Jorge do Rosário poderá unificar parte da oposição

As articulações com vistas às eleições municipais deste ano em Mossoró ganham corpo com o incremento das conversas pelos alpendres de Tibau, onde o contexto político se fortalece embalado pela brisa que sopra para o Palácio da Resistência.

E os contatos entre as forças oposicionistas fervilham buscando alargar o caminho dos passos preliminares que começaram a ser dados nos inúmeros encontros realizados em Mossoró, para consolidar uma chapa que possa fazer frente à prefeita Rosalba Ciarlini(PP), que certamente vai tentar a reeleição.

Estão no elenco dos principais nomes da oposição, o deputado estadual Alysson Bezerra(SD), a deputada estadual Isolda Dantas(PT) e o empresário Jorge do Rosário(PL). Outros nomes crepitam na fogueira das pré-candidaturas a prefeito de Mossoró, como são os casos do geólogo Gutemberg Dias(PC do B) e ex-candidato a prefeito, do médico Daniel Sampaio(PSL) e da professora Telma Gurgel(Psol). No entanto, o primeiro trio parece avançar com mais desenvoltura, assim como mostram as sondagens populares realizadas até então.

E são exatamente essas pesquisas que estão nutrindo o norte da necessária conexão dos partidos oposicionistas. Esses demonstrativos têm revelado a partir dos quadros momentâneos, que embora esteja sofrendo desgaste administrativo, a prefeita Rosalba Ciarlini se mostra capaz de renovar sua estadia na prefeitura, em caso de a oposição seguir dividida ao destino das urnas.

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Irresponsabilidade do prefeito Gustavo faz ruas do Feliz Assú perderem recursos de pavimentação deixadas por Ivan Júnior


Como se não bastasse a população do Assú, ter que aguentar a ausência do prefeito na cidade, Gustavo Soares, que opta por viver na capital ao invés da terra dos poetas, agora tem que aguentar as consequências de suas irresponsabilidades, quando perde recursos destinados para pavimentação.

Os recursos foram deixados pela gestão do ex prefeito Ivan Junior, destinadas para pavimentação e calçariam todas as ruas do Feliz Assú, dentre outras ações, mas a ausência do prefeito e seu despreparo, fizeram com que perdessem os prazos, e a gestão gente cuidando de gente, consegue algo que é quase inacreditável, que é perder os recursos por pura incompetência, ou maldade mesmo, para prejudicar assim a população.

Confira vídeo da TV WEB Assú sobre a perda dos recursos:

O fantoche de prefeito ao tentar prejudicar uma ação importante deixada pela gestão do ex prefeito Ivan Júnior, que girava em torno de 4 milhões, gera transtornos pra população do bairro, e o pior, faz a população sofrer na pele, a falta de zelo da gestão com os recursos que deveriam ser aplicados para melhorar a vida das pessoas.

O Blog do VT só lamenta, que a cidade do Assú, sofra com esse tipo de gestão medíocre e que só pensa no próprio umbigo.

GENTE ABANDONANDO GENTE: Moradores do Feliz Assú cobram ações efetivas da gestão do prefeito Gustavo Soares


Enquanto o fantoche de prefeito, Gustavo Soares, vive na capital cercado de luxo, nomeia filho de vereador com gordo salário, faz aditivos de contratos milionários, e contrata shows com a finalidade de entretenimento, a população de Assú sofre com o caos que essa gestão tem trazido para a terra dos poetas.

Os moradores do Feliz Assú, revoltados com o descaso e despreparo do prefeito, mandaram um recado, colocando uma faixa na cidade, ‘SEM CALÇAMENTO, SEM VOTO”, deixando claro que promessas para as eleições de 2020 não irão funcionar.

A população entende que as promessas mirabolantes do Doutor nas eleições de 2016, não foram cumpridas porque ele não quis, o prefeito luxuoso prefere nomear e encher os bolsos de seus aliados, do que fazer ações efetivas para beneficiar a cidade.

Nessa reta final de mandato, a correria e a briga pela permanência no poder tem se tornado uma obsessão. A população assuense está atenta que a Prefeitura não trabalha para o povo, e faz a divulgação de coisas pequenas parecerem grandes, enganando e tentando manipular através da mídia, para que algumas ações pareçam maiores do que realmente são, e omitindo as milhares de reclamações e insatisfações na cidade.

Irã admite que derrubou avião ucraniano por engano

O Irã admitiu que o avião ucraniano que caiu em seu território na última quarta-feira (8) foi derrubado por erro humano, afirma a TV estatal iraniana neste sábado (11). O comunicado lido na emissora declara que os responsáveis serão punidos.

“A República Islâmica do Irã lamenta profundamente esse erro desastroso”, escreveu o presidente iraniano Hassan Rouhani no Twitter, prometendo que os responsáveis pelo incidente seriam processados. “Meus pensamentos e orações vão para todas as famílias de luto.”

Uma declaração militar iraniana, a primeira a indicar a mudança de posição do Irã, disse que o avião havia voado perto de um local militar sensível pertencente à Guarda Revolucionária de elite.

O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, a principal autoridade da República Islâmica, foi informado sobre o abate acidental do avião ucraniano na sexta-feira e disse que as informações deveriam ser anunciadas publicamente após uma reunião do principal órgão de segurança do Irã, divulgou a agência de notícias estatal.

A Ucrânia espera uma investigação completa, uma admissão total de culpa e compensação do Irã após a queda de um avião de passageiros ucraniano, disse o presidente ​Volodymyr Zelenskiy em comunicado.

No acidente, o Boeing 737-800 da Ukraine International Airlines caiu cinco minutos após decolar do aeroporto Imam Khomeini, em Teerã. A aeronave, que decolou às 6h12 na hora local (23h42 de terça em Brasília) e seguia para Kiev, pegou fogo minutos após a decolagem. Todas as 176 pessoas a bordo morreram.

Os governos do Canadá e do Reino Unido, assim como funcionários da inteligência dos EUA, já haviam dito ter informações que indicam que o voo foi derrubado por um míssil iraniano de forma acidental. Essa possibilidade vinha sendo negada pelo governo iraniano.

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Bolsonaro pede para eleitores não votarem em quem usar o Fundão

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (10) em Santos que fará uma campanha para que os eleitores não votem em candidatos que usarem o dinheiro do Fundo Eleitoral, o Fundão. Bolsonaro participou da inauguração do novo Pronto-Socorro da Santa Casa da Misericórdia da cidade paulista.

“Terei um momento difícil pela frente: os R$ 2 bilhões do Fundão. Eu lanço campanha: não vote em parlamentar que usa dinheiro do Fundão. Eu me elegi com 8 segundos [de tempo de campanha na TV]. Quem quer muito tempo e dinheiro quer esconder a verdade. O parlamentar tem momento para se fazer presente juntamente à população, de modo que não precisa de dinheiro”, disse o presidente em Santos.

Em dezembro, o Congresso Nacional aprovou o Orçamento para 2020 com a previsão de R$ 2 bilhões para o Fundo Eleitoral. O texto seguiu para análise do presidente da República, a quem cabe sancioná-lo ou vetá-lo. Criado por lei em 2017, em decorrência da proibição de empresas fazerem doações para campanhas políticas, o fundo prevê o uso de dinheiro público para esse fim.

“[O Fundão] é uma lei e sou obrigado a cumpri-la. Se não fizesse, estaria ferindo o Artigo 85 da Constituição Federal e a Lei de Impeachment. E não vou dar este mole para a oposição”, disse Bolsonaro.

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