Nelter pleiteia melhorias na subestação elétrica que abastece Jucurutu

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Atendendo aos anseios de vários jucurutuenses, o deputado Estadual Nelter Queiroz (PMDB) protocolou requerimento na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte (ALRN) solicitando que a Companhia Energética do RN (COSERN) realize melhorias técnicas na subestação elétrica que abastece o município de Jucurutu em virtude das constantes quedas de energia que prejudicam o comércio e a população local.

Segundo informações técnicas que foram repassadas ao parlamentar pela própria COSERN, a subestação em questão carece da instalação de mais um alimentador em sua estrutura, já que o único existente não suporta em sua plenitude a carga energética demandada pelos usuários que recebem a energia da subestação.

“Este entrave técnico prejudica e muito o desenvolvimento de Jucurutu, uma vez que atrapalha as atividades desenvolvidas no comércio. Vamos à luta pela concretização deste pleito, pois nossos conterrâneos necessitam desta melhoria”, destacou Nelter.

Contador de Renan atua para empresa de operador do PMDB do Senado, diz MPF

O contador José João Appel Mattos aparece como sócio da empresa contábil responsável pelo ML Group Participações, do empresário Milton Lyra – apontado como operador de  senadores do PMDB e alvo de ao menos duas fases da Lava Jato. A informação consta em relatório do Ministério Publico Federal que investiga o ex-presidente do Senado Renan Calheiros. Appel Mattos também é ligado a Renan.

Em 2007, o senador por Alagoas levou Appel Mattos como seu contador em seu depoimento no Conselho de Ética. A presença do contador tinha como finalidade explicar as transações de Renan para pagar a pensão da jornalista Mônica Veloso.

O senador, à época, era suspeito ter os gastos da pensão devida à jornalista pagos po uma empreiteira. As informações são de Luiz Vassalo e Julia Affonso, O Estado de São Paulo.

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Eunício não deve pautar julgamentos no Senado

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Essa decisão do STF de julgar no dia 11 de outubro uma ação direta de inconstitucionalidade, foi comunicada a Eunício. Nas conversas com a ministra, ambos estão afinados no sentido de que o ideal, no momento, é não por mais lenha na fogueira e tentar pacificar os ânimos tanto no Congresso Nacional, como no Senado. Assim, o mais provável é que o presidente do Senado não paute nenhum julgamento em plenário sobre a situação de Aécio antes da decisão do STF. Resta saber se ele sucumbirá à pressão dos colegas, que querem decidir logo o caso no Senado sem a interferência da Corte.

Apesar da urgência de se tomar uma decisão logo, Cármen não marcou o julgamento para a próxima semana, porque já estavam pautados processos importantes sobre regras eleitorais. Como a definição das normas só podem ser feitas até um ano antes das eleições, não haveria outra data para o STF fazer isso, já que as votações do ano que vem estão marcadas para 7 de outubro.

Outra solução seria aguardar a publicação do acórdão com a decisão tomada na terça-feira pela Primeira Turma, formada por cinco ministros do STF. A partir disso, a defesa de Aécio poderia entrar com um recurso. Normalmente, recursos contra decisões da Turma são julgados pelo próprio colegiado. A não ser que o relator, o ministro Marco Aurélio Mello, leve uma questão de ordem no caso específico para o plenário do STF, integrada por todos os onze ministros da Corte. As informações são de CAROLINA BRÍGIDO, O Globo.

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Placar no STF sobre afastamento de parlamentares será apertado

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar no dia 11 de outubro uma ação direta de inconstitucionalidade para colocar um ponto final na controvérsia surgida a partir da decisão da Corte de afastar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) do cargo e determinar o seu recolhimento noturno. Seja qual for o resultado do julgamento, o placar será apertado. Hoje, há leve tendência para beneficiar o tucano – ou seja, declarar que as medidas cautelares só podem ser postas em prática se forem primeiro aprovadas pelo Senado. Mas, nos bastidores, os ministros do Supremo ainda estão conversando sobre o assunto e, até o julgamento, o cenário pode mudar.

No Senado, há uma forte corrente que defende a votação das medidas impostas a Aécio no plenário da Casa. No STF, ministros estão divididos: enquanto uns concordam com os parlamentares, outros dizem que a decisão do tribunal é de cumprimento imediato, sem a necessidade de aprovação por parte do Senado.

Desde terça-feira, quando a Primeira Turma do STF tomou a decisão, a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, tem conversado com colegas, assessores e também com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), sobre uma solução para o impasse. As informações são de CAROLINA BRÍGIDO, O Globo.

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Conselheiro de TCE que vendia sentenças se aposenta com R$ 30 mil

jonas lopes

A presidente interina do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), Marianna Montebello Willeman, aposentou, “a pedido”, o conselheiro Jonas Lopes de Carvalho Júnior, acusado pelo Ministério Público Federal por venda de sentença. Delator na Operação Descontrole, desdobramento da Lava Jato, Jonas Lopes confessou o recebimento de propinas na Corte de contas. O ex-conselheiro e ex-presidente do TCE vai receber uma aposentadoria de 30.400 reais.

A decisão foi publicada no Diário Oficial de quinta-feira. Além de aposentar Jonas Lopes, a presidente do TCE dissolveu o gabinete do conselheiro “em função da perda de sua titularidade”. Estavam locados no gabinete 14 servidores. “Com a consequente exoneração dos servidores ocupantes de cargo comissionado, devolução dos servidores cedidos aos respectivos órgãos de origem e relotação dos servidores efetivos”, determinou Marianna Montebello Willeman.

A delação de Jonas Lopes levou à deflagração da Operação O Quinto do Ouro, em março deste ano. Na ocasião, conselheiros do TCE foram presos e o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani (PMDB), foi levado coercitivamente para depor.

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Empresas privadas já detêm 60% da geração de energia do Brasil

o brasil que da certo energia parque solar da enel na bahia ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***

A iniciativa privada já detém 60% da capacidade de geração de energia instalada no país, além de 39% da transmissão (que interliga o sistema) e 71% da distribuição (que entrega a energia ao consumidor final).

O levantamento é da Thymos Energia. O leilão de quatro usinas que pertenciam à Cemig, nesta quarta-feira (27), ampliou um pouco mais a presença do investidor privado na geração. Antes, sua fatia era de 59%.

Quando se olha a história do setor, esse avanço privado na geração simboliza novos tempos e indica que serão os estrangeiros os principais investidores daqui para frente.

A privatização da área de energia ocorreu nas empresas de distribuição, a partir de 1997, no governo de Fernando Henrique Cardoso. Na época, forte resistência política e de servidores públicos inviabilizaram a privatização das usinas de geração. As informações são de NATÁLIA PORTINARI, Folha de São Paulo.

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45% dos diretores da rede pública chegam ao cargo por indicação

Gestão Escolar

Quase metade dos diretores das escolas públicas do país foram escolhidos apenas por indicação, em geral por políticos, sem critérios objetivos. Esses dirigentes indicados tendem a possuir pior formação e menos experiência no ensino do que os selecionados por concurso ou eleição.

Os dados foram tabulados pela Folha a partir das respostas de 55 mil diretores a um questionário aplicado em 2015 pelo Ministério da Educação. É a base mais completa para entender o perfil desses profissionais.
Pouco mais de 45% deles afirmaram ter chegado ao posto só por indicação.

Entre esses, 23% disseram não ter feito pós-graduação. Entre o grupo que chegou ao cargo de outras formas, esse número cai para 13%.

Os diretores indicados tendem a ter menos experiência como gestores: só 13% deles disseram exercer função de direção há mais de 11 anos, contra 25% dos demais. As informações são de FÁBIO TAKAHASHI, GABRIELA CAESAR e LUCAS PORTILHO, Folha de São Paulo.

 

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