio de estruturas partidárias maiores. Em troca, ganham a associação ao eleitorado evangélico que vota no pastor.

Em quatro dos três principais colégios eleitorais, o PSC conseguiu firmar acordo: está com a reeleição de Geraldo Alckmin (PSDB) em São Paulo, com a reeleição de Luiz Fernando Pezão (PMDB) no Rio, e com a candidatura do ex-governador Paulo Souto (DEM) na Bahia. Alckmin e Souto apoiam Aécio Neves, enquanto Pezão é, formalmente, aliado de Dilma.

Além disso, o PSC contabiliza ao menos outros nove palanques estaduais no qual obteve apoio. Entre eles está o Rio Grande do Norte com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), que disputará o governo, e Pernambuco com o senador Armando Monteiro (PTB), também postulante ao governo. Os dois apoiam Dilma.

"Queriam o apoio do PSC no Estado? Então tem que ter reciprocidade, todos eles têm que entender isso, é normal", disse Pastor Everaldo à Folha.

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Deputados - 'bancada da bola'

Deputados da 'bancada da bola' pressionam por

votação de pacote para esportes

JOÃO BOSCO RABELLO - O Estado de São Paulo

A derrota da seleção brasileira na Copa do Mundo para a Alemanha serve de pretexto para que parlamentares tentem acelerar a votação de projeto que cria o Programa de Fortalecimento dos Esportes Olímpicos (Proforte).

Integrantes da chamada "bancada da bola" – deputados alinhados com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) -, mas não só eles, querem levar o texto a plenário em agosto, quando está prevista a primeira semana de esforço concentrado.

Relator da matéria, Otávio Leite (PSDB-RJ) vai pedir ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para o projeto ser colocado em pauta após o recesso parlamentar. Estão previstas sessões para a semana que vem, mas o sentimento na Casa é que apenas a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deve ser votada.

Para o Proforte entrar em votação em agosto, seria necessária uma verdadeira mobilização política. Normalmente deputados não colocam matérias polêmicas em pauta durante os esforços concentrados no período eleitoral. A chance de aprovação é mínima. E o texto saído da comissão especial conta com críticas até do próprio governo, autor do projeto.

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PROGRAMA DE GOVERNO DO PSOL

Robério quer acabar com privilégios políticos,

repressão às greves e legalizar o aborto no RN

Roberio P

Ciro Marques - Jornal de Hoje

Depois de Henrique Alves (PMDB), Robinson Faria (PSD) e Simone Dutra (PSTU), O Jornal de Hoje apresenta na edição deste final de semana o programa de governo do candidato do PSOL a governador do Estado, o professor Robério Paulino. Professor, ele também promete acabar como o analfabetismo, mas espera fazer isso em oito anos, com a ajuda de uma "bolsa" para incentivar o retorno das pessoas que estão nessa condição à escola. Além disso, destaca-se a proposta de legalização do aborto e da "rediscussão" da Polícia Militar.

"Nossa proposta é realizar um grande mutirão no Estado para acabar com o analfabetismo em oito anos, como fizeram países como Japão, Coréia do Sul, Cuba e outros, como condição para avançar socialmente. Todas as pessoas nesta condição serão identificadas e receberão alguma forma de incentivo do Estado, possivelmente uma pequena bolsa, para voltarem a estudar. Nessa grande mobilização, devem estar envolvidos o governo do Estado, as universidades, os professores, as prefeituras", explica, ressaltando que, os municípios que acabarem primeiro o analfabetismo, ganharão como prêmio a instalação de escola de tempo integral, que seriam inseridas paulatinamente em todo o Rio Grande do Norte.

O programa de governo do PSOL também prevê a valorização do professor, com progressão "significativa dos salários, para manter e atrair os melhores profissionais que saem das universidades para as salas de aula". Além disso, pretende criar uma campanha para que professores de outros lugares possam lecionar no RN. "É possível construir acordos com as universidades para qualificar a formação e reciclagem dos professores", acrescenta.

Na educação, Robério Paulino pretende, ainda, "instituir programas culturais em todas as escolas, com salas de cinema, teatro, concursos de leitura, reaparelhamento das bibliotecas etc". E produzir livros e materiais escolares com uma editora pública, promovendo também a distribuição de centenas de prêmios para os melhores alunos das escolas públicas, como "viagens nacionais e internacionais e equipamentos para as melhores escolas".

SAÚDE

Robério Paulino promete priorizar os investimentos na saúde preventiva, educação sanitária, profilaxia e fortalecer a qualidade dos hospitais estaduais existentes. "Daremos atenção aos ambulatórios especializados. Propomos criar um laboratório estadual de produção de remédios, como forma de baratear a produção pelo estado e distribuir gratuitamente aos usuários do SUS", explica o programa de governo do PSOL, acrescentando que haverá a ampliação da contratação de médicos e demais profissionais de saúde através de concurso público e carreira de estado. "Com isso, torna-se viável, por exemplo, estabelecer uma carga horária de 30 horas para os profissionais de enfermagem, uma luta histórica da categoria", ressalta.

Leia mais:PROGRAMA DE GOVERNO DO PSOL

Andrade Gutierrez foi a que repassou o maior valor: R$ 120.198.000,00

Empreiteiras doaram mais de R$ 370 milhões a

partidos nos últimos quatro anos

Ana Luiza Albuquerque e Gisele Motta - Jornal do Brasil

As maiores empresas de construção do Brasil doaram mais de R$ 370 milhões aos partidos políticos nos últimos quatro anos - de 2010 a 2013 - segundo levantamento realizado pelo Jornal do Brasil com base em dados oficiais divulgados no site do Tribunal Superior Eleitoral. Vale destacar que, mesmo em anos em que não há eleições, as empreiteiras fazem doações para ter bons negócios.

A quantia exata foi de R$ 374.310.055,32. A empreiteira que doou mais foi a Andrade Gutierrez, com R$ 120.198.000,00. Em seguida, veio a Queiroz Galvão, com R$ 110.075.000,00. Em terceiro lugar, apareceu a Camargo Corrêa, com R$ 59.140.000,00. A OAS ficou em quarto, com R$ 50.222.000,00, perto da Odebrecht, que repassou R$ 48.142.000,00. A Cowan liberou R$ 2.175.055,32, enquanto a Delta fez a menor doação, de R$ 1.800.000,00.

O valor total é maior, inclusive, do que o PIB de 2013 de 129 países, entre eles Nova Zelândia, Iraque, Hungria, Marrocos, Eslováquia, Equador, Croácia, Bulgária, Uruguai, Costa Rica, Eslovênia, Paraguai.

Os críticos às doações de empresas aos partidos argumentam que o dinheiro repassado sempre retorna à companhia, que encara aquilo como um investimento, e não uma doação. De acordo com estudo realizado pelo Instituto Kellogg, da Universidade do Texas, para cada R$ 1,00 doado a campanhas eleitorais, as empresas recebem R$ 8,50 de volta em contratos com o Estado.

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PROMESSA NÃO CUMPRIDA

Henrique Alves não cumpre promessa feita ao

prefeito de Natal Carlos Eduardo

Carlos e Henriue

Nesta campanha eleitoral de tantos poderosos e suas promessas, uma delas causou mal estar, segundo texto publicado no vespertino Jornal de Hoje pelo jornalista Túlio Lemos.

De acordo com o colunista, o candidato Henrique Alves não conseguiu a nomeação da juíza Isaura Simonetti, cunhada do Prefeito Carlos Eduardo, para a vaga de Desembargador do Tribunal Regional do Trabalho no Estado.

Túlio registra que o escolhido foi o juiz Ricardo Espíndola. O filho de Agnelo não gostou da promessa não cumprida.

REAÇÃO

Um dia após a nomeação do desembargador do TRT, a vereadora de Parnamirim, Lucinha Thiago, que segue a orientação do deputado Agnelo Alves, anunciou apoio a candidatura de Robinson Faria. Pode ou não ser coincidência ou reação à promessa não cumprida pelo deputado Henrique Alves em relação a Carlos Eduardo.

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Confederação Brasileira de Futebol (CBF)

Para CBF, governo deveria dar atenção à escola pública

marco polo del nero

Agência Estado

O presidente eleito da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Marco Polo Del Nero, disse ontem que existem "limites" para eventual participação do Estado na organização do futebol, como havia sugerido na véspera o ministro do Esporte, Aldo Rebelo. Ao mesmo tempo, Del Nero cobrou "prioridade para o esporte na rede pública".
Anteontem, Aldo chegou a falar em "intervenção indireta" na modalidade, propondo mudanças em "áreas de interesse público". Ontem, o ministro voltou ao assunto e disse que a "intervenção" a que se referiu no dia anterior não era na CBF.

"A participação do Estado é sempre bem-vinda, dentro dos limites do que se pode fazer", disse Del Nero, que vai assumir o comando do futebol nacional em 2015. Segundo ele, o governo federal já engavetou projetos apresentados pela entidade.

A CBF foi sempre refratária a um envolvimento do Estado em suas funções, o que exigiria, de um lado, maior transparência nas contas, mas também a justificativa de resultados.

Os "limites" citados pela CBF se referem justamente à regra da Fifa que impede que governos intervenham nas confederações de futebol. Nesta semana, a entidade suspendeu a Nigéria de participação no futebol internacional depois que o governo em Abuja, a capital do país africano, promoveu uma intervenção na federação local e trocou os cartolas da entidade nacional.

Aldo, apesar de considerar que "o Estado não poderia ser excluído da competência de zelar pelo interesse público dentro do esporte", já havia ponderado que sua proposta de ação não era uma tentativa de o governo influir na escolha de presidentes de clubes ou da CBF. O governo sabe que precisa agir dentro das regras da Fifa.

Del Nero sugeriu que a atuação do Estado no esporte teria de ser outra. Para ele, o governo precisa se ocupar da rede pública de escolas antes de falar em intervenção nos clubes brasileiros. Segundo ele, "a escola é a base de tudo". "Onde está o esporte nas escolas brasileiras?", questionou. "O governo precisa dar maior prioridade para o esporte na rede pública. É dali que sairão os craques", reforçou. "Os clubes não podem fazer tudo. Parte desse trabalho de base precisa ser construído pelas escolas."

Como exemplo, o presidente eleito da CBF mencionou o desenvolvimento do esporte nos Estados Unidos, baseado sempre na atuação em escolas e universidades.

Leia mais:Confederação Brasileira de Futebol (CBF)

Lei fiscal do esporte

Henrique Alves não garante votação de

lei fiscal do esporte

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Presidente da Câmara diz que precisa estudar projeto que refinancia dívidas dos clubes; deputados querem acelerar votação do texto

ERICH DECAT / BRASÍLIA, RICARDO GALHARDO - O ESTADO DE S.PAULO

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), disse ontem que ainda não estabeleceu uma data para a discussão da proposta que cria o Programa de Fortalecimento dos Esportes Olímpicos (Proforte), também conhecido como Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte.
"Preciso conhecer o programa, ainda não tenho os detalhes. Em campanha!", afirmou o peemedebista por meio de mensagens. O presidente da Câmara disputa o governo do Rio Grande do Norte.

O projeto prevê, entre outros pontos, que a entidade esportiva poderá parcelar em até 300 prestações mensais os débitos, tributários ou não tributários, com a Secretaria da Receita Federal do Brasil, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, o Banco Central do Brasil e o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS).

Entre os deputados ligados ao tema, porém, a expectativa é de que o pedido de urgência que aceleraria a apreciação do Proforte seja votado já na próxima semana. Segundo o deputado Vicente Cândido (PT-SP), a derrota por 7 a 1 do Brasil para a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo pode acelerar a tramitação do projeto no Congresso. "Vamos votar esta semana o requerimento de urgência. Com a goleada isso pode ser acelerado", disse o deputado, que é sócio do presidente eleito da CBF, Marco Polo Del Nero, em um escritório de advocacia.

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Carros de luxo dos presidenciáveis

Carros de presidenciáveis vão de Land Rover a Tipo 96

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Gabriela Salcedo - Do Contas Abertas

Nas declarações de bens dos candidatos divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é possível verificar quais são os carros dos presidenciáveis. A soma dos valores dos três automóveis dos mais bem cotados nas pesquisas para chefiar o executivo brasileiro em 2015 resulta em R$ 252,1 mil. O carro de Aécio Neves (PSDB) representa 66% desse valor.

O candidato mineiro, o mais rico do trio, com patrimônio de R$ 2,5 milhões, é proprietário do carro mais valioso: uma Land Rover Freelander de 2012, adquirido por R$ 166.500,00. Campos (PSB) está na lanterna da relação candidato versus renda, com patrimônio de R$ 546,8 mil, mas em posição intermediária no valor dos carros. Não quer luxo, nem lixo: comprou, também de 2012, um Fiat 500 por R$ 35.632,00. Dilma (PT), com bens equivalentes a R$ 1,75 milhão, tem automóvel 16 anos mais velho de que seus concorrentes, um Fiat Tipo de 1996, declarado por R$ 30.642,00.

Os bens, obviamente, não seriam avaliados no mesmo valor hoje em dia. Os cifrões dos automóveis declarados são da época em que foram adquiridos. Pela tabela Fipe, o carrão de Aécio sai entre R$ 110 mil e R$ 160 mil, dependendo do modelo. O carrinho de Campos, atualmente, vale entre R$ 35 mil a R$ 45 mil. Já a relíquia de Dilma sai por cerca de R$ 6 mil a R$ 7,5 mil.

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Pedido de Ministro é para manter cargos

Barbosa pede que sucessor mantenha seus assesssores

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O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, enviou novo ofício ao vice-presidente da corte, Ricardo Lewandowski, reiterando pedido pela manutenção de 46 servidores do seu gabinete na corte depois de sua aposentadoria. O documento foi recebido nesta sexta (11) pelo gabinete de Lewandowski.

O caso gerou novo embate entre Barbosa e Lewandowski. Quando um ministro está de saída, seus assessores são exonerados 120 dias após seus afastamento. Quatro ministros do STF ouvidos pela Folha dizem que o ofício de Barbosa não é comum: a praxe é o presidente que deixa o cargo entregar um pedido de exoneração de todos os funcionários.

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Candidato do PSB em Natal

Campos tenta justificar aliança com PMDB no RN

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Candidato do PSB tem dito que, se eleito, mandará para a oposição cúpula do PMDB - Foto: Marlio Forte

Por PATRÍCIA BRITTO - Folha de São Paulo

O candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, teve que fazer um malabarismo retórico durante sua visita a Natal nesta sexta-feira (11) para justificar o apoio de seu partido, no Rio Grande do Norte, ao PMDB do deputado Henrique Eduardo Alves.

Campos tem repetido em discursos e entrevistas que, caso seja eleito, mandará para a oposição a ala do PMDB aliada à presidente Dilma Rousseff (PT), formada por nomes como o senador José Sarney (AP) e os presidentes do Senado, Renan Calheiros (AL), e da Câmara, Henrique Alves (RN).

No Rio Grande do Norte, contudo, o PSB apoia a candidatura do próprio Henrique Alves (PMDB) ao governo e indicou Wilma de Faria (PSB) como candidata a senadora na chapa do peemedebista.

Segundo Campos, o PSB pretendia ter candidatura própria no Estado, mas se viu isolado e decidiu aderir a uma coligação "ampla" para "resgatar" o Estado.

"O que acontece é que a situação do Rio Grande do Norte foi piorando em uma medida tal, a situação política, econômica e administrativa, que levou a um grande movimento de unidade para enfrentar essa situação", afirmou a uma rádio local.

O Estado é comandado pela governadora Rosalba Ciarlini, do DEM. Entre os partidos que apoiam a candidatura de Henrique na eleição deste ano está o próprio DEM, da atual governadora, cuja administração precisa ser "enfrentada", segundo Campos.

Mais cedo, Campos havia criticado a "velha política".

Em Taipú

Dr. Marcelo ex-prefeito, a vice-prefeita e o vereador

mais votado declaram apoio ao deputado José Adécio

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O Ex-Prefeito e líder político do municipio de Taipú, Dr. Marcelo, a atual Vice-Prefeita, a Sra. Leônia Maria e o Vereador mais votado nas últimas eleições, Marcelo Queiroz (713 VOTOS) declararam apoio a candidatura de José Adécio a Deputado Estadual.

Dr. Marcelo disse: "O meu apoio ao Deputado José Adécio é em função da sua coerência partidaria, homem que cumpre seus compromissos e tem muitos serviços prestados ao município de Taipú".

"Agradeço ao Ex-Prefeito, Dr. Marcelo por aderir ao trabalho que venho desenvolvendo ao longo desses anos. Agradeço a atual Vice-Prefeita, a Sra. Leônia Maria e o Vereador mais votado nas últimas eleições, Marcelo Queiroz. A importância desta parceria serão os benefícios que trará ao povo do município de Taipú". Falou Adécio.

Assecom – Rafael Maia

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Arraiá do Agricultor em Lajes

Deputado Walter prestigia Arraiá do

Agricultor em Lajes

Arraia do Agricultor em Lajes 21

O deputado estadual Walter Alves, candidato a federal pelo PMDB, iniciou a agenda política do final de semana com uma visita a Lajes. Na noite desta sexta-feira (11), ele participou do Arraiá do Agricultor, uma das festas juninas tradicionais do município.

Recebido pelo prefeito Benes Leocádio e pelo vice Marcão Fernandes, Walter cumprimentou amigos e agricultores da região Central que participaram da festa. Lajes é um dos municípios em que Walter terá apoio do prefeito e do vice.

Arraia do Agricultor em Lajes 15

"Ficamos felizes em ver o deputado Walter retornando a nossa cidade. Ele que já é um parceiro de Lajes poderá fazer ainda mais se eleito deputado federal", disse o vice-prefeito Marcão.

Arraia do Agricultor em Lajes 1

Neste sábado (12), Walter visitará municípios nas regiões Seridó e Oeste.

Caso que envolve Costa e Youssef

Campos será ouvido pela Justiça Federal em caso

que envolve Costa e Youssef

JULIO CESAR LIMA - AGÊNCIA ESTADO

O ex-governador de Pernambuco e candidato a presidente da República, Eduardo Campos (PSB) deverá ser ouvido pela Justiça Federal, como testemunha de defesa, no caso que investiga a possível participação do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef em suposto superfaturamento em obras empreendidas pela Petrobras, entre elas a Refinaria Abreu e Lima. Campos e o candidato ao Senado e ex-ministro da Integração, Fernando Bezerra, deverão ser convocados pela Justiça Federal para prestarem depoimentos nas próximas semanas.

Na sexta-feira, 11, Costa e Youssef participaram de uma audiência de instrução de duas testemunhas de acusação - um agente e um delegado que participaram das investigações na Operação Lava Jato - na sede da Justiça Federal, em Curitiba (PR). Eles não se pronunciaram, porém, estavam acompanhados de seus advogados. Tão logo terminou a audiência, com duração de três horas, ambos voltaram para a cela da Polícia Federal, em Curitiba.

Sobre a participação de Campos e Bezerra no processo, o advogado de Costa, Nélio Machado disse que isso deve acontecer. "Continuam (Campos e Bezerra) como testemunhas, embora o juiz tenha solicitado que em cinco dias a defesa diga a motivação para essa indagação; embora não seja razoável o que o juiz solicita, pois a defesa não costuma conversar antes, e a testemunha dirá o que souber diante daquilo que for perguntado", observou.

Leia mais:Caso que envolve Costa e Youssef

ntirretrovirais para gays

OMS recomenda antirretrovirais para gays como

prevenção ao HIV

Por BBC Brasil - UOL

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou, pela primeira vez, que homens gays sexualmente ativos tomem medicamentos antirretrovirais além de usar preservativos para evitar contaminação pelo HIV.

A organização afirma que o que chama de "medicamento de profilaxia pré-exposição" pode reduzir a incidência do HIV entre 20% e 25% globalmente, segundo estimativas.

Isto evitaria, segundo os cálculos da OMS, até 1 milhão de novos casos nesse grupo em um período de dez anos.

A entidade diz que esse grupo tem 19 vezes mais chance de contrair o HIV do que a população em geral.

"Taxas de infecção por HIV entre homens que têm relações sexuais com homens continuam altas quase em todos os lugares, e novas opções de prevenção são necessárias com urgência", afirmou a OMS em relatório divulgado nesta sexta-feira.

Leia mais:ntirretrovirais para gays

'Futebras'

Aécio acusa governo de 'oportunismo' e diz que

País não precisa de uma 'Futebras'

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Candidato do PSDB rebate ministro do esporte Aldo Rebelo, que defendeu na quinta maior participação do poder público no futebol

Embora esteja no Rio de Janeiro sem agenda pública nesta sexta-feira, 11, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, divulgou nesta tarde uma nota em que responde ao ministro do Esporte, Aldo Rebelo, que defendeu na quinta-feira, 10, maior participação do poder público na gestão do futebol.

"O País não precisa da criação de uma 'Futebras'", disse Aécio, em referência aos nomes de grande parte das estatais brasileiras. O tucano acusou o governo de "oportunismo" na discussão sobre o futuro do futebol brasileiro. Depois da derrota do Brasil para a Alemanha pelo placar de 7 a 1, a presidente Dilma Rousseff defendeu "renovação" do futebol e criação de barreiras para evitar a "exportação" de jogadores.

Logo em seguida, outros integrantes do governo também passaram a pedir mudanças na administração dos clubes. "O futebol brasileiro precisa, é claro, de uma profunda reformulação. Mas não é hora de oportunismo. Principalmente daqueles que estão no governo há 12 anos e nada fizeram para melhorá-lo. E nada pode ser pior do que a intervenção estatal. O país não precisa da criação de uma "Futebras".

Precisa de profissionalismo, gestão, de uma Lei de Responsabilidade do Esporte. Com foco nos atletas, nos clubes e nos torcedores", disse Aécio na nota divulgada nas redes sociais. O deputado tucano Otávio Leite (RJ) é relator da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, que propõe o parcelamento das dívidas dos clubes em troca de modernização da gestão e punições para falta de transparência nas contas e atrasos nos pagamentos.

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Projeto esta na pauta

Câmara pode votar na segunda-feira projeto

que suspende conselhos populares

CD Plen

O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar na próxima semana o projeto que cancela os efeitos do decreto da presidente Dilma Rousseff que criou a Política Nacional de Participação Social. O projeto está na pauta de sessão extraordinária na segunda-feira (14).

O decreto presidencial cria conselhos que vão influenciar as políticas governamentais, com integrantes indicados pelo próprio governo. Parte do Congresso não gostou do texto, por acreditar que ele invade prerrogativas do Poder Legislativo.

O tema tem dividido governo e oposição desde o começo de junho. Até mesmo o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, criticou o decreto.

Leia mais:Projeto esta na pauta

Lei para o esporte

Campos diz que Aécio e Dilma querem

'se candidatar' à CBF

ANNA RUTH DANTAS, ESPECIAL PARA O ESTADO - O ESTADO DE S. PAULO

O candidato a presidente da República pelo PSB, Eduardo Campos, criticou os posicionamentos da presidente Dilma Rousseff e do candidato do PSDB à Presidência Aécio Neves sobre futebol neste momento da campanha eleitoral.

O presidenciável, que cumpriu agenda em Natal nesta sexta-feira, 11, analisou que o debate sobre uma lei para o esporte, como defendeu Dilma, precisa ser feito de forma ampla, envolvendo o Congresso Nacional e especialistas. "O debate de conteúdo é que precisa ser feito, um debate do bom senso. Pelo visto estão querendo se candidatar a presidente da CBF a Dilma ou o Aécio", comentou.

Ele disse que o debate adequado sobre a gestão no esporte passa por forma uma comissão no Congresso Nacional. "Precisa do envolvimento e escuta da sociedade sobre uma lei de responsabilidade nos esportes de uma maneira geral, precisa fazer isso sem estar contaminado pelo ambiente eleitoral, tem que fazer com responsabilidade", analisou.

Eduardo Campos disse que a preocupação agora é com os grandes problemas do País. "A hora é de discutir os assuntos que são centrais no Brasil. O País precisa voltar a crescer na economia, conter a inflação, precisa fazer os juros baixar e cuidar do ensino integral", destacou.

Leia mais:Lei para o esporte

Arena pagamento em dia

Consórcio que montou estruturas no Arena confirma

que Governo do RN está em dia

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Governo do RN e empresa que instalou as estruturas divergem nos valores dos aditivos - Foto: José Aldenir

Marcelo Lima - Jornal de Hoje

O Consórcio 2NC, que instalou as estruturas temporárias na Arena das Dunas utilizadas durante os quatro jogos da Copa do Mundo em Natal, informou que o Governo do Rio Grande do Norte estava em dia com o pagamento. "Está tudo dentro do previsto. Tudo em dia em processo natural", disse Ney Ávila, representante do consórcio, por telefone.

O secretário especial da Copa no Rio Grande do Norte, Demétrio Torres, explicou na manhã desta sexta-feira (11), que o governo não era "caloteiro". "O Estado do Rio Grande do Norte nunca deu calote em ninguém. Nem neste governo nem nos anteriores. Não existe na história do Rio Grande do Norte calote, pelo menos eu não conheço", declarou.

Isso ocorreu porque ontem (10) o site da televisão por assinatura ESPN publicou reportagem com título que denunciava calote do governo. Segundo Demétrio Torres, o governo tem 30 dias depois da última medição (verificação in loco se o serviço foi realmente realizado). "Feito essa medição, dá entrada aqui no protocolo e ela vai andar por aqui por dentro para verificação para registro. Depois eu encaminho para a Controladoria Geral do Estado para ver se os trâmites todos ocorreram. Isso demanda tempo. Por isso que nos nossos contratos, a gente coloca uma previsão: após a medição você tem trinta dias para pagar", disse.

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Presidenciável Eduardo Campos em Natal

Dilma encareceu investimento produtivo no

Nordeste, diz Campos

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Presidenciável Eduardo Campos no Midway em Natal - Foto: Márlio Forte

ANA FERNANDES - AGÊNCIA ESTADO

O candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB) disse nesta sexta-feira, 11, em visita a Natal, que o governo da presidente Dilma Rousseff tornou mais caro fazer investimentos produtivos no Nordeste na comparação com outras regiões do País.

"O Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) foi criado em 1988 para dar financiamento a empreendimentos produtivos com recurso do Orçamento Geral da União, mais barato para o Nordeste. Agora, no governo Dilma, esses financiamentos ficaram mais caros que com o BNDES para outras regiões do Brasil", disse, em coletiva.

Questionado sobre as demandas da região, Campos afirmou que os Estados nordestinos precisam de investimento pesado em infraestrutura, com maior agilidade em obras de portos, ferrovias, rodovias e adutoras. Ele citou a duplicação da rodovia que liga Natal a Mossoró e as obras de transposição do São Francisco, que estão atrasadas.

Campos aposta no fato de ser o único candidato nordestino e de sua vice Marina Silva ser da região Norte para atrair o eleitorado do Nordeste, região onde o PT tradicionalmente consegue muitos votos e que garantiu uma boa margem para a eleição de Dilma em 2010. Nesta quinta-feira, 10, Campos esteve no Maranhão e hoje, no Rio Grande do Norte, repetiu o discurso de sua origem nordestina. "O Nordeste é o lugar onde nasci, que conheço como a palma da minha mão e como cidadão, não como candidato. Fico incomodado quando vejo outros candidatos tratando o Nordeste como se fosse um curral eleitoral."

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Simone Dutra

Candidata ao governo do RN promete reajuste

salarial e quer acabar com a PM

Simone Dutra

Ciro Marques - Jornal de Hoje

As propostas da candidata do PSTU, Simone Dutra, ao Governo do Estado são as que O Jornal de Hoje apresenta na edição de hoje, seguindo a série de matérias sobre os planos governamentais dos candidatos ao Executivo estadual. E, dentre as propostas apresentadas pela socialista e disponíveis no site DivulgaCand 2014, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destaque para o aumento geral no salário dos servidores e redução no pagamento dos políticos, mesmo que isso possa significar o desrespeito a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), e o fim da Polícia Militar, com a criação de uma polícia unificada, eleita pelo povo.

"A inflação corrói os salários dos trabalhadores. O aumento dos preços, sobretudo dos alimentos, atinge principalmente os mais pobres. A inflação funciona, na prática, como uma redução salarial por parte dos patrões, uma espécie de confisco de parte dos salários dos trabalhadores através do preço dos produtos. Não é, como afirma o governo e boa parte da imprensa, produto do clima, mas uma forma de aumentar os lucros das empresas. Para enfrentar a inflação, defendemos aumento geral dos salários dos trabalhadores e a redução dos salários dos altos cargos do Estado", afirma o plano de governo de Simone Dutra.

E não é só. Enquanto aumentará o dos servidores, ela pretende reduzir o dos políticos. "É inaceitável que os políticos ganhem muito mais do que os trabalhadores. Além do aumento geral de salários dos trabalhadores, defendemos que o salário de todos os políticos deve corresponder ao salário médio de um operário especializado (hoje em torno de 4 mil reais). Vamos combater sistematicamente a corrupção e defender a prisão e o confisco dos bens dos corruptos e corruptores", acrescenta o plano.

No projeto de governo de Simone Dutra, também é afirmado que o governo do PSTU não vai se submeter a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que impede que os gastos com a folha salarial sejam maiores que, aproximadamente, a metade da receita do Estado.

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Gasto público

Presidente do TCU discute com TCEs do Nordeste

importância de auditorias

Do G1 PE

11072014 encontro entre o pO presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Augusto Nardes, esteve no Recife nesta sexta-feira (11) para discutir formas de economizar com o gasto público em grandes obras na região Nordeste, como a transposição do Rio São Francisco. "Temos que evitar o desperdício de recursos. Com auditorias realizadas pelo tribunal, já conseguimos salvar R$ 400 milhões que a obra tinha de sobrepreço", explicou Nardes.

A reunião contou com a presença dos presidentes dos tribunais de contas de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. "Nós temos a consciência de que precisamos trabalhar em rede agora. Estamos certos que os tribunais do Nordeste estão aptos para colaborar com o TCU para fazer uma fiscalização mais efetiva dessa importante obra", afirmou o presidente do TCE de Pernambuco, o conselheiro Valdecir Pascoal.

Além da transposição, o ministro comentou outros problemas da região, como as previdências sociais. "Muitos municípios do Nordeste, e do Brasil todo, não estão conseguindo garantir os fundos para as aposentadorias de seus funcionários e isso é uma bomba relógio. Temos que discutir bastante esse tema, saindo da zona de conforto, de ver apenas a legalidade, e começar a realizar auditorias preventivas", relatou. Nardes também disse que está preparando um encontro no segundo semestre com países europeus, pois eles passaram e ainda passam por uma crise na previdência.

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Dengue hemorrágica

Vacina reduz em 85% números de casos de

dengue hemorrágica

Mosquito Dengue

Agência Estado

Um estudo da farmacêutica Sanofi, publicado nesta quinta-feira, 10, na revista científica britânica The Lancet, mostra que uma vacina contra a dengue reduziu em 88,5% o número de casos de dengue hemorrágica e em 56% o número de casos comuns da doença em testes em três países asiáticos. O documento apontou ainda diminuição de 67% dos riscos de hospitalizações.

Esse foi o primeiro teste de uma vacina contra a doença que chegou à fase 3, aplicada em um grande número de voluntários e última etapa antes de a vacina ser submetida aos órgãos reguladores dos países. O documento, no entanto, não mostrou a mesma eficácia acima dos 50% contra todos os quatro subtipos da doença comum. Contra o subtipo 2 foi obtida a menor proteção: 35%. Já nos subtipos 3 e 4 a proteção chegou a 75% e, contra o subtipo 1, teve eficácia de 50%.

O estudo foi feito em 10.275 crianças de 2 a 14 anos em 12 áreas endêmicas de Malásia, Filipinas, Tailândia e Vietnã. Foram aplicadas, no total, três dose da vacina.

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Em campanha no Estado

Eduardo Campos diz que aliança de Henrique

e Wilma é para "enfrentar o caos" no RN

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Em campanha pelo Rio Grande do Norte nesta sexta-feira (11), o candidato a presidente Eduardo Campos (PSB) ressaltou a importância da aliança partidária formada em torno do nome de Henrique Alves (PMDB) para o governo do estado.

"Do ponto de vista administrativo e político a que o Rio Grande do Norte chegou, precisou se criar uma frente ampla para enfrentar o caos", disse Campos, presidente nacional do PSB, legenda representada na coligação União pela Mudança pela candidata ao Senado Wilma de Faria.

"Meu partido no RN convenceu o diretório nacional de que precisava participar deste momento de união pelo bem do estado.", reforçou Campos, que iniciou sua agenda concedendo entrevista na Rádio Cidade, depois falou a jornalistas em coletiva.

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Pavimentação de ruas em Caicó

Nelter e Roberto Germano comemoram liberação

de 4,9 milhões para pavimentação de ruas em Caicó

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Fruto de uma luta do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, atendendo um pleito do deputado estadual Nelter Queiroz e do prefeito Roberto Germano, já está empenhado o montante de R$ 4,9 milhões pelo Ministério das Cidades, para a pavimentação de ruas na cidade de Caicó.

O prefeito Roberto Germano telefonou para Nelter e agradeceu seu apoio: "Como sempre, você tem sido parceiro da nossa administração e conquistamos mais um benefício para os caicoenses".

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