Partido Novo sofre para atrair os ‘medalhões’

Bernardinho, em palestra em Curitiba: candidatura incerta ao Senado ou governo do Rio

Diante do desencanto de boa parte dos brasileiros com a “velha política”, atestado pelas pesquisas de opinião, o Partido Novo, criado com a pretensão de se tornar uma alternativa a “tudo-isso-que-está-aí”, quer aproveitar as eleições de 2018 para se popularizar e se consolidar no País.

Fundado em 2011 por um grupo de 181 pessoas sem vínculos com o mundo político, muitas das quais empresários e profissionais do mercado financeiro, o Novo deverá apresentar candidato próprio para presidente da República e para os demais cargos em disputa.

Segundo o fundador e primeiro presidente do Novo, João Dionisio Amoêdo, o partido terá candidatos a governador e deputado estadual em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e em Brasília. Também terá candidatos ao Senado em seis Estados, não necessariamente nos mesmos em que participará do pleito para governador, além de candidatos a deputado federal nos 16 Estados em que possui representação oficial.

O objetivo, de acordo com Amoêdo, é eleger ao menos 30 deputados federais, o que tornaria o partido a oitava maior bancada na Câmara dos Deputados hoje, com uma representação igual à do DEM, do presidente da instituição, Rodrigo Maia. As informações são de José Fucs, O Estado de S.Paulo.

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