Governadores articulam carta pública de apoio à candidatura de Lula a presidente em 2018

Inflamado pelo crescimento de Lula no último Datafolha, um grupo de governadores articula lançar carta pública em apoio à candidatura do petista à Presidência. A ideia, ainda em gestação, é fazer um apelo para que o ex-presidente saia em caravana pelos Estados para debater o que seria apresentado como um programa de governo.

A proposta nasceu entre nomes do Nordeste, como Flávio Dino (PC do B-MA), mas já tem o apoio de Tião Viana (PT-AC) e de Fernando Pimentel (PT-MG), segundo informações da coluna Painel, da Folha de São Paulo.

Os governadores que tratam do assunto dizem que o ideal é lançar o documento após Lula prestar depoimento ao juiz Sergio Moro, no dia 10 de maio. O encontro entre o político e o magistrado é alvo de forte expectativa, especialmente entre os apoiadores do petista.

Agenda de ministro da Justiça deixa índios de fora e favorece ruralistas

Em 55 dias, Serraglio teve cem audiências políticos e nenhum encontro com representantes indígenas

Em 55 dias, Serraglio teve cem audiências políticos e nenhum encontro com representantes indígenas

CAMILA MATTOSO e RANIER BRAGON – Folha de São Paulo

Ligado ao agronegócio, o ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB), teve sua agenda dominada por ruralistas e alvos da Lava Jato em seus 55 dias de mandato.

Foram cem audiências com integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária e com políticos investigados. Não houve nenhum encontro com representantes indígenas.

Além de ter a Funai (Fundação Nacional do Índio) como subordinada, a pasta tem papel decisivo no processo de demarcação de terras, reivindicação que se intensificou no governo de Michel Temer e tem provocado conflitos nas últimas semanas. Os ruralistas são adversários históricos dos índios em conflitos agrários.

Segundo levantamento feito pela Folha, dos 305 encontros oficiais marcados, 82 foram com ruralistas e 18 foram com deputados e senadores que entraram na lista do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo.

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Fim do foro, reforma trabalhista e CPI da Previdência marcam semana

Senado

Texto extingue o foro privilegiado para todas as autoridades, exceto os presidentes da Câmara, do Senado, da República e do Supremo Tribunal Federal

Alguns temas marcaram o noticiário da última semana e continuam em pauta no Senado a partir desta terça-feira (2). A proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com o foro especial por prerrogativa de função volta a ser discutida e os senadores passam a se dedicar também à análise do projeto de lei da reforma trabalhista, aprovado na Câmara na quarta-feira (26).

A PEC do fim do Foro passará, a partir desa quarta-feira (3), pela primeira das três sessões de discussão necessárias antes da votação em segundo turno. Ela foi aprovada em primeiro turno na semana passada. A expectativa é que esteja pronta para ser votada novamente no dia 9. Se for aprovada, será encaminhada à Câmara dos Deputados.

O texto extingue o foro privilegiado para todas as autoridades, exceto os presidentes da Câmara, do Senado, da República e do Supremo Tribunal Federal. As informações são da Agência Brasil.

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Cervejaria apontada como laranja doou a 81 políticos

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Entre os 57 beneficiários da Itaipava que não são alvo de inquérito estão candidatos a quase todos os cargos eletivos: governador, senador, deputado federal, deputado estadual, prefeito e vereador

Pelo menos 57 políticos que estão fora das investigações da operação Lava Jato podem ter recebido, por via indireta, recursos do esquema de caixa 2 da Odebrecht. O dinheiro, que soma cerca de R$ 5 milhões, foi distribuído como doação de campanha, entre 2010 e 2014, por empresas ligadas à cervejaria Itaipava, apontada em delações como parceira da empreiteira na entrega de propina a agentes públicos.

No total, a Itaipava fez doações oficiais a 81 candidatos entre 2010 e 2014. Destes, 24 já são alvo da operação. Os demais receberam doações registradas na Justiça Eleitoral e, ao menos por enquanto, não foram citados nominalmente nos acordos de delação premiada firmados por executivos e ex-executivos da Odebrecht.

Mas, nos depoimentos, há indícios de que todas as doações da Itaipava foram, na verdade, repasses da Odebrecht. O próprio Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira, confessou em depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral que sua empresa usava a Itaipava como fachada para ocultar doações eleitorais a políticos.

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Vergonha de ser brasileiro alcança marca recorde no país, diz pesquisa

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Nunca houve tanta gente com mais vergonha que orgulho de ser brasileiro, mostra pesquisa Datafolha.

São 34% os que se sentem envergonhados, uma parcela que cresce desde o fim de 2014 e é hoje quase o quádruplo do seu menor resultado, 9%, no final de 2010.

Os que se sentem mais orgulhosos que envergonhados são 63%, também a menor taxa da série histórica iniciada em março de 2000. O recorde anterior era de 67%, em julho de 2016. As informações são do jornal Folha de São Paulo.

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Ex-diretor da Petrobras confirmará pedido de propina para o PT

Por solicitação da defesa, Renato Duque será ouvido por sergio Moro

POR THIAGO HERDY –  O Globo

Indicado pelo PT ao cargo, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque decidiu quebrar o silêncio e confirmar, na próxima sexta-feira, em depoimento ao juiz da 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba, Sergio Moro, ter participado da negociação de percentual entre 0,9% e 1% de propina ao partido nos contratos da Sete Brasil com o Estaleiro Enseada do Paraguaçu, do qual fazia parte a Odebrecht.

A Sete Brasil é uma empresa constituída pela Petrobras, fundos de pensão e bancos privados para cuidar dos contratos do pré-sal.

Preso desde março de 2015 e condenado em quatro ações a penas que somam 57 anos e sete meses de prisão, Duque manteve-se calado em depoimentos à Justiça e optou por mudar de estratégia depois de fracassadas tentativas de celebrar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF). O responsável por sua defesa é o advogado Antonio Figueiredo Basto, o mesmo que cuidou da delação do doleiro Alberto Youssef.

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Fachin tem mantido decisões de Moro, mas 2ª Turma do STF diverge

Ministros do Supremo decidem nesta terça-feira se soltam ou não José Dirceu

Há três meses como relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin tem mostrado sintonia com o trabalho do juiz Sergio Moro, que conduz as investigações em Curitiba. Até agora, Fachin julgou sozinho pelo menos nove pedidos de libertação de investigados. Negou todos, mantendo integralmente as decisões de Moro.

Isso nem sempre acontece quando o julgamento é feito pela Segunda Turma do STF, responsável por analisar os processos da Lava-Jato. Dos quatro pedidos de liberdade julgados pelo colegiado, a decisão de Moro foi mantida em apenas um caso. O voto de Fachin foi derrotado em dois desses julgamentos.

A dissonância mais recente foi na semana passada, quando a Segunda Turma concedeu liberdade ao ex-assessor do PP João Cláudio Genu e ao pecuarista José Carlos Bumlai. Fachin votou contra os dois benefícios.

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Quem não votou nas últimas eleições tem até amanhã para regularizar

título de eleitor

É preciso ir a um cartório eleitoral portando documento oficial com foto, comprovante de residência e, se possuir, título eleitoral e os comprovantes de votação, de justificativa ou de quitação de multa

O eleitor que não votou e não justificou a ausência nas últimas três eleições ou não pagou as multas correspondentes tem até esta terça-feira (2) para regularizar sua situação perante a Justiça Eleitoral. Quem não o fizer, pode ter seu título cancelado, lembrando que a legislação considera cada turno um pleito diferente para efeito de cancelamento.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em todo o país, mais de 1,8 milhão de eleitores estão com seus títulos irregulares por ausência nas três últimas eleições. Em São Paulo (SP), esse número chega a 118.837 eleitores; no Rio de Janeiro (RJ) o total é de 119.734; em Belo Horizonte (MG) são 26.570; em Salvador (BA), 31.263; e em Porto Alegre (RS), 18.782.

O cancelamento automático dos títulos de eleitores ocorrerá entre 17 a 19 de maio de 2017.

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Exército brasileiro oferece 440 vagas em escola de cadetes

Exército brasileiro

O Exército brasileiro abriu nesta segunda-feira (1º) as inscrições do concurso público para 440 vagas em Escola Preparatória de Cadetes (EsPCEx). Quem passar no processo de seleção deverá cursar a Formação e Graduação de Oficiais de Carreira da Linha de Ensino Militar Bélico.

Ao todo, a corporação oferece 400 vagas para o sexo masculino e 40 para o sexo feminino. Para se candidatar, é necessário ter o nível médio completo, ter entre 17 e 22 anos de idade completados até 31 de dezembro do ano da matrícula e, no mínimo, 1,60 m para o sexo masculino e 1,55 m para o sexo feminino.

Abertas nesta se segunda, as inscrições devem ser feitas até 20 de junho pelo site www.espcex.ensino.eb.br. A taxa é de R$ 90. Para obter mais informações, o candidato pode acessar o edital do concurso no site do Diário Oficial da União.

Ataque deixa 13 índios feridos no MA; dois deles têm as mãos decepadas

Índios gamelas são atacados por pistoleiros no Maranhão

Indígenas gamelas foram vítimas de pistoleiros no município de Viana – três estão internados em estado grave; Polícia Federal foi enviada para investigar crime

André Borges e Leonencio Nossa, O Estado de S.Paulo

Um grupo de indígenas gamelas que vivem no Povoado das Bahias, no município de Vianas, no interior do Maranhão, foi atacado na tarde deste domingo, 30, por pistoleiros. Segundo informações do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), cinco índios foram baleados e dois tiveram as mãos decepadas. “Chega a 13 o número de feridos a golpes de facão e pauladas”, declarou o Cimi. Não há, até o momento, a confirmação de mortes.

Cinco indígenas foram transferidos durante a noite deste domingo e madrugada desta segunda-feira, 1º, para o Hospital Socorrão 2, Cidade Operária, na capital São Luís.

De acordo com informações da Comissão Pastoral da Terra (CPT), Aldeli Ribeiro Gamela foi atingido por um tiro na costela e um na coluna, e teve mãos decepadas e joelhos cortados. Seu irmão, José Ribeiro Gamela, levou um tiro no peito. O terceiro atingido foi o indígena e agente da CPT no Maranhão Inaldo Gamela, com tiros na cabeça, no rosto e no ombro.

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Presidente do Senado é internado em São Paulo para exames

Presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE)

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), está internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para realizar exames completos e complementares. Segundo a assessoria de imprensa do senador, ele está internado no hospital desde ontem (30) à noite. Os exames foram iniciados na manhã desta segunda-feira (1º).

A expectativa da assessoria do senador é que ele volte ao trabalho amanhã (2) ou na quarta-feira (3). A assessoria informou à Agência Brasil que o senador está bem, fazendo apenas um check up.

Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do hospital não foi encontrada para dar mais informações sobre os exames e o estado de saúde do senador.

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Centrais vão ao Congresso negociar reformas amanhã e estudam nova greve

O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, disse hoje (1º) que representantes das centrais sindicais irão amanhã (2) ao Senado Federal para negociação possíveis mudanças na reformas trabalhista e da Previdência Social. A declaração ocorreu no ato da central sindical pelo 1º de Maio, em comemoração ao Dia do Trabalho, na Praça Campo de Bagatelle, zona norte da capital paulista, onde uma multidão se reuniu em frente ao palco.

“Não aceitamos a reforma trabalhista como está. E vamos para a Câmara. E vamos para o governo. Se o governo Temer quiser negociar a partir de amanhã, nós estamos dispostos a negociar. Agora, se o governo não abrir negociação, se o governo não discutir com centrais, se o governo não mudar essa proposta, nós vamos parar o Brasil novamente”, disse Paulinho da Força, como é mais conhecido, referindo-se à greve geral da última sexta-feira (28), convocada pelas centrais sindicais. A Força Sindical estima que 40 milhões pararam. As informações são da Agência Brasil.

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Igreja de Aracaju sofre arrastão no meio da missa

Fiéis de uma igreja do Bairro Aruana, na capital de Sergipe, Aracaju, foram surpreendidos por três homens armados domingo. Eles levaram bolsas, celulares e dinheiro. Entre as vítimas estavam algumas crianças.

No vídeo das câmeras de segurança, publicado no YouTube, é possível ver que os assaltantes deixaram a igreja a pé, sem muita pressa.

Segundo o padre Benjamim Júnior, entrevistado pelo site G1, a ação começou às 8h48, quando a celebração da missa já se aproximava do final. “De repente avistei do altar duas pessoas, uma com faca e outra com um revólver, estilo caseiro. Eles gritaram que era um assalto e pegaram os bens do povo da igreja. Foi um grande susto e a gente só tem a agradecer a Deus por não ter tido nada mais grave”, afirmou sacerdote.

Veja as imagens das câmeras de segurança:

Gleisi Hoffmann faz discurso contra reformas em ato da CUT

Em Londres. Gleisi Hoffmann faz a propaganda:

A senadora, ex-ministra da Casa Civil de Dilma Rousseff, classificou as reformas propostas pelo atual governo como um “desmonte da Constituição”

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) participou nesta segunda-feira (1º), no final da manhã, de um ato da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em comemoração ao Dia do Trabalhador, em Brasília, e fez um discurso pela resistência às reformas propostas pelo governo Michel Temer.

“Hoje lembramos a luta dos trabalhadores que foram enforcados no Estados Unidos depois de uma greve (em 1º maio de 1886, em Chicago) para reduzir a jornada de trabalho de 15 para oito horas. São conquistas recentes e nós não podemos deixar de lutar e não podemos deixar de ter atenção a isso neste momento de grande retrocesso pelo qual o Brasil vive”, discursou, para um público de cerca de 200 pessoas, próximo à Torre de TV no centro da capital federal. As informações são da Agência Estado.

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Marina Silva vê pressa do governo Temer em votar reforma trabalhista

Ex-ministra chamou a atenção para o número de desempregados no Brasil que, conforme ela, bateu os 14,2 milhões

A ex-ministra Marina Silva (Rede) afirmou, em sua página oficial do Facebook, que não há o que comemorar no Dia do Trabalhador, e que o governo de Michel Temer tenta votar uma reforma trabalhista às pressas. “Há neste momento uma tentativa apressada do governo Temer de votar uma reforma trabalhista sem consultar os diferentes setores da sociedade, o que pode agravar ainda mais a situação difícil da vida de muitas famílias brasileiras”, ressaltou ela.

Marina chamou a atenção para o número de desempregados no Brasil que, conforme ela, bateu os 14,2 milhões de desempregados e ainda classificou como “equivocadas” as decisões da política econômica do governo Dilma-Temer que, conforme ela, inverteram a tendência de queda anual na taxa de pobreza do País, iniciada desde 2004. Creditou à recessão no Pai o retorno à pobreza e à miséria de milhões de pessoas. As informações são da Agência Estado.

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Em documento unificado contra reformas, centrais prometem ‘ocupar Brasília’

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Após greve do dia 28, entidades devem voltar a se reunir para discutir ações contra mudanças na lei trabalhista e na Previdência

Julianna Granjeia, O Estado de S.Paulo

As centrais sindicais do País divulgam neste 1º de Maio um documento unificado em que criticam as reformas defendidas pelo governo Michel Temer e prometem “ocupar Brasília” para pressionar o Congresso. Elas voltam a se alinhar após a organização da greve geral de sexta-feira, 28.

Assinado pela CUT, CTB, CSB, UGT, Força Sindical e Nova Central, o documento intitulado “A greve do 28 de abril continua” será lido em todos os eventos do Dia do Trabalhador.

“O dia 28 de abril de 2017 entrará para a história do povo brasileiro como o dia em que a maioria esmagadora dos trabalhadores disse NÃO à PEC 287, que destrói o direito à aposentadoria, NÃO ao PL 6787, que rasga a CLT e NÃO à lei 4302, que permite a terceirização de todas as atividades de uma empresa”, diz o documento.

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Alckmin diz que Temer precisa explicar melhor a Reforma da Previdência

Geraldo Alckmin

Segundo o governador, a reforma “é para acabar o Robin Hood às Avessas”, já que hoje o “um trabalhador de um salário mínimo é quem paga os benefícios de R$ 40 a R$ 50 mil”

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), sugeriu nesta segunda-feira (1º) ao presidente Michel Temer uma melhor comunicação na Reforma da Previdência.

“Quero dar sugestão ao presidente Tremer: precisamos explicar melhor a reforma da Previdência”, disse Alckmin, que elogiou a aprovação dos projetos de reforma Trabalhista e de regulamentação na terceirização, durante a abertura da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP). “A reforma trabalhista é um salto para promover emprego e desenvolvimento no Brasil.”

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