ANALFABETISMO: Prefeito do Assú precisa urgente de aulas de português

O prefeito do Assú formado em medicina em uma universidade de fundo de quintal lá no fim do mundo e que arrogantemente bate no peito e diz “sou médico ortopedista, não preciso de ninguém de Assú”, mas que responde a processo judicial por ERRO MÉDICO, precisa urgentemente ter aula de português em algum cursinho básico para no mínimo saber o que está assinando.

Todavia, é notório em suas discussões na internet como é peculiar a família Soares, que não sabem ouvir o outro lado, uma opinião diferente, e tomam logo como inimigos quem diverge do seus pensamentos. Há um elevado grau em suas palavras de desinformação ortográfica, que beira a um adolescente que acabou de concluir o colegial e não a de um prefeito médico de uma cidade de 60 mil habitantes.

O documento oficial da Prefeitura do Assú emitido para o Governo do Estado, com erros na grafia e na concordância, foi produzido pela sua equipe “profissional” que está lotada na Prefeitura, na verdade, não por qualificação profissional, mas para preencher lacunas políticas com viés eleitoreiro, ocupando cargos indicados por cartão de políticos como moeda de troca no toma lá da cá.

Mas, que de todo modo, mesmo com um pensamento político medíocre como esse acima, caberia ao Prefeito verificar o documento e proceder as correções, no entanto, lhe falta a capacidade cognitiva, o que envergonha a cidade conhecida como a terra dos poetas, dentro e fora dela.

O que chama a atenção além de tudo acima mencionado, é que existem corretores em editores de textos, que fazem um trabalho impecável de impedir erros, para evitar, por exemplo, que o gabinete do prefeito erre e passe vergonha, a Prefeitura hoje não utiliza sequer esses recursos.

É muito triste para uma cidade de 60 mil habitantes como Assú, que tem um povo trabalhador e batalhador, ter que vivenciar todo esse descaso com a gestão dessa bela cidade conhecida como Capital do Vale.

Acordo dá 36 novos destinos regionais a Azul e barra eventual avanço da Gol

A companhia aérea Azul anunciou na tarde de hoje acordo para comprar a rival menor TwoFlex, reforçando a aposta na aviação regional e de olho em licenças adicionais para voos ligando o aeroporto de Congonhas (SP) ao Rio de Janeiro.

O negócio, antecipado pela Reuters mais cedo citando fonte, é avaliado em 123 milhões de reais e dará à malha da Azul 36 novos destinos regionais operados pela TwoFlex.

Empresa oriunda da fusão das operadoras de táxi aéreo Flex Aero e Two Aviation, a TwoFlex tem 18 aeronaves Cessna Grand Caravan, com as quais atende principalmente o Centro-Norte do país.

Para a Azul, a transação é uma ofensiva dupla. Já dona da maior malha aérea do país, com cerca de 200 destinos, a empresa fecha uma porta para eventual avanço da rival Gol, que em 2019 havia feito uma parceria para vender passagens para destinos regionais por meio da TwoFlex.

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Projeto prevê mínimo de 20% de vagas em concursos públicos para pessoas negras no RN

Tramita na Assembleia Legislativa uma proposta para que pelo menos 20% das vagas oferecidas em concursos públicos no Rio Grande do Norte sejam reservadas para pessoas negras. A mudança é objeto de Projeto de Lei de autoria da deputada estadual Isolda Dantas (PT) e contempla a administração pública direta e indireta de quaisquer dos poderes do Estado.

“As cotas étnico-raciais têm-se revelado uma alternativa eficaz para a redução dos impactos da desigualdade na sociedade. Essa propositura se ancora nos princípios fundamentais da República Federativa do Brasil relativos à dignidade da pessoa humana, à redução das desigualdades sociais e à promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem ou raça”, argumentou a parlamentar.

De acordo com a proposta, a reserva de vagas a candidatos negros deverá constar expressamente nos editais dos concursos públicos, que especificarão o total de vagas correspondentes à reserva para cada cargo ou emprego público oferecido. Ainda segundo o texto, os órgãos públicos poderão adotar critérios complementares à autodeclaração de cor ou raça do candidato.

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Bolsonaro anuncia reajuste, e salário mínimo passará para R$ 1.045 em fevereiro

O presidente Jair Bolsonaro informou nesta terça-feira (14) que o governo reajustará o valor do salário mínimo de R$ 1.039 para R$ 1.045. Segundo Bolsonaro, o valor valerá partir de 1º de fevereiro.

O anúncio foi feito em uma entrevista coletiva na sede do Ministério da Economia, onde o presidente se reuniu com o ministro Paulo Guedes. Segundo Bolsonaro, o reajuste será feito via medida provisória, ato que tem força de lei imediatamente.

“Uma reunião tranquila, coordenada pelo Paulo guedes. Tivemos uma inflação atípica em dezembro. Não esperávamos que ela fosse tão alta assim. Foi basicamente da carne, e tínhamos que fazer com que o valor do salário mínimo fosse mantido. Então, ele passa, via medida provisória, de R$ 1.039 para R$ 1.045 a partir de 1º de fevereiro”, afirmou o presidente.

O objetivo com a medida é evitar perdas inflacionárias. Isso porque, ao fixar o valor do salário mínimo em R$ 1.039, o governo se baseou na projeção do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor do ano passado. O INPC serve de base para o cálculo do salário mínimo.

Na semana passada, porém, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o INPC ficou em 4,48%, acima do percentual previsto. Com isso, na prática, o reajuste do mínimo para R$ 1.039 ficou abaixo da inflação.

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