Dra. Vanessa Lopes chama a atenção da população para possível epidemia de dengue e Chikungunya

No último fim de semana, a médica, Dra. Vanessa Lopes, fez uma postagem importante, chamando a atenção de todos, de que Assú vivencia uma possível EPIDEMIA das arboviroses, como Dengue e Chikungunya, tendo em vista a infinidade de novos casos dessas doenças que tem sido atendidos diariamente.

A médica registrou que sua intenção não é causar alarde, mas chamar atenção para o grave problema de saúde pública que ora vivenciamos e que ameaça a toda população: “O blá, blá, blá, da prevenção da doença já é de conhecimento da população, e é largamente difundido nos meios de comunicação. Todos têm ciência de que não podem ter vasinho de planta com água dentro de casa, pneus velhos e garrafas jogadas no quintal, caixa d’água descoberta e etc”.

Mas o que muita gente desconhece é que aquele ovo que o mosquito pôs na água tem uma “colinha” que adere à superfície do objeto onde foi depositado, e fica lá por mais de 1 ano, mesmo que a água tenha sido despejada ou até evaporado, e na próxima chuva ele irá transformar-se em larva e em 1 semana sairão voando e transmitindo a doença.

Vanessa destacou que o momento requer união e responsabilidade de cada um, na eliminação dos focos de larvas de mosquitos. De nada adianta que você tome medidas de prevenção na sua casa, se os seus vizinhos não fizerem o mesmo. Vale à pena, dar uma volta em torno de suas casas, olhar cuidadosamente os quintais e áreas externas à procura de objetos que possam estar acumulando água parada.

A médica pede a todos que atentem para o fato de que a dengue é uma doença única, dinâmica e sistêmica, de amplo espectro clínico, que pode passar despercebida, por ausência de sintomas, mas pode matar. Nem todos os pacientes apresentam as manifestações clínicas já conhecidas como: febre, cefaléia, dor muscular e articular, vermelhidão no corpo e coceira.

O mais importante é que Dra. Vanessa ainda chamou a atenção, para o fato de que mesmo que você já tenha tido Dengue, ela possui 4 sorotipos, e a pessoa só desenvolve imunidade para o tipo de vírus que contraiu e pode infectar-se com o outro sorotipo, o que aumenta o risco de doença na sua forma hemorrágica.

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