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Mulher e filho de Bolsonaro disputam nome para o STF

A mulher e o filho de Jair Bolsonaro disputam uma vaga no STF.

“A mulher, Michele, tem verdadeira adoração pelo advogado-geral da União, André Mendonça, por quem tem feito campanha”, diz o UOL. “O senador Flávio Bolsonaro, por sua vez, tenta convencer o pai a nomear para na vaga o presidente do STJ, Humberto Martins (…).

Bolsonaro revelou a dois ministros do STF que ainda não bateu o martelo, mas está entre os dois candidatos (…). A decisão de usar o critério religioso para a escolha é influência direta de Michele, que tem batido nessa tecla com frequência.”

Como O Antagonista mostrou na semana passada, Mendonça também tem o apoio de Silas Malafaia, para quem Martins é um “herege”.

O antagonista

169 mil potiguares maiores de 18 anos já sofreram violência sexual, diz IBGE; 73% são mulheres

Maioria dos registros de violência aconteceu contra mulheres — Foto: Pixabay

A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) do IBGE apontou que 169 mil pessoas maiores de 18 anos que moram no Rio Grande do Norte atualmente já sofreram algum tipo de violência sexual durante a vida. O número representa 6,4% da população potiguar nesse grupo de idade.

O relatório com o dado consta no volume 5 da PNS de 2019, que foi publicada pelo IBGE na sexta-feira (7).

Desse total de 169 mil pessoas que já tiveram alguma violência sexual, 124 mil são mulheres, que representa 73% do total – quase três vezes o número de homens44 mil.

A pesquisa considera violência sexual quando uma pessoa for “tocada, manipulada, beijada ou teve parte do corpo expostas contra a vontade, foi ameaçada ou forçada a ter relações sexuais ou quaisquer atos sexuais contra a vontade”.

No Nordeste, o número estimado de mulheres que sofreram violência sexual é de 1,8 milhão, também três vezes maior que o de homens (612 mil).

No Brasil, essa diferença é ainda maior: de quatro vezes. Em todo o Brasil, 7,4 milhões de mulheres relataram ter sofrido esse tipo de violência, enquanto o número de homens foi de 1,8 milhão.

Violência física e psicológica

Além da violência sexual, a PNS também retratou que no Rio Grande do Norte 478 mil pessoas maiores de 18 anos já sofreram ou violência física ou psicológica no período de 12 meses anterior à pesquisa, que foi realizada em 2019. Isso equivale a 18,3% da população do estado nessa faixa de idade.

Desse total, 15,2% das pessoas deixaram de realizar suas atividades habituais em razão da violência que sofreram, aponta o IBGE. Ou seja, 73 mil potiguares.

A maioria dessas agressões foram psicológicas: 453 mil pessoas.

Isso significa que elas foram: ofendidas, humilhadas ou ridicularizadas na frente de outras pessoas; foram alvo de grito ou xingamento; sofreram ameaças, ofensas, xingamento ou tiveram suas imagens expostas sem seu consentimento por meio de mídias sociais; receberam ameaça verbal de feri-la ou alguém importante para esta pessoa a recebeu; ou teve algo destruído de propósito por outra pessoa.

Considerando apenas a violência física, foram 101 mil potiguares que relataram ter passado por uma situação desse tipo – 3,9% da população nessa faixa de idade.

G1RN

Médicos defendem despolitizar e dar liberdade a tratamento da Covid-19

Os deputados da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados ouviram nesta sexta-feira (7) médicos e especialistas favoráveis e contrários ao tratamento precoce contra a Covid-19. Mesmo tendo como base trabalhos científicos e a prática clínica, a discussão teve alguns momentos de tensão.

Apesar de divergirem sobre como prevenir e cuidar da doença, todos concordaram que é necessário despolitizar o atendimento de saúde e privilegiar a liberdade para que os médicos prescrevam o atendimento e os pacientes tenham o direito de escolher. Todos também se mostraram preocupados com a automedicação e com a prescrição de doses exageradas ou em momentos errados da evolução da doença.

O deputado Giovani Cherini (PL-RS), que solicitou a audiência pública, destacou a importância de ouvir os médicos que “estão no pé da cama”. Ele lamentou que os defensores do tratamento precoce estejam sendo censurados pela mídia e pelas redes sociais e que sejam tratados como “bandidos ou fake news”.

“É como uma disputa de time de futebol. Não defendo automedicação ou kit Covid. Hoje estamos proibidos de debater o assunto porque temos a ousadia de buscar o conhecimento de médicos e cientistas que estão no pé da cama”, afirmou Cherini.

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) destacou que convidou pessoas com opiniões diferentes para participar do debate, e lamentou a desproporção entre as posições a respeito do tratamento precoce. “Em determinado momento, a arrogância substituiu o debate de conteúdo. Também acho que lugar de debater tratamento não é na política. Muito menos no Palácio do Planalto, de onde emanam imposições aos ministros, que saíram porque não tinham autonomia para prescrever protocolos”, atacou.

A deputada, que também é médica, demonstrou preocupação com a automedicação e com questionamentos à eficácia da vacina contra Covid-19. “Não acho que devamos proibir o médico de prescrever o que queira. O problema é que, quando falam que um tratamento funciona, e não precisa de receita para comprar na farmácia, as pessoas se automedicam. No desespero as pessoas compram e tomam em doses absurdas.”

Feghali: “Lugar de debater tratamento não é na política”

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Comissão discute o não cumprimento da lei do Revalida

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle realiza audiência pública na segunda-feira (10) para debater o não cumprimento da Lei 13.959/19, que institui o Revalida, o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira.

A audiência será no plenário 6, às 10 horas.

O debate atende requerimento dos deputados Hildo Rocha (MDB-MA) e Jorge Solla (PT-BA). Segundo os autores, a lei determina que o Revalida será aplicado semestralmente, na forma de edital a ser publicado em até 60 dias antes da realização do exame escrito. “Sabe-se que esse dispositivo da lei é flagrantemente descumprido pelo Poder Executivo, acarretando danos severos ao processo de revalidação de diplomas de medicina obtidos no estrangeiro, o que se acentua ainda mais diante do quadro de pandemia que vivemos na atualidade”, observam os deputados.

Foram convidados para o debate:

  •  o diretor de Avaliação da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP/MEC), Luís Filipe de Miranda Grochocki;
  • o prefeito de Aracaju e presidente da Frente Nacional de Prefeitos, Edvaldo Nogueira;
  • a consultora em saúde da Confederação Nacional dos Municípios, Carla Albert;
  • a advogada no processo de revalidação dos médicos brasileiros formados no exterior, Charliane Maria Silva; e
  • a especialista em saúde da família e residente, dra. Bruna Sousa Frazão de Almeida.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Prefeitura do Assú faz politicagem com Clinica de Fisioterapia e prejudica população

Desde que as pessoas tem sido infectadas pela COVID há mais de um ano atrás, que nunca se valorizou tanto os profissionais de fisioterapia como agora, porque eles tem um trabalho importante e essencial na recuperação
dos infectados, desde os mais leves como os que não precisam se internar, como os mais graves, que ficam dias entubados.

Em Assú, hoje já são mais de 4.563 infectados, com 124 mortes, e 3.660 recuperados segundo dados da SESAP/RN.

Só que desde de 01 de dezembro de 2020 até o dia de hoje, já foram infectados 2.570 pessoas, ou seja, em apenas 05 meses houve uma média de 514 pessoas por mês, e fica a pergunta, a Prefeitura do Assú consegue levar atendimento de fisioterapia a todos que precisam? Se a gestão justificou uma licitação por não dispor de pessoal e nem estrutura para atendimento, como de uma hora pra outra, eles solucionaram o problema? Já existia uma demanda reprimida antes da COVID e desde esse vírus, só aumentou ainda mais a procura pelo serviço.

A resposta é simples e está afligindo a população do Assú, a gestão não fornece o serviço de fisioterapia para população mesmo dispondo de um contrato vigente com a CCDP CLINICA MÉDICA, por questões políticas e mesquinhas, já que o que está em jogo é atender a necessidade da população e não um interesse político do grupo do deputado George Soares.

Existem diversas pessoas que mesmo que não tenham tido COVID tem problemas respiratórios, da mesma forma acontece com a diminuição da mobilidade e precisam de exercícios para recuperarem os movimentos, e hoje estão impedidos de terem atendimento por desavença política do prefeito Gustavo e da vice Fabielle, com os proprietários da Clínica que antes de serem eleitores, são profissionais que ganharam uma licitação de forma legal.

A fisioterapia tem inúmeros benefícios e a população não deveria ser privada disso, assim, quem estiver sem atendimento há mais de um mês, procure o MP e denuncie, porque atendimento é direito de todo cidadão, e a Prefeitura do Assú tem obrigação de fornecer o serviço, já que tem dinheiro para bancar bandas de forró em Live de São João, tem dinheiro para alugar uma PAJERO 0 pro prefeito andar, tem dinheiro para trocar a iluminação existente por LED em tempos de pandemia, e muitas outras situações que só causam raiva e revolta na população.

Então, a Prefeitura do Assú tem dinheiro sim para bancar serviços de fisioterapia pra população, mas o prefeito Gustavo e a vice Fabielle não fazem porque não querem, e o cidadão tem que ficar mendigando ajuda deles.

RN deve receber 15,6 mil doses de CoronaVac neste sábado (8), mas número só atende 17% das pessoas com 2ª dose atrasada

Estoque de CoronaVac acaba em Fortaleza e vacinação da segunda dose de grupos prioritários que usaram o imunizante será interrompida nesta sexta-feira (30).  — Foto: Instituto Butantan/Divulgação

O Rio Grande do Norte vai receber neste sábado (8) um novo carregamento de vacinas contra a Covid-19, segundo comunicou a Secretaria Estadual de Saúde. O lote conta com 15,6 mil doses de Coronavac, porém o número é insuficiente para cobrir a quantidade de pessoas que necessitam do reforço da imunização com a segunda dose.

Segundo levantamento do próprio governo, há 87 mil pessoas estão com a segunda dose do imunizante atrasada em todo o estado, portanto o lote só deverá atender 17,9% do público. Ainda de acordo com a Sesap, as vacinas são indicadas como segunda dose para idosos e membros das forças de segurança.

A aplicação da segunda dose de CoronaVac foi suspensa nesta semana em NatalParnamirim, Mossoró e São Gonçalo do Amarante por falta de vacinas.

Ao todo, o levantamento feito pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) na plataforma RN+ Vacina esta semana aponta que 87.098 potiguares estão com doses em atraso. Destes casos, 26.353 são por conta de doses não enviadas pelo Ministério da Saúde e por frascos que chegaram ao RN com menos doses do que o indicado. “O novo lote sequer cobre estas duas situações em específico”, informou a pasta.

“Esses dados foram encaminhados conjuntamente pela Sesap e pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RN (Cosems-RN) ao Ministério da Saúde, requisitando o quantitativo necessário para eliminar os atrasos na vacinação contra a Covid-19 em solo potiguar. O pedido foi feito pois é necessário concluir o esquema de vacinação o mais breve possível, mantendo assim a eficácia do imunizante e garantindo a proteção da população contra a Covid-19”, disse a Sesap.

G1RN

Faltam presentes do Dia da Mães

Filha diz que idosa só recebeu vacina contra Covid-19 após ela denunciar  que líquido não foi aplicado na 1ª tentativa; vídeo | Goiás | G1

A cada Dia das Mães, há sempre uma dúvida quanto ao presente que daremos a ela?

Temos que pensar no valor, no gosto, na utilidade, na moda, nos hábitos etc. Os presentes são ofertados pelo mercado em grande variedade e as pessoas pedem na internet ou buscam nas lojas algo para surpreender as mães. Alguns até ousam escrever poemas em homenagem a ela. E talvez este seja o objeto mais sincero, mas de pouco valor. Em Pico na Veia”, livro de 2002, o escritor curitibano Dalton Trevisan ironizava esta tendência no fragmento narrativo número 73: “Dia das Mães. Quantos crimes literários, ai, mãe, são cometidos em teu nome”.

Chegamos a uma palavra forte. Crime.

Durante esta pandemia, estive duas vezes rapidamente com minha mãe, que mora mais de 400 quilômetros de onde vivo, sem dormir na casa dele. Foram pouco mais de quatro horas de convivência em todo o período de ataque do coronavírus. Eu mesmo fui contaminado, estive internado e hoje estou provisoriamente com a imunidade alta.

Mais do que em outros dias das mães, neste gostaria de estar alegremente com ela, sem preocupações. Eu teria que viajar de carro durante meio dia, com os riscos na estrada e o perigo de aglomerar na casa dela. Minha família não está vacinada e estamos expostos em nossos trabalhos. Resolvemos então continuar distantes. Será mais um Dia das Mães em atividades emocionais remotas.

O diferente é que este ano minha mãe já recebeu antecipado o seu presente. Pela idade, acabou de tomar a segunda dose da vacina. Não postamos fotos, não festejamos, por entendermos que a maioria das mães brasileiras não tem acesso ainda a esta proteção. De todas as coisas que a pandemia nos priva, a mais cara delas é a convivência. Seja pela morte de pessoas queridas, seja pela internação ou por precaução, fomos afastados abruptamente de nosso círculo de relações.

Com isso, estamos perdendo o hábito de conviver. De abraçar. Quando nos encontramos com pessoas queridas, vem o desejo de contato físico, logo reprimido. Nós nos tornamos mais solitários e será solitário este Dia das Mães, pois não poderemos nos reunir em torno delas.

Tenho certeza de que, nesta data, se os filhos e as filhas pudessem escolher, eles já saberiam o que dar a suas mães. As doses de vacina. Para garantir a segurança de pessoas amadas e aumentar a proteção da maioria.

Mas este item, infelizmente, graças à ignorância política que tomou conta do país, presidido por um robô descontrolado que repete bobagens bêbadasnão está disponível para muitas mães, impedidas assim de receber o presente que seus filhos mais gostariam de lhes dar.

Miguel Sanches Neto é escritor, autor, entre outros, de Museu da Infância Eterna (Ateliê Editorial, 2020).

Ezequiel Ferreira encaminha ao Governo do RN ações estruturantes para Macau

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), fez encaminhamentos junto ao governo do RN para ações efetivas para o desenvolvimento da cidade de Macau (RN), município polo da Região Salineira do Estado. O deputado solicitou um estudo de viabilidade técnica para a recuperação e aprimoramento da iluminação da RN-221, no trecho que vai do trevo da Cohab ao Campus do IFRN e a expansão do saneamento básico nos bairros Porto da Pescaria, Arnóbio Abreu e Praia Camapum. E, nestes tempos de pandemia, requereu a disponibilidade de um veículo modelo ambulância.

“Estes pleitos estão alinhados com as demandas que chegam ao prefeito José Antônio Menezes e do vice-prefeito Rodrigo Aladim, que rotineiramente apresentam sugestões de serviços a serem melhorados pelo poder público em virtude dos anseios do macauenses que cobram, com toda razão, melhorias constantes para a cidade”, justifica o deputado Ezequiel Ferreira, ao mesmo tempo em que encaminha os requerimentos ao presidente da Câmara Municipal de Macau, Civagno Patrese, para conhecimento e engajamento de todos pelos pleitos apresentados ao Governo do Estado.

Desse modo, o deputado solicitou iluminação do trecho que vai do trevo da Cohab ao IFRN, pois se trata de um bairro, cerca de sete quilômetros do centro de Macau, passando pela BR-406, onde diariamente transitam alunos da Instituição, incluindo o trecho na saída da BR-406 e entrada da RN-221, que encontra-se sem iluminação.

“Reitero essa solicitação, a qual está embasada no pedido dos munícipes, uma vez que se trata de uma medida de segurança principalmente de trabalhadores que precisam sair de madrugada e estudantes que transitam naquele local. Segundo os moradores muitas solicitações já foram feitas, mas até o presente momento o problema não foi solucionado. Os moradores de Macau já convivem diariamente com grandes problemas por falta de segurança pública, as pessoas vivem em constante estado de risco, que se agravam à noite, pois a escuridão é total e os assaltos são constantes”, detalhou o deputado.

Ezequiel Ferreira destaca que o saneamento básico é um item essencial para toda a sociedade para que sejam evitadas doenças que provém dos esgotos a céu aberto, assim incluindo a falta de conscientização das pessoas e falta de investimento do governo o que resulta nas pessoas jogarem lixo a céu aberto sendo que seria possível reciclarmos, e assim evitarmos muitas doenças e problemas para a nossa sociedade, como por exemplo viver com animais indesejáveis que procuram exatamente esse tipo de ambiente para viver.

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