Ronaldo Soares não cumpre palavra com aliados e crise se instala no grupo do prefeito Gustavo


A insatisfação é generalizada no grupo liderado pelo ex prefeito Ronaldo, e seus filhos, o deputado George e o prefeito Gustavo Soares, porque o ex prefeito chamou para conversar e assumiu compromissos com seus aliados, mas não cumpriu nenhum até agora, e isso está gerando insatisfação dentro do grupo.

Quando os aliados começam a cobrar, Ronaldo que já é macaco velho, faz a mesma jogada que utilizava em suas campanhas, joga para George, que por sua vez joga para o prefeito, e nesse jogo de empurra e empurra, o tempo vai passando, e eles não cumprem a palavra com seus aliados.

Segundo comenta – se nos bastidores, a desculpa de George é que ele não é o prefeito, já o fantoche de prefeito, Gustavo Soares, diz que não está ciente de nenhum acordo, e nisso, os aliados já tem cansado as pernas de ir atrás deles, e cansado os dedos de ligar e mandar whatsapp, e só recebem do trio de sem palavras, desculpas para não resolver os compromissos.

Coronavírus: Nelter solicita que Governo suspenda cobrança de ICMS durante pandemia

O deputado estadual Nelter Queiroz (MDB) protocolou, nesta segunda-feira (13), na Assembleia Legislativa, requerimento que foi encaminhado à governadora Fátima Bezerra (PT). No documento o parlamentar solicita que o Estado suspenda a cobrança do ICMS de mercadorias que compõem o comércio não essencial enquanto estiverem em vigor o isolamento social e as medidas adotadas pelo Governo para combater a propagação do Coronavírus no Rio Grande do Norte.

“As medidas de isolamento social para enfrentamento do novo Coronavírus têm mostrado alta eficácia e vêm sendo adotadas em várias outras localidades mundo afora, porém, quanto mais a população se isola mais nossa economia se enfraquece e entra em recessão”, justificou o parlamentar ao apresentar a sugestão. “Neste sentido, nosso pleito se justifica uma vez que estamos recebendo várias críticas em decorrência da cobrança do ICMS ser realizada antes mesmo dos comerciantes receberem as mercadorias em seus estabelecimentos”, explicou Nelter Queiroz.

Para o deputado, a situação dos comerciantes potiguares vem se agravando com o fechamento dos estabelecimentos. “Representantes do segmento estão reclamando que mesmo diante das dificuldades, o Governo continua cobrando o ICMS até com algumas lojas fechadas, e quem não cumpre com suas obrigações em dia ainda está tendo que pagar multas e juros”, alertou o deputado.

Um milhão de pessoas já tiveram contrato suspenso ou salário e jornada cortados, diz governo

O governo já registrou mais de um milhão de acordos entre empresas e empregados para reduzir jornada e salário ou suspender contratos durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Esses trabalhadores receberão um benefício emergencial equivalente a uma parte do seguro-desemprego a que teriam direito caso fossem demitidos, um auxílio do governo para amortecer a perda na renda da família.

Segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, o número inclui acordos individuais, negociados diretamente entre empresa e trabalhador, e coletivos, com intermediação de sindicatos de categorias. “São mais de um milhão de empregos preservados”, disse o secretário.

O governo ainda não abriu o número exato porque a Dataprev, responsável pelo processamento dos dados, ainda está fazendo a contagem dos arquivos. Algumas empresas fecham mais de um acordo e prestam essa informação de uma vez só. Por isso, é preciso analisar caso a caso para chegar ao número exato. Mesmo assim, a quantidade de empresas que informaram já permite dizer que a marca foi ultrapassada, segundo o governo.

A partir desta quarta-feira, Bianco espera colocar à disposição para consultas públicas um “empregômetro”, espécie de contador do número de acordos fechados entre empresas e salários. “Colocaremos todos os dias quantos empregos estão sendo preservados”, disse.

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Conexão Enem estreia temporada 2020 com aulas na TV e YouTube

Já está no ar o programa de estreia da temporada 2020 do Conexão Enem. Com o objetivo de ajudar os estudantes que se preparam para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) durante esse período de isolamento social, as aulas estarão disponíveis no YouTube através do canal da TV Assembleia (https://www.youtube.com/watch?v=SJANDqxLlH4). As aulas também serão exibidas pela televisão.

“Essa nova temporada começa de forma muito atípica. Em virtude da pandemia do novo coronavírus, nossas aulas começarão gravadas. Por isso, estamos num ritmo de gravação de seis episódios por semana”, explicou o diretor da Escola da Assembleia, professor João Maria de Lima.

Enquanto que na plataforma de vídeos as aulas podem ser acessadas a qualquer momento, na TV Assembleia elas serão exibidas em horário especial. Nas segundas-feiras e quartas-feiras, programas inéditos, às 20h. Terças-feiras e quintas-feiras, reprises do dia anterior e nas sextas-feiras, a aula mais pedida da semana. “Quando tudo voltar ao normal, as aulas ao vivo das quartas-feiras voltarão a serem exibidas”, destacou o professor.

O Conexão Enem é um projeto de educação da Assembleia Legislativa voltado para estudantes que se preparam para o Enem e exibe, pela TV Assembleia, aulas e debates de assuntos pertinentes ao processo seletivo.

Para reforçar o conteúdo, também serão reprisadas, pela TV Assembleia, as aulas do Conexão Enem que foram exibidas em 2019. De acordo com o professor João Maria de Lima, em virtude da paralisação das aulas, em função da pandemia, a Assembleia Legislativa está disponibilizando uma ferramenta, que será uma oportunidade para que os estudantes possam manter os estudos em preparação para o Exame.

A TV Assembleia pode ser assistida no canal aberto digital 51.3 (Natal e região metropolitana). Outras opções: na Cabotelecom (canais 9 e 109) e na Net, canal 16. Em várias regiões do estado, pode ser sintonizada pelo canal aberto digital 18.1.

Hospitais do RN têm 109 infectados ou com suspeita de Covid-19

As secretarias de Saúde do Rio Grande do Norte e Natal deram informações sobre a situação do enfrentamento ao novo coronavírus, nesta terça-feira (14). De acordo com os dados apresentados, Natal apresenta somente 13 pacientes internados em decorrência da covid-19. O Rio Grande do Norte soma 376 casos confirmados e, ao todo, 109 pessoas ocupam leitos por estarem infectados ou com suspeita de novo coronavírus.

Na divulgação do novo boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), foi informado que o Rio Grande do Norte tem 2.430 casos suspeitos do novo coronavírus, além de 1.948 descartados. Ao todo, 18 pessoas tiveram as mortes em decorrência da covid-19 confirmadas, além de haver 9 óbitos em investigação.

Sobre os internados, há 83 pessoas com suspeita da doença nos leitos dos hospitais no Rio Grande do Norte e outros 26 que tiveram a infecção confirmada. Em Natal, que tem 155 casos confirmados, 13 pessoas com covid-19 estão internadas. Além disso, outras 39 seguem em quarentena domiciliar e 99 foram liberadas do isolamento.

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FAZENDO POUCO CASO: Deputado George Soares coloca em risco a vida da população ao afirmar que “rachadura não é nada preocupante”

O deputado George Soares, líder da desastrosa gestão de Fátima Bezerra, perdeu o juízo de vez. Em suas redes sociais, o deputado “biruta”, disse que a fissura/rachadura que apareceu no Açude do Pataxó não é nada preocupante.

O problema no Açude já é de anos, e que se agravam mais ainda, quando as chuvas se tornam mais intensas, e o parlamentar faz pouco caso de um problema que vem assustando moradores próximo do Açude, que ganhou destaque nas redes sociais nos últimos dias.

O fato é que o deputado “biruta”, não dá a mínima importância para os problemas que afligem a população. Pois ele e o governo do Estado enrolam a população desde o ano passado com uma obra que nunca saiu do papel.

O “biruta”, que mesmo sendo o parlamentar líder do governo, só pensa no próprio umbigo, pois já garantiu os gordos salários do sogro, madrasta, cunhadas, irmã, que recebem da Câmara, Senado e até do Estado, mas com a cara de pau que lhe é bem peculiar, ele ironiza a preocupação do povo.

O Blog do VT indaga, se fosse uma rachadura no apartamento luxuoso em que ele vive, ele agiria com tanta frieza e sem nenhuma ação enérgica, sabendo que sua família reside no local? O blog deixa esse questionamento para que a população reflita como o deputado escolhe suas prioridades no mandato.

PSDB publica prazos para novas Comissões Provisórias fazerem convenções cartoriais sem aglomerações

Como já estão suspensos todos os grandes atos de filiação e encontros partidários com aglomeração em locais fechados, o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), do Rio Grande do Norte, autorizou as novas Comissões Provisórias a fazerem suas convenções cartoriais, para eleger seus diretórios. A medida também é de acordo com as recomendações das autoridades de saúde, para contenção da pandemia do novo Coronavírus no país.

As Comissões Provisórias do PSDB no Rio Grande do Norte, conforme resolução nacional tem prazo até 15 de junho de 2020, respeitando o Estatuto Partidário, que pede Edital para Convocação publicado até 15 dias antes da convenção, que deve ser cartorial. Todas as regras estatutárias atinentes às convenções partidárias do PSDB devem ser obrigatoriamente atendidas, sob pena de ter respectiva convenção cancelada, conforme Art. 6º da Resolução CEN-PSDB nº 002/2020, assinada pelo presidente Nacional do PSDB, Bruno Araújo.

Dúvidas e informações complementares poderão ser esclarecidas na Sede do PSDB RN, Ed. Tirol Way Office, 1º Andar, Sala 105 na Av. Hermes da Fonseca, 1718 – Tirol, pelos contatos (84) 3234-8096 ou pelo WhatsApp (84) 99956-2634.

“Preocupados com essa pandemia, estamos dando sequência ao trabalho do PSDB, sem aglomerações e tudo através da internet. No interior e na capital, o partido tem colaborado com as recomendações das autoridades de saúde. O trabalho digital tem dado certo e mesmo com os prazos mantidos pela Justiça Eleitoral, estamos contribuindo para que o PSDB tenha forte atuação nos municípios e esteja representado nas próximas eleições na maior quantidade de cidades do RN”, disse Ezequiel Ferreira, presidente estadual do PSDB.

Empresas afirmam que sindicatos cobram até R$ 500 para fechar acordo trabalhista

Arquivo Notícias - Comerciários do RioComerciários do Rio

Empresas que aderiram ao programa do governo federal que permite redução de salário e jornada e suspensão de contratos relatam ter recebido cobranças de até R$ 240 por funcionário para que os sindicatos de trabalhadores dessem o aval aos acordos.

A prática, segundo especialistas, é ilegal. Associações patronais falam também em cobranças de R$ 500 por empresa e de percentuais da folha de pagamento entre 4% e 8%.

A Medida Provisória 936 de 1º de abril permitiu acordos individuais para reduzir salários e jornada e também para supender os contratos de trabalho.

Para Paulo Solmucci, presidente da Abrasel, uma das entidades a acusar a cobrança, a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), que em liminar na semana passada definiu que os acordos individuais terão validade somente após manifestação do sindicato dos trabalhadores, estimulou a exigência por parte dos sindicatos.

“Ninguém tem dinheiro nem para pagar salário, não fazem nem sentido”, diz.

Na segunda (13), em nova decisão, Lewandowski diz que as negociações individuais de empresas têm efeito imediato, independentemente de posterior manifestação sindical.

As seis centrais sindicais orientaram os sindicatos associados a não fazer qualquer cobrança no momento. Em nota conjunta, CUT (Central Única dos Trabalhadores), Força Sindicial, CSB (Confederação dos Sindicatos do Brasil), UGT (União Geral dos Trabalhadores), CTB (Confederação dos Trabalhadores do Brasil) e NCST (Nova Central) disseram considerar a cobrança criminosa e que sindicatos serão denunciados ao MPT (Ministério Público do Trabalho) caso insistam na prática.

Além da Abrasel, Alshop (associação dos lojistas de shoppings) também divulgou nota relatando a existência desse tipo de cobrança. Não informou, no entanto, quais sindicatos exigiram pagamento para liberar os acordos.

Em Santa Catarina, o sindicato que representa os funcionários de hotéis, restaurantes, bares e na rede de hospedagem de Florianópolis e dos municípios do entorno, o Sitratuh, decidiu incluir uma cobrança chama taxa negocial.

O advogado Fernando Fávere, assessor jurídico da entidade, defende a cobrança, que varia de R$ 20 a R$ 100 por acordo; o valor muda de acordo com o tamanho da empresa.

“Nós temos que analisar acordo por acordo, não é simplesmente carimbar papel. Já liberamos 400 e ainda temos 300, então todo mundo está fazendo horas extras. É uma operação que tem um custo para o sindicato”, afirma.

Para o professor de direito trabalhista da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas) Ricardo Calcini, a cobrança é ilegal. Ele afirma que os sindicatos têm o direito de buscar novas receitas, mas não deveriam cobrar por serviços que são próprios às suas funções. “Além de ilegal, me parece que acaba criando um estímulo à rescisão do contrato”, diz.

A medida provisória definiu que as empresas poderão fazer reduções de jornada e salário em 25%, 50% e 70% por um período de até três meses. Para os funcionários que ganham entre R$ 3.135 e R$ 12.202, esses acordos poderão ser feitos de maneira individual e os sindicatos serão comunicados em até dez dias. Para quem ganha mais de R$ 3.135 e menos do que R$ 12.202, somente a redução de 25% dispensa negociação coletiva.

Solmucci, da Abrasel, diz que, em levantamento realizado na semana passada, a associação identificou a exigência cobranças de até R$ 680 por funcionário em caso de suspensão de contrato, mas que depois de as empresas denuciarem a prática, muitos sindicatos recuaram.

A advogada Priscila Arraes Reino diz que, ainda que algum tipo de taxa negocial seja prevista em convenção coletiva, a cobrança não deveria ser aplicada no momento. “É uma situação muito peculiar e você acaba criando um empecilho às negociações”, afirma.

Para ela, cobrar um valor fixo ou um percentual sobre a folha de pagamento não estão previstos em lei.

Em São Paulo, os sindicatos dos comerciários, dos metalúrgicos e dos trabalhadores de bares e restaurantes informaram que todos os acordos estão sendo analisados e liberados em qualquer tipo de cobrança.

A advogada Caroline Marchi, do Machado Meyer, afirma que não há, na legislação, nada que proíba, de fato, essa cobrança às empresas, mas que a prática é desaconselhada pela OIT (Organização Internacional do Trabalho). Se houvesse uma cobrança, ela não poderia ser aplicada aos funcionários, pois o interesse, nos caso desses acordos, é indireto.

Folha SP

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