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Após pedido do MPRN, Polícia Civil cumpre mandado de prisão contra advogado em Parnamirim

Advogado já havia sido preso em flagrante, no dia 28 de abril, durante a Operação 24barra7, deflagrada pela Polícia Civil

Após um pedido do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), policiais civis do Departamento de Combate a Corrupção e Lavagem de Dinheiro (DECCOR-LD) prenderam um advogado de 36 anos, em Parnamirim. Em desfavor do suspeito, existia um mandado de prisão preventiva expedido pela 11ª Vara Criminal da Comarca de Natal. A prisão foi realizada na quarta-feira (12).

O advogado já havia sido preso em flagrante, no dia 28 de abril, durante a Operação 24barra7, deflagrada pela Polícia Civil com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão relacionados à investigações sobre os crimes de corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica e fraude processual. Durante as diligências, o suspeito destruiu um aparelho celular, no intuito de apagar possíveis provas. Na ocasião, diante do pagamento da fiança arbitrada, ele foi liberado.

Após pedido do MPRN, a prisão preventiva foi decretada pela Justiça, sendo dado cumprimento ao mandado pelos policiais civis, nesta quinta-feira (13). O suspeito foi conduzido à delegacia e, em seguida, encaminhado para custódia, onde ficará a disposição da Justiça.

A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181. O Disque  Denúncia do MPRN é o 127.

PAGANDO A DÍVIDA: George usa mandato para beneficiar sogro na Ceasa com R$ 200 mil ao invés de desbloquear leitos em Assú

E pra quem acha que eleger um ditador, fruto de uma oligarquia familiar e que só pensa no próprio umbigo ao viver de fazer trocas de voto por cargos para seus familiares não pode piorar, se engana. Ainda vale lembrar que na campanha de 2012 em que o deputado George perdeu para o então prefeito Ivan Júnior, colocou o sogro para apostar tudo que tinha de bens em sua campanha, mesmo sabendo da derrota.

Fora os milhares de reais que os familiares (irmã, madrasta, cunhados, sogro, primos) do deputado George recebem mensalmente dos cofres públicos, ele achando pouco, em plena pandemia com o estado do RN vivendo a maior crise na saúde, com o aumento de casos de Covid nos últimos meses, resolve destinar uma emenda para beneficiar o sogro, Flavio Moraes que dirige a Ceasa, com a finalidade de torrar 200 mil reais para iluminar a Ceasa.

O que mais chama atenção, é que a Ceasa já está sendo monitorada pelo MP e pela justiça, para que o Estado resolva os problemas estruturais da unidade, então em tese, não haveria necessidade de uma emenda do bondoso deputado George Soares, que poderia ter destinado emenda para consertar os 3 leitos de UTI que estão bloqueados no Hospital Regional de Assú.

A população do Vale precisa pensar e decidir se quer continuar com um deputado que só vive de politicagem barata, negociando altos cargos e salários, enquanto a região sofre com o caos na saúde, educação e segurança.

As pessoas precisam criar um movimento para que esse tipo de politico tenha do povo o que merece, e aprenda que beneficiar seus familiares não irão garantir sua reeleição. E que escolher seus familiares em detrimento as necessidades de mais de 160 mil pessoas de um região é imoral, desumano e um ato de covardia.

Pressionado, MEC libera R$ 2,6 bi para universidades, e reitores pedem mais R$ 1 bi

UFRJ, no Fundão, tem sinais de abondono: hall do pilotis do Centro de Tecnologia Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

Após pressão, o governo federal liberou R$ 2,61 bilhões para as universidades federais, segundo a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). O Ministério da Economia confirmou a liberação.

O recurso estava condicionado à aprovação do Congresso Nacional, mas, diante da pressão das instituições, que corriam risco de paralisar atividades, o Ministério da Educação (MEC) informou em reunião nesta quinta-feira com a entidade que conseguirá repassar o recurso.

A liberação foi possível após a publicação de uma portaria de remanejamento de recursos.

O montante de R$ 2,6 bilhões faz parte do orçamento discricionário (que não inclui a despesa obrigatória de pessoal ativo e inativo) das universidades federais do país. Ainda há, porém, cerca de R$ 650 milhões bloqueados do total previsto de R$ 4,7 bilhões para as despesas de custeio em 2021.

Os reitores pleiteiam o desbloqueio desse valor mais recursos extras, de cerca de R$ 1 bilhão, para recompor o orçamento discricionário ao nível de 2020, de aproximadamente R$ 5,6 bilhões. A redução em 2021, em relação ao ano passado, foi de 20%. A recomposição no patamar do ano passado é importante para não haver uma nova crise generalizada daqui a alguns meses, diz o vice-presidente da Andifes, Marcus David, que é reitor da Federal de Juiz de Fora.

A verba de custeio é usada pelas universidades para pagar despesas de manutenção dos prédios (contas de água, luz, serviços de segurança e limpeza), auxílios para estudantes carentes, programas de extensão, entre outras atividades.

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‘Não existe orçamento paralelo nem nada de secreto’, diz Rogério Marinho

Rogério Marinho acompanhado por políticos em visita a Parnamirim, na Grande Natal — Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

“Não existe nem orçamento paralelo e nem existe nada de secreto”, afirmou o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, nesta sexta-feira (14), ao ser questionado sobre o suposto orçamento paralelo que o governo teria usando em troca de apoio no Congresso. O ministro falou sobre o assunto durante visita a obras em Natal e cidades da região metropolitana.

Ofícios enviados por parlamentares aliados do governo para o Ministério do Desenvolvimento Regional indicavam exatamente onde deveriam ser alocados recursos públicos do chamado “orçamento secreto” revelado pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. Segundo o jornal, os parlamentares indicariam R$ 3 bilhões em emendas para suas bases eleitorais.

O ministro afirma que as indicações se tratavam de emendas de relator, cujos recursos poderiam ser indicados pelo Congresso.

“É um orçamento que é votado pelo Senado e pela Câmara com cobertura ampla de toda a imprensa, de toda a sociedade, inclusive da Globo, inclusive do Estadão, inclusive da Folha de São Paulo. E após a sua votação, há publicação do resultado da votação e em seguida o acompanhamento por toda a sociedade”, declarou.

Marinho também negou que exista superfaturamento do preço de tratores e equipamentos que seriam comprados com os recursos.

“Fomos à Polícia Federal e à Controladoria-Geral da União pedir investigação dos dois órgãos. E de posse desse resultado da investigação, nós vamos tomar as providências, porque estamos sendo acusados de superfaturamento de uma ação que sequer existiu”, disse.

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Pfizer confirma 2º contrato de 100 milhões de doses de vacina

Vacina da Pfizer: entenda como será uso das primeiras doses e saiba mais  sobre o imunizante que chega ao país - Jornal O Globo

A Pfizer e a BioNTech acabam de anunciar, nesta sexta (14), assinatura de um segundo contrato com o Ministério da Saúde para fornecer 100 milhões de doses da vacina contra a Covid.

“As entregas [do segundo contrato] estão planejadas para acontecer até o final do quarto trimestre de 2021”, diz nota.

O primeiro contrato, assinado em março, ainda na gestão Pazuello, prevê a entrega de 100 milhões de doses até setembro.

O segundo contrato vai custar quase R$ 1 bilhão a mais do que o primeiro.  Na 2ª compra, vamos pagar R$ 66 por dose, quase R$ 10 a mais do que na primeira remessa.

Com informações, O antagonista

IMORAL: Presidente da Câmara de Assú vai torrar 35 mil sem licitação com empresa que tem dono investigado em Operação CANDEEIRO

O presidente da câmara municipal de Assú, conhecido como Tê, anda fazendo a farra com o dinheiro do povo na Câmara Municipal, e os atos deles se forem investigados, pode resultar numa grande dor de cabeça.

Mesmo tendo um quadro de servidores na casa, o presidente contrata a empresa ECONT ASSESSORIA CONTABIL para prestar serviço de assessoria e consultoria em contabilidade aplicada ao setor público pelo Valor de R$ 35 mil reais, usando o termo inexigibilidade como justificativa.

O primeiro problema é a inexigibilidade, já que perante a lei, se caracteriza pela impossibilidade de competição, que pode ser tanto pela exclusividade do objeto a ser contratado, como pela falta de empresas concorrentes, só que em Assú e no resto do estado existem várias empresas desse ramo, o que em tese não justificaria o ato.

O segundo problema é que o endereço da empresa que consta no cartão de CNPJ não condiz com a realidade, supostamente no local existe um prédio fechado e nem nenhuma indicação que funcione uma empresa.

E o terceiro, é que segundo denúncias que chegaram até o Blog, o dono da empresa contratada é EUCLIDES PAULINO DE MACEDO NETO e foi um dos investigados na operação CANDEEIRO, que tratou de um esquema criminoso que supostamente desviou R$ 19 milhões do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) entre 2013 e 2014.

Agora fica a pergunta que iremos enviar ao Ministério Público, essa contratação é legal e moral? O administrador público não pode dispensar os preceitos éticos que devem estar presentes em sua conduta. Dessa forma, além da legalidade, os atos administrativos devem subordinar-se à moralidade administrativa.

Contratar uma empresa para pagar a bagatela de R$ 35 mil reais sem licitação, tendo funcionários da casa com aptidão além de contratados, e beneficiar uma empresa em detrimento a tantas outras, supostamente foge e muito dos preceitos legais.

Relatora no TSE questionou Toffoli por ‘rejulgar’ caso que, segundo Cabral, envolveu pagamento

Toffoli diz que atos antidemocráticos e fake news tiveram financiamento  internacional - Jornal O Globo

Em junho de 2015, quando Dias Toffoli mudou seu voto no TSE para reverter a cassação do mandato de Antônio Francisco Neto, prefeito de Volta Redonda, a relatora do caso, Maria Thereza de Assis Moura, estranhou a decisão.

Disse que, ao absolver o político no julgamento de um recurso, nós, a meu ver, estamos rejulgando o caso, mas é uma decisão do pleno que eu aceito.

Segundo Sérgio Cabral, Dias Toffoli teria recebido R$ 3 milhões para mudar sua posição. Em abril daquele ano, ele havia votado pela perda do mandato, numa ação por propaganda irregular na campanha eleitoral de 2012.

Como revelou ontem a Crusoé, o ex-governador disse, em delação premiada, que foi procurado pelo prefeito para que ele atuasse em seu favor no julgamento do recurso. O pagamento, segundo Cabral, foi operacionalizado pela estrutura de recursos ilícitos de Luiz Fernando Pezão.

Na sessão do TSE, após o comentário de Maria Thereza, Toffoli respondeu, sorrindo: “Por enquanto é o meu voto”.

Em nota divulgada ontem pela assessoria do STF, ele disse que “jamais recebeu os supostos valores ilegais” e refutou “a possibilidade de ter atuado para favorecer qualquer pessoa no exercício de suas funções”.

O relato de Cabral levou a Polícia Federal a pedir ao Supremo para investigá-lo.

Com informações o Antagonista

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