Juiz solta Temer e diz ter de respeitar garantias mesmo sendo a favor da Lava Jato

Prisão e soltura de Michel Temer

Quatro dias após ser preso, apontado pela Lava Jato do Rio como chefe de uma organização criminosa que atua há quatro décadas, o ex-presidente Michel Temer (MDB) foi solto nesta segunda-feira (25) por ordem do juiz federal Antonio Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região.

Temer deixou a sede da Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro às 18h40 devido ao habeas corpus concedido também a outros sete presos, incluindo o ex-ministro e ex-governador Moreira Franco e o coronel João Baptista Lima Filho. Chegou em casa, em São Paulo, às 21h40, sem falar com a imprensa.

A decisão monocrática, dispensando a análise dos outros dois membros da Primeira Turma do TRF-2, foi tomada por Athié três dias após ele ter marcado um julgamento conjunto para quarta-feira (27).

O juiz disse que voltou atrás e revogou as prisões porque analisou os documentos no final de semana e concluiu que não havia justificava para esperar diante do atropelo das “garantias constitucionais”.

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