Contrato de 26 milhões do TSE para totalização de votos não teve licitação

Contrato de 26 milhões do TSE para totalização de votos não teve licitação

Giuseppe Janino, o insubstituível secretário de Tecnologia do TSE, disse há pouco em coletiva que “a inteligência artificial teve dificuldade de aprender” a processar o grande volume de votos, o que atrasou a totalização.

Ao atualizar a explicação para a falha de ontem, o ministro Luís Roberto Barroso afirmou que o ‘supercomputador’ da Oracle foi entregue apenas em agosto, “em boa medida por causa da pandemia”.

“Essa demora impediu que nele se realizassem todos os testes prévios, com a reprodução do exato ambiente das eleições”.

O TSE pagou R$ 26 milhões pelo serviço de “Cloud at Customer Oracle”, em contrato assinado em março sem licitação. O Antagonista apurou que o citado equipamento é constituído de vários blocos de mercado, como um lego, otimizado para rodar o banco Oracle.

É feito para suportar falhas em praticamente todos os componentes e seguir trabalhando. Parte por redundância, parte pela inteligência artificial que detecta componentes prestes a falhar e toma medidas para isolá-los.

Especialistas em TI garantem que uma falha não deveria causar o que causou, a menos que tenha ocorrido problemas de implementação, decorrentes do tempo curto e sem o devido cuidado. Pela nova explicação de Barroso, parece ter acontecido exatamente isso.

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GOLPE SUJO: Gustavo Soares sacrifica Wedson para eleger a prima Kariele Medeiros

Em toda eleição, a oligarquia Soares abate alguém para atingir seus objetivos, e dessa vez, o alvo foi o vereador Wedson, que foi traído pelo grupo da situação que o enganou desde o inicio do seu terceiro mandato, quando não permitiram que ele seguisse adiante com o projeto de ser presidente da Câmara, e nessa eleição Wedson foi sacrificado para que a prima da oligarquia fosse eleita vereadora, Kariele Medeiros.

Na realidade, os Soares nunca engoliram Wedson, só manipularam situações para que ele achasse que estavam investindo na sua cadeira no legislativo, e num golpe rasteiro, eles tiram a vaga dele e colocam Kariele.

Wedson foi induzido a acreditar que teria os votos do super secretário Clebson e uma parcela dos votos da vereadora e agora vice Fabiele Bezerra. Com isso, ele foi pego de surpresa e perdeu seu mandato que foi conquistado nos últimos 12 anos com tanto suor, em virtude da sua origem humilde.

Bolsonaro no divã: aliados do presidente se dividem entre negar fracasso nas urnas e defender autocrítica

PA Brasilia (BSB) 10/11/2020 Cerimônia de Lançamento da Retomada do Turismo no Palácio do Planalto com a presença do Presidente JAir Bolsonaro, dos Ministros da Casa Civil BRaga Netto, do Turismo Marcelo Alvaro Antonio, do Meio Ambiente Ricardo Sales, do MRE Ernesto Araujo e Marcelo Frias Secretário de Cultura Foto Pablo Jacob / Agencia O Globo Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Diante das derrotas impostas aos candidatos apoiados pelo presidente Jair Bolsonaro no primeiro turno das eleições, aliados do presidente de dentro e fora do governo se dividiram entre negar um fracasso nas urnas (ou ao menos tirá-lo do colo presidencial) e reconhecer que é preciso mudar para recuperar o bom desempenho de 2018. No grupo da negação está o próprio presidente, que passou a defender a tese de que eleições municipais não têm nenhuma correspondência com a política nacional. Aliados chegaram a aconselhar o presidente a analisar com cautela uma eventual participação no segundo turno a fim de evitar novos reveses. Outros debateram publicamente o que fazer diante de derrotas nas urnas.

Além de um resultado ruim na disputa para a prefeitura nas principais cidades — apenas Marcelo Crivella (Republicanos), no Rio, e Capitão Wagner (PROS), em Fortaleza (CE), continuam na briga —, o presidente viu a maioria dos seus indicados a vereador naufragarem. Dos 44 apoiados, apenas nove se elegeram. E a votação do filho Carlos Bolsonaro (Republicanos), em um patamar inferior ao de 2016, também conta como revés.

Os assessores que defenderam a participação de Bolsonaro na campanha avaliam que o cenário serviu como um importante termômetro para moldar a corrida presidencial de 2022, caso o chefe do Executivo leve adiante o plano de tentar a reeleição. Para essa ala, sem mergulhar de cabeça no pleito, Bolsonaro teria dificuldade de conhecer o real tamanho de sua força e suas fraquezas para uma próxima disputa.

Esse grupo também admite que a participação do presidente no pleito sem qualquer filiação partidária impôs uma urgência: a necessidade de ele encontrar rapidamente uma legenda para organizar seu grupo político. Bolsonaro se desfiliou do PSL em novembro do ano passado e tenta criar o Aliança pelo Brasil, ainda sem sucesso. Há alguns meses, admitiu entrar em outra sigla.

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