PF quer que Aécio explique elo com Cabral

Poder e Política - Aécio Neves

A Polícia Federal quer que o senador Aécio Neves (MG) explique que tipo de relação mantém com integrantes de escritório investigado na Lava Jato por integrar o esquema do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ).

Na casa do tucano, a PF apreendeu em maio, durante a operação Patmos, documento sobre a compra e venda de um imóvel pelo advogado José Antônio Velasco Fichtner, irmão do ex-secretário da Casa Civil do Rio Régis Fichtner, preso no mês passado, suspeito de receber propinas para Cabral. Os dois são sócios no escritório Andrade & Fichtner.

Os policiais encontraram na residência do congressista, em Brasília, uma procuração dada por José Antônio a uma de suas colegas na banca para adquirir, em 2010, um apartamento em Florianópolis (SC) e fazer pagamentos aos então proprietários, dois espanhóis, no exterior. O senador e o advogado são amigos.

Conforme certidão obtida pela Folha, o imóvel foi transferido quatro anos depois por José Antônio para a mãe do senador, Inês Maria, ao custo de R$ 500 mil. As informações são da Folha de são Paulo.

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Receita bloqueia repasse de fundo para Minas Gerais

A já complicada situação fiscal do governo de Minas pode se agravar ainda mais nos próximos dias. Com os salários dos servidores públicos parcelados em até três vezes, sem saber quando e nem como pagará o 13º salário de 100% do funcionalismo e em dificuldades para conseguir fazer o repasse do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) para os municípios, o Estado teve nesta semana a remessa do Fundo de Participação dos Estados (FPE) bloqueada pelo governo Federal.

O bloqueio foi feito no último dia 13 e, até o fechamento desta página, continuava em vigor no site da Secretaria do Tesouro Nacional.

Apesar da retenção, o governo enfatizou nessa sexta-feira (15) que a situação já foi solucionada e que o desbloqueio será feito até a próxima segunda-feira. De acordo com o Estado, o problema se deu por causa de uma pendência no pagamento de R$ 39 milhões do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). O valor já teria sido quitado. As informações são de O Tempo.

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