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Oligarquia Soares escraviza população do Assú há 40 anos por querer privar direito de liberdade de comissionados

Desde a antiguidade a escravidão existe no nosso meio, nem sempre ela é clara como acontecia nos grandes engenhos, em que os negros eram escravizados e maltratados. As vezes, a escravidão é mascarada em diversas situações.

Uma situação nítida que podemos assimilar com a escravidão, é a forma cruel que a oligarquia Soares, tendo Ronaldo Soares, Lourinaldo Soares, George e Gustavo Soares a frente nas últimas décadas, tratou e trata a população do Assú.

Mesmo você tendo batalhado e lutado pelo seu candidato, quando fala algo que não é do agrado de George, Gustavo ou de Lula, sua cabeça vai a prêmio. Antes disso, chega a você vários avisos para que mude de postura, para que declare simpatia ao novo nome que recebeu a “benção” para ser o líder, no caso, Lula Soares, e quando isso não acontece, sai sua exoneração no Diário Oficial.

Então a escravidão continua, porque quando você submete uma pessoa a trabalho, e mesmo ela dando seu suor na jornada de trabalho e isso não é suficiente, porque se ela discordar de seus pensamentos, será jogada para fora da Prefeitura, e isso é sim uma forma de escravidão, pois as pessoas escravizadas têm suas liberdades tolhidas, ou seja, não tem direito a ser livre, já que são consideradas propriedades de seus senhores.

Os cargos nomeados e contratados não tem direito a serem livres, não podem emitir opiniões, e caso faça, terá a exoneração como consequência. No fim, todos tem filhos, pai ou mãe para alimentar, e sem nem perceber cede a esse tipo de escravidão, e assim os grandes coronéis continuam a existir mesmo em tempos tão evoluídos.

Para completar, antigamente também só quem tinha benesses eram a família dos coronéis e em Assú não é diferente, só quem tem cargos altos sem dar um prego numa barra de sabão são os familiares, desde a irmã e madrasta do deputado George, sua ex cunhada, primos e primas, além de alguns amigos mais próximos, enquanto a população segue na miséria, e tendo que suportar esses desmandos.

ENGANAÇÃO: Ronaldo Soares festeja 40 anos de vida pública de uma Assú sem oportunidades, sem emprego e sem saúde


Um assunto a se pensar por todos os assuenses, é porque alguém sai de sua terra para buscar emprego em Lajes, Alto do Rodrigues, Macau? Porque sair de sua terra em busca de emprego? Porque ir pra cidades até menores que a terra dos poetas em busca de oportunidades?

É claro que muitos tem ido aos grandes centros como Mossoró e Natal, mas não podem ser esquecidas as que vão para cidades menores que Assú, e o que motiva essas pessoas?

Hoje é o dia da proclamação da República, e ao longo de 40 anos comandando a história politica de Assú por Ronaldo Soares, George Soares, Gustavo Soares, o que eles fizeram para nosso povo ter oportunidades em sua terra? A não ser envolvimentos em investigações que revelou várias roubalheiras no governo do maior vigarista de Assú, Ronaldo Soares, que se escondia no pataxó com cobrança de mais de 2 milhões feita pela justiça e agora a história cai nas costas de seu filho, com a cassação do prefeito Gustavo e a vice Fabielle por abuso de poder.

Hoje deve ser um dia de reflexão, o que a oligarquia Soares sempre quis e tem conseguido realizar, é enfraquecer nosso povo, deixando a população sem acesso a saúde e a educação. O intuito de Ronaldo Soares e de seus filhos, são para fazer o povo dependente da suas vontades em garantir algo que pertece por direito ao povo, pois é direito garantido na constituição o acesso a saúde e educação, mas que os maus politicos não executam, pelo contrário, barganham com a miséria do povo que eles mesmo causaram, e assim, a fome cega nosso povo que ainda enxerga que isso é bondade.

A cidade do Assú era para comemorar hoje a libertação, festejar uma terra de oportunidades e de acesso aos serviços de saúde e educação, e o que vemos, são filas imensas em unidades de saúde que faltam medicamentos, são crianças e adolescentes amontoados em ônibus para irem as escolas e as instituições de ensino fora da cidade, e isso é tudo, menos respeito a população.

A verdade é que a festa que Ronaldo Soares comemora, ao dizer que hoje completa 40 anos que entrou para a política, é a derrota do povo do Assú, a escravidão e a fragilidade emocional que ele e seus herdeiros tem submetido a população carente do Assú, porque sem comida na mesa, com doença na porta, e sem emprego, as pessoas não tem outra saída, a não ser se curvarem aos coronéis de sempre.

É fácil escravizar e manipular pessoas emocionalmente fragilizadas, e por isso, não perca o próximo post, que tratará do significado da escravidão na terra dos poetas.

Ivan Pinheiro é rebaixado para Diretor na gestão de Gustavo que tem Lula Chorão Soares com a caneta para exonerações e nomeações

O fiel escudeiro de décadas do maior vigarista da cidade do Assú e ex prefeito Ronaldo Soares, Ivan Pinheiro, foi exonerado na última sexta do cargo de Secretário Municipal de Governo da Prefeitura do Assú, e rebaixado para o cargo de Diretor.

Além de ter o cargo rebaixado, Ivan também teve sua esposa exonerada da pasta de finanças. Parece que a imagem do ex secretário incomodou o filho de Lourinaldo, e que sutilmente agiu para tirá-lo do cenário, já que sempre se destacou no governo do tio e dos primos mais do que Lula.

Ivan Pinheiro também foi Chefe de gabinete do deputado George Soares, e chefe de governo da Prefeitura do Assú nas gestões de Ronaldo Soares, além de em diversos momentos ser cotado para ser candidato a prefeito pelo grupo.

As pessoas estão sem entender as mudanças, principalmente agora que Lula Soares é o nome do grupo, e só anda a tira colo com o prefeito Gustavo, mostrando que todas as decisões de nomeações e exonerações passaram pelo seu crivo.

Os motivos continuam ocultos, mas se comenta que não foi nada amigável, afinal ninguém gosta de ser rebaixado e tendo uma história de lealdade ao grupo como é a de Ivan Pinheiro.

Ministros do STF atacam atos bolsonaristas: ‘Lunáticos’, diz Gilmar Mendes; Barroso cita selvageria

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) foram alvo nesta segunda-feira, 14, de hostilidades por parte de um grupo de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), em Nova York. Cinco integrantes da Corte máxima do País participaram na cidade americana de um debate sobre o “respeito à liberdade e a democracia”, durante o qual fizeram duras críticas aos atos com mensagens antidemocráticas que apoiadores de Bolsonaro realizam desde o resultado da eleição presidencial, quando o atual ocupante do Palácio do Planalto foi derrotado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Duas semanas após o segundo turno das eleições, manifestações convocadas por apoiadores de Bolsonaro que questionam o resultado das urnas persistem na porta de quartéis do Exército. Concentrações são mantidas, por exemplo, nas sedes de comandos militares em São Paulo e no Rio. Os manifestantes defendem ações contra o Supremo e fazem pedidos de uma intervenção federal.

“Supremo é o povo. O povo se pronunciou, e a eleição acabou, só cabe respeitar o resultado. O resto é espírito antidemocrático, quando não selvageria”, disse Luís Roberto Barroso, que participou do evento – organizado pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), entidade criada pelo ex-governador João Doria, que estava presente – ao lado dos ministros Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Alexandre Moraes.

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Ciro Nogueira defende licença para PT gastar, mas só para Bolsa Família e reajuste do mínimo e apenas em 2023

O ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, voltou a defender em nota divulgada nesta segunda-feira que a PEC da Transição deixe fora da regra do teto de gastos apenas o valor de 600 reais para os beneficiários do Bolsa Família e os recursos para um aumento do salário mínimo acima da inflação em 2023.

“O correto e republicano é o Congresso garantir a qualquer novo governo que os programas sociais e o salário mínimo sejam fortalecidos. A partir daí, o novo Congresso e o novo governo devem, com a legitimidade popular, encaminhar as novas pautas da sociedade”, disse em nota o ministro que coordena a transição pelo lado do governo do atual presidente Jair Bolsonaro.

“Calcular precisamente quanto custam esses dois benefícios e assegurar os recursos necessários para eles dentro do Orçamento, respeitando a regra do teto de gastos e flexibilizando exclusivamente apenas o necessário. É o que defendo.”

A PEC da Transição está sendo proposta pela equipe do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva para deixar fora da regra do teto de gastos recursos destinados a promessas de campanha do petista.

A equipe de Lula defende que a PEC exclua do teto, além do reajuste do mínimo e o benefício social de 600 reais, um acréscimo de 150 reais para beneficiários do Bolsa Família para cada filho com até seis anos de idade. Também existe a discussão para que essa exceção valha para além de 2023.

Ciro Nogueira, presidente licenciado do PP e que em janeiro reassumirá uma cadeira no Senado pelo Piauí, posicionou-se contra a vigência para além do ano que vem.

“A questão de estender para quatro anos a atribuição do Congresso que termina não é só a usurpação de poder do Congresso que ainda nem começou. É a falta de critério democrático. Vivemos num sistema de reeleição. O mandato presidencial pode ser de oito anos. Por que então não definir políticas de quase uma década, já retirando as atribuições também do Congresso de 2027 que ainda nem foi eleito?”, disse.

“Por tudo isso, o mais prudente, transparente e republicano é assegurar ao novo governo condições para que proteja os mais vulneráveis em seu primeiro ano. E, a partir daí, que dialogue com o Congresso eleito e com a sociedade, com base em todas as premissas claras de sua plataforma de gestão e seu programa econômico, como conduzir o país nos próximos quatro anos. Esse é o caminho mais democrático e legítimo”, defendeu.

Ministério da Saúde recomenda uso de máscara com alta de casos de Covid-19

O uso da máscara voltou a ser recomendada pela Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, neste domingo (13). O motivo foram os aumentos de casos de covid-19, em especial, com a BQ.1, uma sublinhagem de BA.5, da Ômicron. A orientação foca, em especial, nas populações mais vulneráveis às complicações pelas doenças, como é o caso imunodeprimidos, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades.

Segundo dados da situação epidemiológica entre 6 e 11 de novembro, foram notificados 57.825 casos e 314 mortes causadas pelo coronavírus. Já a média móvel nos últimos sete dias aumentou 120%. Em números absolutos, o número de diagnósticos diários saiu de 3.834 para 8.448. A média móvel de óbitos foi de 46, um acréscimo de 28% se comparado com a última semana, com 36.

O Ministério da Saúde também recomenda que os casos suspeitos ou confirmados devem permanecer em isolamento. Medidas como manter o esquema vacinal completo, com atenção às doses de reforço, e a lavagem das mãos com álcool 70% e água e sabão também continuam sendo formas de combater a covid-19.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), que realiza o monitoramento das diferentes linhagens, a BQ.1 já foi detectada em 65 países, incluindo o Brasil, e apresenta uma prevalência de 9%.

Novo boletim divulgado pelo Ministério da Saúde com os dados de domingo (13) informa que o Brasil registrou pelo menos mais quatro mortes por covid-19 nas últimas 24 horas. O número é parcial, pois as secretarias de Saúde de 13 unidades da federação ainda não encaminharam a atualização de dados sobre a doença.

Restam pendentes os dados da Bahia, do Distrito Federal, do Maranhão, de Minas Gerais, de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, da Paraíba, de Pernambuco, do Rio de Janeiro, de Roraima e São Paulo e do Tocantins. Com as atualizações dos demais estados, foram registrados 994 novos diagnósticos de covi-19.

O novo Boletim InfoGripe Fiocruz sinaliza para o aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) com resultado laboratorial positivo para Sars-CoV-2 (Covid-19) na população adulta do Amazonas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Segundo o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ainda não é possível afirmar que esse crescimento esteja relacionado especificamente com as identificações recentes de novas sublinhagens identificadas em alguns locais do país. O tempo transcorrido desde o pico observado entre maio e junho de 2022 pode ser um dos fatores a contribuir.

Nos estados citados, o sinal é mais claro nas faixas etárias a partir de 18 anos até o momento. A exceção é o Rio Grande do Sul, que apresenta essa tendência apenas nas faixas etárias a partir de 60 anos. “Como os dados laboratoriais demoram mais a entrar no sistema, é esperado que os números de casos das semanas recentes sejam maiores do que o observado nesta atualização, podendo inclusive aumentar o número de estados em tal situação”, explica o pesquisador da Fiocruz. Referente à Semana Epidemiológica (SE) 44, período de 30 de outubro a 5 de novembro, a análise tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 7 de novembro.

O cientista destaca, ainda, que a hipótese de uma sazonalidade da Covid-19 com dois picos anuais se torna mais provável se o cenário de algumas unidades federativas se traduzir em outro ciclo de aumento expressivo. “Diferente do Influenza e outros vírus respiratórios com tipicamente um pico por ano, a Covid-19 pode estar se encaminhando para uma realidade na qual a gente tenha que conviver com dois momentos do aumento da sua circulação”, reforça Marcelo Gomes.

Dez das 27 unidades federativas apresentam crescimento moderado de SRAG na tendência de longo prazo até a SE 44: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro. Na maioria desses estados, o crescimento se concentra fundamentalmente entre crianças e adolescentes.

Doze das 27 capitais apresentam crescimento moderado na tendência de longo prazo até o mesmo período: Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Manaus (AM), Natal (RN), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Teresina (PI). Nas demais, há queda ou estabilidade na tendência de longo prazo, e de estabilidade nas semanas recentes (curto prazo).

Na maioria das capitais que apresentam algum sinal de consistência no crescimento, tal se concentra predominantemente em crianças. As exceções são Manaus, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo, que apresentam crescimento nas faixas etárias acima de 60 anos.

PT deixa de aplicar R$ 150 milhões destinados às candidaturas femininas e de negros

Edifício sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Apesar de levantar a bandeira na defesa do aumento de negros e mulheres no processo eleitoral no Brasil, o Partido dos Trabalhadores (PT) deixou de aplicar R$ 150 milhões de recursos dos fundos especiais voltados para cotas de gênero e para pessoas negras nas eleições de 2022. Os dados constam da Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias (Asepa) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

PT recebeu em agosto o total de R$ 499.600.297,43 referentes ao fundo especial de financiamento de campanha, o chamado fundo eleitoral, com a previsão de aplicar  R$ 184,2 milhões, o equivalente a 36,87% do valor, em candidaturas femininas.

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PEC da Gastança deve começar a tramitar na quarta-feira

Este é o orçamento mais restritivo da história, afirma relator | Política |  Valor Econômico

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Gastança deve ser entregue ao relator-geral do Orçamento 2023, o senador Marcelo Castro (MDB-PI), na próxima quarta-feira (16). O próprio presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva já havia adiantado a data durante sua visita ao Tribunal Superior Eleitoral , no dia 9.

Caso seja entregue nesta quarta, a PEC seguirá para votação no dia 23, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. No mesmo dia irá a votação em plenário e, na semana subsequente, o texto seguirá para a Câmara.

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