Sócio da Gol cita repasses a Maia, deputados do PT e outros

O empresário Henrique Constantino, sócio da companhia aérea Gol, que firmou acordo de delação premiada

O juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal em Brasília, homologou acordo de delação premiada assinado entre o empresário Henrique Constantino, sócio da companhia aérea Gol, e o Ministério Público Federal. Entre os citados estão o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ) e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA).

Em um dos dez anexos da delação que tratam de fatos supostamente criminosos, Constantino relatou pagamentos de propina a operadores e políticos do MDB para obter recursos da Caixa Econômica Federal e do fundo de investimentos do FGTS, gerido pelo banco —informações relacionadas às operações Cui Bono e Sépsis, da Procuradoria no Distrito Federal.

Em outro anexo, de número 7, o delator falou de “benefício financeiro” a parlamentares ou ex-parlamentares por meio da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas).

Os políticos mencionados nesse caso são Rodrigo Maia, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), o ex-ministro Bruno Araújo (PSDB-PE), o ex-senador Romero Jucá (MDB-RR) e os ex-deputados Marco Maia (PT-RS), Vicente Cândido (PT-SP), Edinho Silva (PT-SP) e Otávio Leite (PSDB-RJ).  Folha de São Paulo

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PF apreendeu ontem uma tonelada de cocaína no Porto de Natal

A Polícia Federal voltou a apreender cocaína  ontem no Porto de Natal, segundo informação da assessoria da Polícia Federal. Uma carga de cocaína estimada em uma tonelada foi apreendida em meio a um carregamento de mangas. Um  total de 10 toneladas de cocaína já foram apreendidas em fevereiro e outras realizadas pela polícia holandesa desde outubro do ano passado.

A Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), realiza uma “série de aprimoramentos” na segurança do porto, de forma a recuperar a certificação do Código Internacional para Proteção de Navios e Instalações Portuárias (ISPS CODE) e obtenção de um escâner.

Os nomes das empresas de fruticultura irrigada e donas da carga de manga, não foram divulgadas, ate agora e também não se sabe quem está envolvido no tráfico

Essa é a terceira apreensão registrada em 2019, no terminal marítimo. As primeiras aconteceram em fevereiro, quando, em dois dias, 3,3 toneladas do entorpecente foram encontradas junto a frutas que seguiam para a Europa, segundo o G1 RN.

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