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Saúde, educação, audiência pública e Setembro Amarelo marcam horário dos deputados

O deputado estadual Vivaldo Costa (PSD) usou o horário dedicado aos deputados para ressaltar a necessidade de adoção de políticas para o fortalecimento da educação e da saúde pública, principalmente, voltadas para as classes sociais mais carentes. “Desde que o mundo é mundo que os políticos pregam educação e saúde como metas principais de qualquer administração. Ainda hoje, se a gente fizer uma análise, precisa e imparcial, veremos que todos os dirigentes devem priorizar administrativamente saúde e educação”, disse.

O parlamentar destacou a importância da educação para uma sociedade mais justa. “A educação é aquela que nivela, que dá oportunidade igual. Mas, infelizmente, o que nós vemos é o filho do pobre sem o direito a educação. Só seremos grandes quando essa for uma prioridade real”, frisou.
O segundo a falar foi o deputado Coronel Azevedo (PSC) que iniciou fazendo um convite à população para participarem da Audiência Pública que será realizada no próximo dia 13, às 14h com o tema: “Prisão do presidente nacional do PTB: legal ou ilegal?”

“É um debate pela liberdade e pela democracia. E para isso, convidamos representantes do Ministério Público Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), partidos políticos e da sociedade civil para debater o momento que estamos vivendo”, justificou.
No final do discurso, Azevedo criticou a posição do ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, que segundo ele, foi lamentável. “Para nós cristãos é lamentável o que disse o Ministro da Suprema Corte”, lamentou.

A última a discursar foi Cristiane Dantas (SDD) que falou sobre o Setembro Dourado. “Uma campanha importante onde mobilizamos toda sociedade sobre o diagnóstico precoce do câncer infantil e que serve para alertar toda população sobre os sintomas que as crianças apresentam, sem minimizar, dando um alerta aos pais e familiares”, disse.

Cristiane destacou a importância das entidades como Grupo de Apoio a Criança com Câncer (GACC), Casa Durval Paiva e Hospital Infantil Varela Santiago. “São instituições que acolhem as crianças e seus familiares, muitas vezes vindas do interior do estado que recebem o apoio dessas instituições e de seus profissionais”, destacou.

Cristiane reforçou a importância de as autoridades manterem os contratos com essas instituições. “É preciso um cuidado especial. Evitar atrasos nos repasses significa dar continuidade ao tratamento de centenas de crianças”, finalizou.

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