Vereadores não são ratos calados nos porões de poder das prefeituras

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Candidato a prefeito derrotado Patrício Junior foi padrinho da campanha de Stélio e depois foi abandonado por seu discípulo

Os vereadores em Porto do Mangue, assim como os 15 vereadores da cidade do Assú ou qualquer outra cidade do RN e do Brasil, não são ratos para permanecerem calados nos porões da sujeira e imundície do poder do governo dos prefeitos Sael Melo, Gustavo Soares, Thiago Meira ou Valderedo Bertoldo, comendo em silêncio, ganhando cargos comissionados de presentes dos gestores e recebendo salários altos para defender a população.

Em Assu, vereador que não reza com obediência a cartilha política dos irmãos Soares, o prefeito Gustavo e o deputado George, são expulsos do grupo, como aconteceu com o evangélico e vereador Stélio Márcio, quando se jogou nos braços deles no inicio do mandato, mesmo com o apoio do candidato a prefeito derrotado Patrício Júnior, do PSD.

Literalmente, o vereador Stélio, hoje de volta a oposição, foi expulso do grupo governista a pontapés tão rápido como aderiu aos Soares. Os chamados vereadores governistas ou da oposição, totalizando 15, não fiscalizam e não exercem papel para que foram eleitos.

Até acham normal, o prefeito do Assú morar e trabalhar em Natal, montar uma luxuosa clínica de ortopedia em Mossoró, e chamar a sua noiva que também mora na capital, para ser sua secretária. Em Assú, ta com tudo. A Princesa FM
que tem os pais do prefeito e do deputado, como sócios – ganha mais de R$ 500 por dia, R$ 19 mil por mês e quase R$ 200 mil por ano da Prefeitura do Assu.

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