Se falou em fechar STF, precisa de psiquiatra, diz Bolsonaro

Bolsonaro no 2º turno

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) negou a jornalistas na tarde deste domingo (21) que exista a possibilidade de o STF (Supremo Tribunal Federal) ser fechado.

Veicula nas redes sociais um vídeo em que seu filho, Eduardo Bolsonaro, afirma que o Supremo poderia ser fechado por militares caso a candidatura de seu pai fosse barrada.

“Se alguém falou em fechar o STF, precisa consultar um psiquiatra”, disse Jair Bolsonaro. 

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) negou a jornalistas na tarde deste domingo (21) que exista a possibilidade de o STF (Supremo Tribunal Federal) ser fechado. Ana Luiza Albuquerque e Talita Fernandes – Folha de São Paulo

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Chefete de oligarquia manda pessoal da Prefeitura do Assú apoiar candidato da vice-prefeita do MDB

Fátima com Ivan Júnior em Assú

Para se vingar da candidata a governadora Fátima Bezerra, do PT, por não aceitar a proibição de apoio do ex-prefeito Ivan Júnior (PSD) a senadora petista, o prefeito do Assú e chefete da oligarquia Gustavo Soares, recebendo orientação no subterrâneo do seu irmão e deputado estadual George Soares, vai apoiar debaixo dos panos, o candidato a governador Carlos Eduardo Alves, que tem apoio de sua aliada e vice-prefeita Sandra Alves, do MDB.

Comenta-se nos bastidores que a ordem emitida pelo chefete e prefeito Gustavo Soares, apela para os cargos comissionados e todos os demais votarem em Carlos Eduardo Alves. A previsão é de que o candidato Carlos Alves que tirou no primeiro turno 4.670 votos possa aumentar  a sua votação para algo em torno de 9 mil e tentar baixar a votação da petista para culpar o ex-prefeito Ivan Júnior..

No embate pessoal em Assú com Ivan Júnior, a votação de George Soares que tinha o apoio do seu irmão, o prefeito, dez vereadores e da vice-prefeita, foi menor do que a do ex-prefeito que sozinho derrotou o parlamentar do PR pela segunda vez.

Para deputado federal, Ivan Júnior voltou a mostra mais força e prestígio político do que o deputado estadual e o prefeito do PR. Benes apoiado por Ivan foi o mais votado e João Maia, apoiado pelos irmãos Soares, ficou em segundo lugar. A maioria de Benes sobre Joáo Maia, foi de 1.770 votos

Ganância e ambição movem PT para ter candidato a prefeito do Assú

O PT do Assú já está por cima da carne seca com a garantia do lugar de vice-prefeito na chapa encabeçada pelos candidatos a prefeito dos grupos liderados por Ivan Júnior e George Soares, nas eleições de 2020, mas se a candidata a governadora Fátima Bezerra, for eleita, o PT do Assú começará a ter ganância e ambição maior para lutar para ter candidato próprio a prefeito do Assú.

A petista e professora Ines Almeida, uma das coordenadoras do Sinte Açu, é apontada como candidata a prefeita. Este ano, o Sinte RN divulgou uma relação de 11 deputados estaduais, entre os quais, o deputado George Soares que votou contra para que os Poderes devolvam ao Governo do Estado o dinheiro que sobra em seus caixas a cada ano, mas o chefe da oligarquia Soares abafou a luta do Sinte em Assu.

Apesar da candidata Fátima Bezerra ser a favor da devolução do dinheiro, o chefe da oligarquia e deputado George Soares, foi inocentado pelo Sinte de Ines Almeida, que nunca citou o novo cacique do clã, para conquistar quem sabe o lugar de candidata a prefeita ou vice-prefeita da mais antiga oligarquia do Vale do Açu.

Governo eleito terá 1.190 vagas para ocupar em 138 estatais

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Além de poder preencher 24,6 mil cargos comissionados em todo o governo federal, o próximo presidente da República terá à disposição 1.190 vagas nos conselhos das 138 estatais federais, que podem pagar mais de R$ 20 mil por mês – os chamados jetons. Em muitas empresas, esses cargos são importante moeda de negociação política com o Congresso Nacional.

Os jetons não contam como salários e, por isso, não entram no limite salarial previsto na Constituição, que é o teto do servidor, hoje de R$ 33,7 mil.

O preenchimento dos cargos entrou no debate eleitoral depois que o deputado Onyx Lorezoni (DEM-RS), indicado para ministro da Casa Civil num eventual governo do candidato Jair Bolsonaro (PSL), prometeu cortar 25 mil cargos públicos no primeiro dia do novo governo. O próprio Bolsonaro, durante a campanha, disse que teria independência partidária para as indicações. 

Já o candidato Fernando Haddad (PT) informou, por meio da sua assessoria de campanha, que, caso eleito, serão mantidos os cargos que forem “absolutamente necessários” e que será dada prioridade aos servidores concursados.

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Caça e posse de armas podem ser aprovadas no Congresso

O Deputado Major Olimpio durante seu discurso sobre o relator deputado Arthur Maia ter retirado do texto da reforma previdênciaria os Guardas Penitenciário na comissão da Câmara 03/05/2017 Foto: Ailton de Freitas / Agência O Globo

Com o avanço das bancadas de partidos conservadores na Câmara , questões polêmicas – como caça e posse de armas – que estavam fora da pauta política devem voltar à discussão sob uma eventual gestão de Jair Bolsonaro (PSL). A regularização do abate de animais exóticos como o javali, discussão que existe em São Paulo, já é vista como uma porta de entrada para a caça de várias outras espécies.

Em caso de vitória do capitão da reserva, grupos como a Associação Nacional de Caça e Conservação (ANCC) esperam pela desburocratização da caça ao javali, espécie considerada exótica e que destrói plantações. Bolsonaro aparece em um vídeo exibido nas redes sociais da ANCC.

— Se Deus quiser, a partir de 2019, burocracia zero. Vamos implementar, porque é um esporte saudável. Caçadores, parabéns, estamos juntos! — diz o capitão.

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Bolsonaro quer Sérgio Moro no Supremo, diz presidente do PSL

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O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, afirma que uma das linhas de um eventual governo de Jair Bolsonaro será “discutir tabus”. Cotado para ser ministro da Justiça caso o capitão reformado seja eleito, Bebianno – que dedicou os últimos meses a coordenar a campanha de Bolsonaro –, afirma que entre os “tabus” brasileiros estão a Previdência, a legislação trabalhista e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo Bebianno, um eventual governo Bolsonaro poderá indicar o juiz Sérgio Moro, titular da Operação Lava Jato em Curitiba, para ministro do Supremo. Apesar do discurso de Bolsonaro contra o sistema político, o presidente do PSL admite fazer alianças com o MDB e o DEM. 

Qual será o seu papel em um eventual governo Bolsonaro? 

Não sei nem qual vai ser a minha atuação e se vou ter um espaço no governo. Na hora certa, a gente vai tratar disso. Agora, o que importa são os dez dias de campanha (restam sete dias agora – a entrevista foi concedida na quinta-feira, 18). Estamos focados, fazendo um bom trabalho de comunicação, lembrando ao País o que significaria ter o PT de volta, o caos, a destruição, a corrupção. Como nós sabemos, os petistas não amam o Brasil, os petistas amam o PT. Constança Rezende, O Estado de S.Paulo

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‘3º turno’, disputa pelo comando da Câmara e do Senado mobiliza partidos

Trinta e um dias após a posse do novo presidente da República, os 594 congressistas vão escolher, em votação secreta no dia 1º de fevereiro de 2019, o novo comando da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Apesar de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) ainda estarem disputando o segundo turno, a maior parte do Legislativo já se movimenta para a eleição de fevereiro dando como certa a eleição do capitão reformado para o Palácio do Planalto.

Até o momento, 13 deputados e senadores (atuais ou eleitos) se lançaram ou são cotados para a sucessão de Rodrigo Maia (DEM-RJ) na presidência da Câmara e de Eunício Oliveira (MDB) na presidência do Senado.

Enfraquecida, a esquerda admite que, caso se confirme a vitória de Bolsonaro, terá que compor com partidos de centro para, na melhor das hipóteses, barrar a eleição de um bolsonarista. Nenhum candidato da esquerda se lançou ou está cotado para esses postos.

O comando do Congresso tem importância, entre outras coisas, por formar a linha de sucessão presidencial e por ter poder de definir a pauta de votações e de dar aval para um eventual processo de impeachment contra o presidente da República.

Na Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) se equilibra na tentativa de se reeleger, mas o apoio que ele e seu grupo deram a Geraldo Alckmin (PSDB), que chegou em quarto na disputa presidencial, o enfraqueceu.

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Aplicação do Enem terá quatro horários diferentes

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O Ministério da Educação (MEC) alerta os estudantes inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 que a partir do primeiro dia da aplicação das provas, 04 de novembro, o país terá quatro fusos horários diferentes. Devido ao horário de verão, que entrará em vigor no mesmo dia da prova, os portões dos locais de realização do exame serão abertos e fechados em horários diferentes nos estados.

O relógio deverá ser adiantado em uma hora à meia noite de sábado (3) para domingo (4) pelos estudantes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Neste grupo de estados, com exceção de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a abertura dos portões dos locais das provas será às 12 horas e o fechamento às 13h.

Para estudantes do Amapá, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, os portões serão abertos Às 11h e o fechamento Às 12h, seguindo o horário local.

Nos estados do Amazonas, Rondônia e Roraima, os participantes poderão ingressar os locais de prova entre 10h e 11h, de acordo com o horário local. E no Acre, que tem fuso horário de três horas a menos em relação a Brasília, os portões serão abertos às 9h e fechados às 10h, também seguindo horário local.

Os cartões de confirmação da inscrição estarão disponíveis para consulta a partir da próxima segunda-feira (22), na página do participante. No cartão, são informados os dados dos estudantes, local de prova, data e horários de aplicação da prova. A segunda etapa das provas será aplicada em 11 de novembro.

Puxadores de voto valem R$ 230 milhões para seus partidos

André Dusek/Estadão

Os paulistas que teclaram na urna eletrônica os números de Eduardo Bolsonaro ou Joice Hasselmann – os dois candidatos a deputado federal mais votados do País nas eleições 2018 – assinaram também um cheque de pelo menos R$ 110 milhões em recursos públicos para o PSL, o partido da dupla. O dinheiro será recebido ao longo dos próximos quatro anos.

Em conjunto, os dez deputados federais mais votados do País valerão cerca de R$ 230 milhões – se eles fossem um partido, ficariam em terceiro lugar no ranking do recebimento de verbas públicas. Cada voto recebido por esses parlamentares significará um ingresso de R$ 38 nas contas de seus partidos durante o mandato.

Os recursos são os do Fundo Partidário, que bancam as atividades e a estrutura dos partidos políticos, além de parte dos gastos eleitorais. As verbas vêm do Orçamento da União e são distribuídas proporcionalmente aos votos que cada legenda recebe na eleição para a Câmara dos Deputados.

Somados, Eduardo e Joice receberam 2,9 milhões de votos, o que equivale a 3% do total para deputado federal em todo o País – incluindo a votação de legenda. Isso é mais do que o total destinado a 24 partidos, entre eles PSOLNovoPodemos, PROS e PTB.

Por causa da avalanche de votos, os dois deputados serão responsáveis por um quarto dos recursos do Fundo Partidário que o PSL receberá. Eles valerão R$ 27,6 milhões em 2019 e R$ 110 milhões ao longo de quatro anos. Daniel Bramatti, O Estado de S.Paulo

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PF abre inquérito para investigar fake news de Haddad e Bolsonaro

Polícia Federal instaurou neste sábado inquérito para investigar a disseminação de mensagens pelo WhatsApp referentes aos candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

O pedido de abertura de investigação foi feito pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que quer a apuração do possível uso de esquema profissional por parte das campanhas, com o propósito de propagar fake news(notícias falsas).

Segundo reportagem publicada na quinta-feira pelo jornal Folha de S.Paulo, empresas pagaram, em contratos que chegariam a 12 milhões de reais, pelo envio em massa de conteúdos contra o Haddad no WhatsApp.

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