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Vereadora Lucianny denuncia aglomeração em vacinação e desorganização da Prefeitura do Assú

 

A falta de competência e seriedade da gestão da Prefeitura do Assú sob o comando do prefeito Gustavo Soares e a vice Fabielle, é algo rotineiro e vergonhoso.

Em plena pandemia, prestes a uma terceira onda bem mais violenta do que a última, o prefeito Gustavo e a vice tratam a gestão como querem, sem pensar na pessoas e na vida delas.

Hoje, a vereadora Lucianny pegou no flagra, uma grande aglomeração do lado de fora do local de vacinação, sem nenhuma fiscalização da Prefeitura em manter o distanciamento e garantir que as pessoas estejam seguras ao tomar vacinação.

O que vemos nesse vídeo da vereadora Lucianny, é uma falta de respeito de Gustavo e Fabielle com o povo do Assú, pois essa vacinação deveria funcionar em formato deive trhu, ou com marcação online. Mas como eles não estão nem aí pro povo, já que pregam distanciamento, mas na prática eles não mostram ações para evitar a aglomeração, pelo contrário, a incompetência deles gera a aglomeração e coloca em risco a vida das pessoas.

Empresa de locação de veículos vai faturar quase 100 mil na gestão de Valderedo em Ipanguaçu

O prefeito de Ipanguaçu, Valderedo Bertoldo, que é conhecido pelo ministério público como “dono” e não como “gestor” da prefeitura, faz um verdadeiro estrago com dinheiro público e atitudes duvidosas com empresa de locação de veículos.

Para entender melhor, o blog do VT fez um levantamento das condutas do prefeito Valderedo. Aqui mostramos que o prefeito fez o primeiro aditivo com a empresa Costeira Locadora de Veiculos Eireli, com o contrato nº 1128001/2019 e depois um segundo aditivo com contrato nº 908009/2020.

Depois das prorrogações de contratos, o prefeito fez mais um contrato com dispensa de licitação para empresa Costeira Veículos, no valor de 17 mil reais para um veículo, TIPO SUV, MOTORIZAÇÃO MÍNIMA 2.8, 4×4, A DIESEL.

Depois fez um novo contrato com dispensa de licitação, para fornecer serviço de LOCAÇÃO DE VEÍCULO, TIPO CAMINHONETE (PICK UP), no valor total de 72 mil reais por 12 meses, sendo gasto 6 mil por mês. Por último, a Costeira Locação ganha mais um contrato no valor de 48 mil reais para locação de veículo do tipo caminhonete (Pick-up) durante 8 meses. Até agora, a prefeitura pretende torrar ao todo mais de R$ 100 mil com a locadora Costeira, basta conferir aqui os aditivos e contrato.

De fato, existem muitos contratos com a locadora e algumas desorganizações de contratos, por exemplo, contratos com licitação e outro sem licitação, o que pode ser até motivo de investigação do MP. No mais, vemos que a gestão do prefeito Valderedo é duvidosa, e que deveria priorizar como atividade do administrador ser transparente ao lidar com recursos públicos.

Pressionado, governo avalia prorrogar auxílio emergencial e adiar reforma do Bolsa Família

Fila de pagamento do auxílio emergencial: governo planeja mais três parcelas de R$ 200 Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo

Pressionado pelo Congresso Nacional, o governo avalia a possibilidade de prorrogar o auxílio emergencial e adiar a reforma do Bolsa Família, inicialmente prevista para começar a valer em agosto. Diante de uma possível terceira onda de Covid-19 e níveis de desemprego e pobreza em alta, auxiliares do presidente defendem o auxílio como uma forma mais eficaz de melhorar a popularidade de Jair Bolsonaro e agradar a parlamentares da base aliada.

No início de maio, pesquisa Datafolha mostrou que a aprovação ao presidente havia recuado seis pontos e chegado a 24%, pior marca de seu mandato.

A justificativa para a estratégia é que o auxílio emergencial é mais abrangente. São 39,1 milhões de famílias beneficiárias, contra 14,69 milhões no Bolsa Família. O valor do auxílio hoje é de R$ 250, maior que a média de R$ 190 recebidos pelos domicílios inscritos no programa permanente.

Até mais quatro parcelas

Para a base de Bolsonaro no Congresso, caso a situação econômica do país não reaja, o auxílio emergencial pode ser prorrogado por até mais quatro parcelas. O novo programa seria lançado só no fim deste ano.

Pesa a favor da prorrogação a avaliação dentro do governo de que é preciso evitar um vácuo entre o fim do pagamento do auxílio e o novo Bolsa Família. A intenção é permitir uma “rampa de acesso” entre os dois benefícios.

Sem um desenho fechado para a nova versão do programa social, a avaliação é que encerrar o auxílio poderia criar uma sensação de descontinuidade, o que o Executivo quer evitar.

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Profissionais da área de enfermagem irão receber homenagem nesta segunda-feira

O Senado vai fazer sessão de homenagem a enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. O requerimento (RQS 1.490/2021) foi aprovado no dia 11 de maio, em sessão remota. O Dia Internacional da Enfermagem e do Enfermeiro é comemorado no dia 12 de maio e a cerimônia no Senado está marcada para esta segunda-feira (24), às 15h.

O autor do requerimento é o senador Fabiano Contarato (Rede-ES). No pedido de homenagem, ele lembra que os profissionais de enfermagem colocam em risco a própria saúde para salvar vidas de outras pessoas — e mesmo assim a profissão continua desvalorizada no Brasil. Para Contarato, o reconhecimento popular ainda não corresponde a remunerações dignas.

“Vale lembrar ainda que, enquanto o mundo enfrenta o maior desafio sanitário deste século, o valor dos profissionais da saúde ficou ainda mais explícito e inquestionável. Pessoas de diversos países passaram a sair nas janelas e a aplaudir os verdadeiros heróis, aqueles que se colocam em risco diariamente para salvar vítimas da covid-19”, lembra o senador.

No requerimento, ele também afirma que esse reconhecimento deveria vir com a aprovação do PL 2.564/2020, do qual é autor. O projeto fixa um piso salarial para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras. O relatório da senadora Zenaide Maia (Pros-RN) é favorável à aprovação, na forma de um substitutivo (texto alternativo).

Técnico e Auxiliar

Nesta quinta-feira (20) foi comemorado o Dia Nacional do Técnico e do Auxiliar de Enfermagem. Atualmente, segundo o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), o Brasil conta com 1.440.536 técnicos e 433.536 auxiliares de enfermagem. Juntos, esses profissionais representam mais de 80% da força de trabalho do setor, segundo o Cofen.

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Cientistas cobram liberação de R$ 5,1 bilhões bloqueados para pesquisa

Em audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados realizada nesta sexta-feira (21), representantes de entidades científicas reivindicaram a liberação de R$ 5,1 bilhões que foram bloqueados no orçamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

O orçamento do FNDCT foi contingenciado em 91% ao mesmo tempo em que o presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei orçamentária deste ano, em abril. Os debatedores lamentaram a queda do Brasil no ranking de inovação e temem que o congelamento dos recursos prejudique o combate à pandemia de Covid-19 e a retomada do crescimento econômico.

Ontem, o governo federal encaminhou ao Congresso o PLN 6/21, que repõe R$ 415 milhões do FNDCT para o financiamento de testes clínicos de vacinas nacionais contra a Covid-19. No final da audiência pública, o assessor da Secretaria Especial de Fazenda Glauber Pimentel de Queiroz anunciou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, encaminhou à Casa Civil um outro projeto de crédito suplementar de R$ 1,888 bilhão para recompor os recursos do FNDCT.

No entanto, o anúncio não satisfez os cientistas que participaram da audiência pública. O presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ildeu de Castro Moreira, disse que os recursos provavelmente são para crédito, ou seja, com exigência de reembolso. Ele acusou o governo de utilizar uma estratégia de atrasar a liberação dos recursos para evitar que sejam gastos. “Queremos recursos não-reembolsáveis”, cobrou.

Legislação
O deputado Nilto Tatto (PT-SP), que solicitou a audiência pública, lembrou que o governo não está cumprindo a Lei Complementar 177/21, que impede o contingenciamento de recursos do FNDCT. A lei, aprovada pelo Congresso em janeiro, foi vetada parcialmente pelo Executivo. No entanto, o Congresso derrubou o veto, resultando em nova promulgação, em 26 de março, no dia seguinte à aprovação da lei orçamentária.

“É essencial a atuação firme das lideranças do Congresso junto ao ministro da Economia para resolver a situação do fundo. Que cumpram a decisão legal tomada pelo Congresso e liberem os recursos do fundo. Eles são fundamentais para a ciência, tecnologia e inovação, em particular neste momento de pandemia e recuperação econômica do País”, enfatizou o deputado.

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Renan: “O governo não queria comprar vacina nenhuma”

CPI da Pandemia: Renan Calheiros volta aos holofotes e pressiona o governo  - Jornal O Globo

Para o senador Renan Calheiros, relator da CPI da Covid, já existem provas da responsabilidade do governo Jair Bolsonaro no caos sanitário no país. Ele disse ao Estadão:

Tem coisa comprovada, de que o governo não queria comprar vacina nenhuma, que defendia imunização de rebanho, por isso os estímulos à aglomeração e ao não uso de máscara”, afirmou.

Tratativas nesta direção (de atrasar compra de vacinas) com a Pfizer, com a Coronavac, com a Índia, isso tudo está provado.”

O antagonista

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